Cuba | «USAID Mina o Movimento Hip Hop»

discografia los aldeanos vacilandounrap.com

Tópico: USAID Mina o Movimento Hip Hop de Protesto na Cuba.

HAVANA — No começo de 2009, um contratado do governo norteamericano mandou um servo (de Sérvia) impresário de música à Cuba e mandou ele fazer o seguinte: reclutar os rapeiros mais notórios da Havana para inflamar um movimento da juventude contra o governo.

Dentro de Cuba comunista, era um projeto que poderia levado as pessoas à prisão.

Então, quando o servo fez seu proposta ao rapeiro Aldo Rodriguez, Bozic omitiu a verdade sobre suas intenções verdadeiras — e tambem que trabalhava pelo U.S. Agency for International Development (USAID)

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dezembro 12, 2014 at 12:29 pm Deixe um comentário

Bernstein & Co. | 1977, Part II

propdisss

Illustration: ULF ERLINGSSON

Eu estava trabalhando na continuação da nota

Carl Bernstein | Sobre CIA & Co.

quando AES Eletropaulo resolveu me silenciar.

Perdi a metade do artigo, portanto, justamente onde ia comentar o histórico da NED e seus satelites NDI, IRI, CIPE, e CIMA, e o papel do Broadcast Board of Governors, o braço forte de uma propaganda mista de branca, negra e cinza, e menos mal-pago do que durante a Guerra Fria.  (mais…)

dezembro 11, 2014 at 8:11 pm Deixe um comentário

Carl Bernstein | Sobre CIA & Co.

Joseph Pulitzer

Joseph Pulitzer

Houve uma  marolinha de um escândalo durante o caso Satiagraha que agor me faz lembrar um capítulo meio escquecido: o nervosismo inspirado por jornalistas flagrados fazendo bicos por uma clientela nem sempre de alta classe during aquela mishegaas total.

Se bem que esse mesmo comportamento da mídia persistir,  achei que seria interessante ouvir o jornalista Carl Bernstein, num ensaio de 1977, fazendo o perfil de jornalistas que faziam bico na «comunidade de inteligência» e «comunidade de propaganda» (relações públicas).

Lembre-se daquela artilharia midiática que quase nos ensurdecia?

Chegou um momento no qual o delegado Protôgenes — nosso Prometeu do PCdoB — ameaçava vazar o nome de jornalistas fazendo esse tipo de bico, além de operações psicológos mais sofisticadas.

Apesar dele and de Sanctis, porem, não foi possível dar nomes a esses traidores da profissão.

Agora, tenemos o New York Times debatendo a sua colaboração com a CIA na cobertura de práticas de tortura. É um grande assunto, tanto pelo conteúdo quanto pela opção pela transparencia.

Entre outros escândalos editoriais no Times, havia a temporada de Judith Miller, que baseaba decenas de reportagens sobre a primeira guerra no Iraque na testemunha quasi-comicamente mentirosa de um mafioso-politico, Ahmed Chalabi. Lembra as previsões de que tem mares de agua potável, em vez de WMD. Mas isso é outra história.

Pois bem. Meu pensamento é que seria legal haver um texto em Português para enriquecer a clima de leitura crítica sobre o assunto. Escolhei um texto de 1977 por Carl Bernstein sobre

A C.I.A. E A MÉDIA

Isto é:

Como os poderosos de mídia dos EUA trabalhava com mãos dadas com a C.I.A., e porque a Commission Church varreu todo embaixo da tapete.

Eu pedi permissão do autor de verter o texto em Português, para divulgá-lo como um blog — WordPress, seja o que for, se o Sr. Bernstein concorde. Por enquanto, ofereço alguns trechos.

Eu traduzirei um pouco mais cada dia segundo o tempo e trabalho permitirem. Vamos lá.

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dezembro 10, 2014 at 8:17 pm

A «Dama Cinza» e a Companhia

sillyterror

Item: Relatório mostra que C.I.A. utilizou vazamentos à mídia para ganhar vantagemNYTimes.com.

Um fato talvez sem grande importância — ou será que tem? — é que o próprio New York Times  admite que cooperava, e talvez ainda coopera, com serviços clandestinos dos EUA.

Quem estuda a atuação da mídia em casos como a Satiagraha e Lava Jato, tira o relatório da gaveta, onde se discute as relações incestuosas entre politica e uma imprensa corrupta …

No meio de um curta nota, o Times confessa ter colaborado com a CIA — a ABIN deles –durante a Guerra Contra Terror.

Chomsky marca gol. Nassif também.

A Agência Central de Inteligênica vazou pautas a jornalistas na tentativa de moldar a percepção de que seu programa de prisão e interogatório era uma ferramenta útil na guerra contra o terror, segundo um relatório da commissão de inteligência do Senado, lançado na segunda-feira (547 pp.)

O relatório tambem informou de que, em 2002, uma certa publicação, mais tarde revelado como ser o próprio Times, tinha concordado em reter informações sobre uma prisão na Tailândia, exortado pela CIA e o vice-president Dick Cheney.

Além de fornecer pormenores do uso de prisões secretos e as técnicas de tortura mais agressivas antes desconhecidas — o relatório traz exemplos da relação entre a CIA e journalists após os atentados de Sept. 11, 2001.

[Continuo traduzindo brevemente.]

Segundo o relatório, em 2005 a CIA resolveu cooperar com repórter do Times, Douglas Jehl, que estava investigando o tratamento de Abu Zubaydah. Um agente, cujo nome não foi fornecido, opinou que o artigo “não ser necessariamente uma matéria constrangedora.”

Jehl, hoje editor de politica externa no Washington Post, “forneceu ao C.I.A. um esboço intensivo do seu trabalha, informando que ele ia enfatizar que as novas técnicas (de tortura) funcionavam bem. A matéria jamais foi divulgado.

Num e-mail, Jehl se disse que ele “trabalhava agressivamente  para perseguir and divulgar matérias sobre os tratamentos duros, num momento quando matérias sobre tortura pipocavam, embora esses fatos foram baseado em conversas reservadas com autoridades correntes e aposentados.

[ … ]

Kessler, entretanto, defendia seu livro e disse que ele tinha corroborado com o FBI.

“Esse relátorio não tem influência ,” dissse, acrescentando que foi  que foi editado pelos  Democratas que desistiu de conduzir entrevistas com muitos dos «players».  Pode um  State reclutar outros  para manter prisões secretos?

Repórter do Times,  James Risen disse on teirca-feira que o journal anônimo foi, de fato, The Times, e que a atividade era realizada ne Thailândis. O jornal publicou as detalhes mais tarde, em December 2003, mas en essas alturas Abu Zubaydah já tinha ido embora .

Arthur Sulzberger Jr., editor-chefe dos Times, defendia a decisão de adiar publicação da informação.

O relatório do Senate também enfocou um incidente no qual a CIA report also highlighted an incident in which the C.I.A. pressionou um jornal norteamericano até concordou em reter o pais no qual  Abu Zubaydah foi preso. A CIA preocupa-se que o artigo danificaria a tentativa da CIA de reclutar outros paises para hospedar prisioneiros especiais.

Um repórter do próprio Times, James Risen, disse na segunda-feira que o jornal tinha sido o Times mesmo e que o pais in questão era Tailândia. O journal divulgou os detalhes no decembro de 2003, mas naquelas alturas o Abu Zubaydah ja tinha levado embora.

Arthur Sulzberger Jr., editor-chefe dos Times, defendiu a decisão de adiar publicação dos dados.

“Houve um punhado de vezes quando o Times resolveu adiar a divulgação de certa matéria após ser convencido que a publicação inmediata poderia aumentar o risco a vida ou outra consequencia,” disse.

Nossa propósito sempre é a publicação assim como acreditamos que possamos fazé-lo, como fizemos nesse caso.

torturebook

dezembro 10, 2014 at 4:34 pm

A Dama Cinza | Psicoguerreira |

Colin Brayton:

I am announcing a return to blogging in (fairly mediocre) Portuguese prose ….

Publicado originalmente em The New World Lusophone Sousaphone:

Sabrina-Harman

Sabrina Harman, pivô do escândalo da prisão Abu Ghraib

Item: Report Says C.I.A. Used Media Leaks to Advantage (CIA utilizava vazamentos à mídia para ganhar vantagem)

Fonte: NYTimes.com (carinhosamente, «the gray lady»)

No meio de um curta nota, o Times confessa ter colaborado com a CIA (a ABIN deles) durante a Guerra Contra Terror

A Agência Central de Inteligênica vazou pautas a jornalistas na tentativa de moldar a percepção de que seu programa de prisão e interogatório era uma ferramenta útil na guerra contra o terror, segundo um relatório da commissão de inteligência do Senado, lançado na segunda-feira (547 pp.)

O relatrório tambem informou de que, em 2002, uma certa publicação, mais tarde revelado como ser o próprio Times, tinha concordado em reter informações sobre uma prisão na Tailândia, exortado pela CIA e o vice-president Dick Cheney.

Além de fornecer pormenores do uso de prisões secretos e as técnicas de tortura…

Ver original 25 mais palavras

dezembro 10, 2014 at 1:19 pm

Deu no Times | Éxodos e Enganos

Um vilarejo Potemkin

Um vilarejo Potemkin

Estou determinado de retomar meu blog em português, álias. Isso é um primeiro passo.

Ítem> Saudades da Ditadura | NYTimes.com.

SÃO PAULO, Brazil — No mês passado, mais que 142 mil brasileiros assinaram uma petição no site da Casa Branca estaodunidense. Pediam que o president Obama encarasse e por fime á “expansão bolivariana-comunista promovida pelo governo da presidente.”

Apos uma reportagem sobre as mais recentes manifestões — frequentemente essas são pequenos acumulações servem a mídia como figurantes nos seus vilarejos de Potemkin — Vanessa Barbara prova-se uma analista astuta mas meio torto.

Sobre o ódio da direita brasileira, ela explica as suas novas estratégias, mas ela cai na armadilha de equacionar 1,000 manifestantes como se fosse um movimento espontánea de massa.

Relatos de manifestantes pagos deslocado por onibus fretados para criar uma peça de kabuki no estilo de Tarantino, pequenos mas encrenqueiro, no lado de fora do Congresso.

A moça lá em Nova York cai na armadilha de equacionar 1,000 manifestantes como se fosse um movimento espontánea de massa. Agora, deu no International New York Times, com alguns caveats.

Quem é essa tal de Dilma?

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dezembro 3, 2014 at 6:19 pm

Antonio Patriota at the Kennedy School | February 11, 2013

Posted for later comment.

outubro 8, 2013 at 8:41 pm 1 comentário

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