«A Irmandade Mussulmana pretende matar as ONGs egípcias?»

CIHRS Organize Over

Segundo o International Republican Institute, é uma tendência perigosa: governos nacionais buscando refrear a entrada de dinheiro vindo de fora, abastecendo seu terceiro setor nativo, e assim ganhando influência sobre as instituções democráticas do país-alvo..

Se não me engano, os russos propõem legislação parecida.

O Instituto, entretanto, afiliado com o Partido Republicano estadunidense, teme que perderá sua influência se, como propõe o governor de Egito, toda e qualquer atividade do terceiro setor não pode mais se apoiar em dinheiro com fontes governamentais, tanto direta como indiretamente, e tanto contabilizada como não. .

Sem dúvida, a medida representa o rechaço da intromissão por parte de um enorme complexo de veículos de mídia, institutos de pesquisas, e os chamados «incubadoras» de redes internacionais — Considere a «caixa de ferramentas» do Instituto Atlas ou o «clearinghouse» sobre liberdade de expressão, IFEX.

A Irmandade Mussulmana pretende matar as ONGs egípcias?

The Christian Science Monitor
Por Kristen Chick
22 February 2013
Sugerido pelo IRI
Tradução: C. Brayton

Cairo — Um ministro do governo e integrante do partido político da Irmandade Mussulmana, o Partido de Liberdade e Justícia, propõe um Projeto de Lei altamente restringente eque segundo ativistas de direitos humanos prejudica a sociedade civil  e que marcaria uma virada preocupante por parte da Irmandade no sentido dos mesmos métodos empregados pelo governo Mubarak.

O rascunho do projeto de lei deve ser revisado antes de ser encaminhado ao legislativo para ser votado. Ainda assim, ativistas e líderes de várias ONGs enxergam no rascunho sinais de que o governo Morsi esteja adotando a filosofia de Mubarak, cujo governo enxergava grupos independentes como uma ameaça ao regime e que procurava restringir suas ações e suas finanças.

No ano passado, antes da eleição de Morsi, do FJP, o partido entrou com um projeto de lei que recebeu elogios cautelosos por parte das organizações de direitos humanos.  Na semana passada, Mohamed Ali Bishr, integrante importante da Irmandade e do FJP e ministro de desenvolvimento local, editou um projeto muito mais restringente do que outro proposto por outro ministério.

A lei em questãp ia meter o nariz nas detalhes das operações e métodos das organizações das ONGs, assim freando pesadamente a finanças internacionais das quais essas organizações dependem.

Pela primeira vez na história, a lei daria ao sistema de segurança nacional um papel na fiscalização de organizações do terceiro setor.

A passagem de uma lei parecida com esse PL faria com que as ONGs deixariam de trabalhar ativamente. Passarão a trabalhar sob pressão da nova lei e do governo. Deixarão de ser organizações saudáveis. Não haveria mais esperança de receber financiamento no estrangeiro para grupos que criticam o governo” disse Mohamed Zaree, gerente do Instituto de Estudos de Direitos Humanos de Cairo. (CIHRS).

cihrsarabifex

O tempo de Mubarak

O governo de Mubarak percebia organizaçãoes de sociedad civil, e ONGs de direitos humanos em especial, como uma ameaça. A maioria dependem de dinheiro vindo de fora, e Mubarak tentava restringir ou control esses fluxos financeiros. Quando Mubarak foi expulso por um insurreição popular in 2011, as forças armadas interviram e assumiram o govenor, mais ainda assim os oficiais responsáveis pela regulamentação de ONGs permaneciam.  Eles lançaram uma campanha de repressão contra ONGs estrangeiras ou financiada por fontes estrangeiras. Gabinetes foram alvos de blitz, dinheiro e equipamentos foram confiscado, e empregados foram investigados.

Por fim, acusaram 43 pessoas, entre os quais alguns norte-americanos, de recepção ilegal de dinheiro desde o extrangeiro.

Em declarações públicas antes do processo, oficiais do governo insinuava que os acusados trabalhavam pela desestabilização do país. A maior dos norte-americano fugiu do pais no ano passado, mas um ficou para enfrentar a denúncia.

Quando o FJP propus um projeto de lei sobre NGOs no ano passado, os militares ainda mandavam no Egito. Em pelo menos uma cabeçada do PL, o partido da Irmandade quase que plagiou as recomendações da CIHRS e outras organizações de direitos humanos.  Ativistas dizem que, apesar de trechos considerados problemáticos, o PL era visto como progressivo.  Os mesmos ativistas se dizem assustados quando receberam o novo PL do FJP. O PL revertou aos estipulações do Ministério de Seguros e Assuntos Sociais, que patrocinava a antiga versão favorecendo a jeito de Mubarak de lidar com os ONGs.

Amnesty International disse onte que o Ministério de Seguro e Assuntos Sociais recentment mandou uma carta ao Egyptian Organization for Human Rights dizendo que organizações locais são proibidos de engajar com “entidades internacionais” de qualquer jeito, a não ser que conte com o apoio das “forcas de segurança,” atuando sob a autoridade do primeiro ministro.

O primeiro PL foi introduzido pela Irmandade em circumstâncias muito distintas,” disse o chefe do CIHRS, Bahey el Din Hassan, que observou que o País estava governado por uma junta military na época. Agora, Morsi presidente and o FJP dominando o único foro legislativo que funciona, por enquanto, “A Irmandade tem tudo. Por quê fariam concessões à sociedade civil? Foi isso que mudou.”

Zaree disse que o PL foi apresentado durante uma reunião dentro do Ministério de Justiça na qual CIHRS tomou parte e disse que o PL é a obra do FJP.  O porta-voz do FJP, Mourad Ali, diria apenas  que o PL está sendo discutindo é ainda não finalizou-se. Recusou a responder outras perguntas, assim com fizeram outros integrantes do FJP.

Um oficial da presidência, que pediu anonimato, disse que “nós estamos estusiasmado em construir consenso subre a law de associações.  Nenhum PL sobre ONGs ainda tramita dentro do Conselho Shura, o legislativo do Pais.   Encorajamos o gabinete a suspender o processo até uma versão mais consensual seja pronta.”

Danos Feitos

Heba Morayef, diretor para Egito do Human Rights Watch (HRW), disse que os danos já são feitos quando a legislação começa com as provisões dos PLs mais repressivas, até quando mudanças são prometidas. “O problem é que uma vez uma linguagem restritiva é adotada, por mais que você tenta revisá-lo, as revisões tendem a ser limitados e superficiais,” disse. “O primeiro projeto é bastante signficativo.”

O projeto produzido pelo FJP quer impor restrições fortes sobre financiamento exterior.  Obliga as organizações a obter permisso prévio de um minister de governo antes de receber fundos. O ministro não é obligado a explicar seu recuso.  Ainda sob a lei vigente, autoridades rejeitam ou atrasam as fichas do organizações buscando dinheiro com orígem no extrangeiro.

Hassan diz que o veto ministerial pode ser utilizado contra organizações consideradas incômodas pelo governo — por exemplo, grupos trabalhando para documentar tortura ou abusos pelas forças de segurança nacional.

O que mais preocupa muitas ONGs é o articulo do PL que define todos os recursos financeiros, a não ser as mensalidades de integrantes, como “dinheiro público.”

Zaree, diretor por Egito da CIHRS, diz que a provisão tira o “não” da frase “não-governamental” e acaba “nacionalizando” a sociedade civil.  Tal definição daria ao governor maior poder de fiscalização e interferência no trabalho das ONGs — inclusive permitiria várias agências do governor o direito de auditar as atividades e finanças das ONGs em qualquer momento.

“Da para perceber que eles verem a sociedade civil como mais um braço do Estado.” Não seria mais independente,” disse.

Próxima Parada: O Xilindrô

Segundo Hassan, o PL permite aos oficiais do ministério o diretio to entrar nas proprieade da ONG em qualquer momento, revisar o quanto quiserem, and mandar empregados na mesma hora a serem interrogados pelo promotor.

O PL também criaria uma comissão que aprovaria o registro de ONGs internacionais. Tal comissão poderia rechaçar o pedido de qualquer organização se conclua que a sociedade egípcia não tenha necessidade de seus serviços. Por exemplo, integrantes da comissão podia resolver que não há necessidade de investigar a tortura o aumentar a consciência. “É uma critéria bastante ampla,” segundo Zaree.

Grandes ONGs Internacionais– BINGOs — que recebem financiamento governmental, direta ou indiretamente, não seriam permitidos a trabalhar no Egito.

Logo de inicio, um grande número de organizações nacionais seriam desqualificadas, inclusive nossa International Republican Institute e o National Democratic Institute, ambos alvejados pela medida. São affiliados com os Partidoes Republicano e Democrata nos EEUU e recebem a maioria das suas verbas peld Departmento de Estado, USAID, e o National Endowment for Democracy, também pago pelo contribuinte.

Para ONGs locais, o PL proposto mexe nos detalhes menores de como se organizar.

Aquelas que recebem dinheiro de fora teriam que preparar e entregar ao governo um relatório trimestral sobre suas atividades and finanças. Isso seria um fardo impossível pela maioria de NGOs, que seriam obligados a passar a maioria do seu tempo preparando relatórios em vez de trabalhando.

O mesmo não pode ser dito do IRI, que prepara seu Formulário 990 de cada ano, no nome de boa governança e sem reclamar de tamanha burocracia.

Mas ainda, o PL exige tempo de cadeia em vez de multas para quem não siga a lei.

Advogados de direitos humanos dizem que a lei impossibilitaria o trabalho de muitos NGOs internacionais no Egito, além de impedir ou obstruir a criação de ONGs locais.

Perguntado se o CIHRS seria capaz de funcionar sob a lei proposta, se adotada, Hassan disse, “Se for passado desse jeito, acho que não daria não. Se não fecharmos sozinhos, são eles que hos fecharão.”

netgephicihrs

fevereiro 28, 2013 at 10:41 pm

Amizade EEUU-Brazil | Arquivos Declassificados Sobre DOPS

vlado_ditabranda1

Soft dictatorship in Brazil, according to the Folha de S. Paulo. Author: Latuff

Li-o no Vi o Mundo:

Meio escandaloso em si, o important da revelação parece ser que, graças a um caderno que registrava cada um que encontrou, ficou possivel narra-se as idas e vindas de prisoneiros e forças de repressão.

Segundo outras fontes denunciadas pelo relatório, porém, aparece que esse tal de Claris Rowley Halliwell era um adido político ao consulado e não o cônsul mesmo.

Além disso, o Halliwell deixou poucos rastros da carreira dele — aparece apenas um aviso de que ele tornaria alvo dos grupos armados dentro do Brasil. Não se explique por que. Leia-se mais (inglês):

Agora, devido a toda a cobertura sensacional recebida pelo Wikileaks, é bom lembrar de que o governo — dos EUA, quero dizer — declassifica centenas senão milhares do documentos cada ano, uma obligação sob a Lei de Transparência, o FOIA.. É só navegar ao

As datas das materiais podem parecer meio ultrapassado, mas de fato coincide muito bem com a linha de tempo da Comissão de Paz no momento.

brazuke70s

Lá, no site da OPA, achamos arquivos oficiais desclassificados em 2006 depois de ser congelados desde o começo dos anos 1980.

Seria muito trabalhoso organizar e traduzir tudo que já li desses documentos, mas para começar, o seguinte é uma amostra do trabalho diplomático da época — com seus métodos e fontes e conselheiros de confiança dentro da população local.

De todos os indícios de interferência dentro do Brazil, havia uma pressão vindo do Tio Sam de acabar com a tortura e atrelar as pessoas responsáveis.

DEOPS |  Human Rights

O despacho enfoca a morte do jornalista Vladimir Herzog.

Vlado e o efeito Rashomon

Tradução mambembe é minha.

CONFIDENTIAL PAGE 01 BRASIL 10915 01 OF 02 231552Z 44 ACTION ARA-10 INFO OCT-01 ISO-00 PM-04 NSC-05 SP-02 SS-15 CIAE-00 DODE-00 INR-07 NSAE-00 PA-01 USIA-06 PRS-01 AID-05 PC-01 L-03 H-02 DHA-02 IO-10 /075 W ——————— 007217 R 231420Z DEC 75 FM AMEMBASSY BRASILIA TO SECSTATE WASHDC 3065 C O N F I D E N T I A L SECTION 1 OF 2 BRASILIA 10915 FOLLOWING RECD FM SAO PAULO DATED 21 DEC SENT ACTION BRASILIA INFO RIO DE JANEIRO AND PORTO ALEGRE NOW BEING REPEATED FOR YOUR ACTION: QUOTE SAO PAULO 2722 E.O. 11652: XGDS4 TAGS: PINS, PINT, SHUM, MILI, BR

1. Como é de esperar durante tais exercícios militares, uma fonte dentro do serviço de informações com quem falamos sobre o Caso Herzog, insistia, acima de todo, que as provas reunidas pela commissão militar de inquérito apontava definitivamente o Herzog como um suicido.

Enbora isso, o consenso entre nossas fontes na imprensa e os movimentos sociais inistiam que o Herzog morreu durante tortura.

2. Repetindo o essencial do seu discurso à imprensa no dia 17 dezembro pelo General D’Avila Melo, commandante do IIo Exército, nossa fonte disse que a extensão outorgada à comissão de inquérito serviu para permitir sua completação, junto como certas informações sigilosas. O general D’Avila foi citado dizendo que ”Os resultados desse inquérito são a melhor resposta contra quem conspira, mente e espalha boatos, tentando virar o Povo contra o Exército.”

Tal resposta parecia prenunciar o resultado do inquérito.

Segundo reportagens na imprensa, um relatório de 345 páginas apresentado pelo presidente do inquérito militar,o General FERNANDO CERQUEIRA LIMA, e após a aprovação do General D’AVILA, deveria ser entregue à segunda circunscrição da justiça militar no dia 18 de dezembro, o mesmo dia do que nossa conversa com essa fonte. Nossa fonte, que parecia possuir o relatório, ou partes dele, na mesa dele durante a entrevista, e folheava as páginas enquanto falava conosco. Disse que todas as provas foram recebidas e que o veredicto foi suicídio.

Então, num momento que poder ser interpretado como revelador, ele disse que o Exército sabia manter-se firme — au contrário, por exemplo do DEOPS estadual (referênica a uma reportagem do dia 18 dezembro sobre a tenativa de suícidio de um preso político, HEITOR CAVACANTI FORTE).

O significado disso pode ser que a verdade surja no caso por causa da notória rivalidade dentro de  DEOPS, mas que isso nunca aconteceria no quartel do Segundo Exército (por cause da sua unidade indomável de força disclipinada.)

3. Apoiando o diagnóstico de suicídio, além do relatórios do legista e do DEOPS, virou à tona o fato de Herzog someter-se recentemente a um tratamento psiquiatra.

Uma fonte nossa do ramo legislativo, for exemple, nos informou que Herzog foi atendido pelo mesmo psiquiátra do que deputado estadual ALBERTO GOLDMAN.

Essa historia de instabilidade psicológica é descartada pelos partisãos da Situação, sugerindo uma outra explicação pela alegado suicídio de Herzog poucas horas após a sua chegada no DEOPS.

Veja também o REFTEL (B), anexo, para as testemunhas de segunda mão do RABBI SOBEL segundo a qual não havia marcas no cuerpo além das queimaduras em volta do pesçoco.

4. Cardinal PAULO EVARISTO ARNS, no entanto, dize ter recebido um relatório no dia seguinte à morte de Herzog, fornecido a um jornalista pela antiga amante de um dos principais torturadores de Herzog. Le-se que Herzog foi morto por causa da tortura … Assim mesmo, o Senador MAGALHAES PINTO confiou a Arns que ele (e o Presidente Geisel, presumidamente) receberam relatórios similares sobre a causa do óbito. O pronunciamento importante de ARNS estava na sua bolsa.

5. Quase unánimos na crença de que Herzog não cometiu suicídio, nossas fontes jornalísticas geram especulações diversas sobre a questão de como Herzog faleceu e quais foram as causas de morte. (Alguns argumentam, com um degrau de lógica, que a resposta não faz diferença. Se cometesse suicidio, foi uma reação contra a coação que sofreu. Em qualquer case, o Exército fica responsável. Alguns jornalists dizem que era cardíaca e que a tortura provocou um infarto. Outros journalists especulam que foi morto num accesso de fúria quand recusou a assinar — e talvez amassou our rasgou — uma confessão preparada para ele assinar.

JONATHAN KANDELL do New York Times relatou que o Herzof foi engasgado pelo algoz.
6. Ja ouvimos outro relato que ouvimos que au nosso ver pode apoioar a tése de que Herzog morreu durante uma sessão de tortura. (Pelo risgo iminente ao qual os jornalistas nossas fontes sofreriam se seus relatórios veio à atenção do SNI e outros, estamos pedindo cautela especial na proteção de fontes.
Quando saiu do DOI, de noite, o RODOLFO KONDER editor internacional da revistas “VISAO” confiou a um amigo que ele e outro jornalista, George Duque Estrada … of the Estado de S. Paulo, estavam em uma célula ao lado de onde Herzog sofria torturas. KONDER e ESTRADA foram levados uma, ou talvez duas vezes na tentativa de convencer Herzog a admitir such culpa. (De que crimes ele seria culpado não sabemos. Provavelmente tinha ser com suas atividades dentro to movimento comunistas.
Os dois journalistas disse a Vlado que já confessaram e que não havia mais sentido em recusando de falar. De volta na célula deles, commeçaram a ouvir os gritos horrendos do Herzog. De repente, reinava o siléncio. KONDER teve certeza de que aquilo foi o momento no qua HERZOG foi assassinado. CONFIDENTIAL
FM AMEMBASSY BRASILIA TO SECSTATE WASHDC 3066 C O N F I D E N T I A L SECTION 2 OF 2 BRASILIA 10915
7. Nenhum de nossos contatos dentro da comunidade de direitos humanos civis acredita no relatório de DEOPS e o legista, que foram divulgados — pelo menos em parte — no número de novembro da revista “Ex.”
Presidente da Comissão de Paz e Justiça do arquidioscese de S. Paulo, DALMO DALLARI, advogado renomado e professor da faculdade de direito da USP, rejeitou o relatório, dizendo que todo mundo sabe que os legistas são na folha de pagamento das forças de segurança e que já falsificaram atestados de óbitos no passado.
(Nós percebem algumas discrepâncias durante nossa leitura dos dois relatórios. Também existe of fato de que as autoridades não permitem a família de someter o cadáver a um segunda autópsia.
DALLARI, CARDINAL ARNS e o presidente do sindicato estadual de jornalistas, AUDALIO DANTAS, todos acreditam que o General CERQUEIRA LIMA é um homem honrados que, se pudesse fazer valer sua vontade, teria feito jus ao inquérito.
No obstante, todos os tres foram altamente críticas da escolha de DR. AYRTON DE MOURA ARAUJO, que terira um sinistro passado como mão de ferro na persegição de indivíduos em casos de segurança nacional — Uma vez quis aplicar a pena de morte para estudantes em movimentos subversivos.
No mínimo, DANTAS esperava que o inquérito resultaria numa faxina discreta dentro do DOI e do Segundo Exército. Nenhum dessas fontes esperava uma admissão de que Herzog morreu por conseguinte da tortura sofrida. Nesse ponto, os linha-duras e os libertários concordam.
8. Nos acreditamos que não havia novas ondas de prisões no S. Paulo — diferentemente do que na Santa Catarina, p.ex.) desde a morte de Herzog. A informação do Senador Montoro é consistente com isso. Na tentativa de identificar outros casos de tortura, não tivemos successo.
CARDINAL ARNS disse que a tortura dentro do DOI parous abruptamente após a morte de Herzog. (Que não haveriam mais incidentes não tem sido cruzado com dados da commissão de paz e justiçam, visando uma informação mais oportuna.

O CARDINAL não sabe dizer se a situação reflete uma tentativa por parte de Geisel de reinar os serviços de segurança nacional, ou se talvez representa a tática adotado espontaneamente pelo Sistema.

ARNS gostaria de acreditar nessa última hipótese. Se haverá qualquer validade à noção de um Geisel em plena ascenção, deve-se esperar uma verdadeira faxina dentro do Segundo Exército — em vez de simplesmente fazer um rodízio com os piores elementos do velho DOPS — e também uma interdição permanente de tortura do DOI.

Uma corte marcial dos oficiais de alta patente seria boa demais de esperar, até nas melhores de condições. No entanto, as informações que possuimos nos leva a acreditar que os orgãos de segurança national continuam fora do controle. Acreditamos que as estimativas dos linha-dura e os libertários en Parágrafo 7 acima serão comprovados,

fevereiro 25, 2013 at 7:18 pm

O Mundo dos Militares

miitarywordfast

Uma impressionante nova ferramenta — bem, na verdade colegas vivem me corajando fazer o teste.  Talvez chegou a hora de abandonar OmegaT em favor deste dispositivo nem tão caro assim.

Vamos traduzir trechos do um artigo recente, PT>EN-US

CNV due to investigate textbooks at military schools
By Lair Amaro

Historical omissions mark books used in military schools. (more…)

fevereiro 11, 2013 at 1:32 pm

UPPs & O Mercado Imobliário

Favela_Vidigal

Deu no Guardian – tradução minha

A favela carioca vira imóvel de primeira | Compradores ricos andam comprando terrenos após a expulsion do tráfico

Sou o único cínico que enxerga em tal entusiasmo o começo de uma bolha das mais perigosas?

Como pode ler na minha tradução abaixo, a tése é de que o sucesso dos UPPs — instalado no caso de Vidigal desde janeiro de 2012 — está valorizando imóveis dentro daquelas comunidades.

Além de achar cedo ainda para falar dos efeitos dos UPPs — presente em 30 comunidades enquanto milícias atuam em 200 — eu também acho difícil sustentar essa tése — a análise e de Jonathan Watts — sem contar com a presença e os efeitos do outro submundo carioca, as milícias.

Por exemplo, da Agência Estado, de maio de 2012:

As milícias do Rio passaram a cobrar taxas para transações imobiliárias de moradores e a fazer agiotagem para manter o poder econômico nas comunidades.

Parece que se graduaram de transportes e Gatonet para serviços financeiros — agiotagem e hipotecas mercado-negro.

A denúncia é do estudo “A Evolução da Milícia no Rio de Janeiro“, feito pela Universidade do Estado do Rio (Uerj), que traça um perfil dos grupos entre 2008 e 2011.

De acordo com a pesquisa, as organizações se enfraqueceram e passaram a atuar de forma mais discreta para evitar investigações, mas continuam a intimidar moradores, fiscalizar condutas e a impor violência e medo às comunidades.

No relatório de Justiça Global sobre as milícis do Rio, duas testemunhas ao fato são citadas:

“Na venda do imóvel você paga taxa. Tudo paga taxa.” (Entrevistado n. 1, liderança de organização de comunidades)

“Não, a minha casa eu pago o meu aluguel, o meu senhorio já cobra um pouquinho a mais que é pra tirar o deles.[...] Se você vender um imóvel lá você tem que dar um dinheiro pra eles, se você comprar também.” (Entrevistado n. 31, Gardênia Azul, Jacarepaguá)

Longe de ser um mercado livre, então, seria mais uma prova do bom e velho dito de Mao: «o poder econômico vem do cano de um fuzil.»

Dizem que a milícia está presente em 200 favelas cariocas, enquanto o numero oficiais de UPPs fica na 30 — mas ainda não houve mais que um ou dois casos de superposição, segundo eu leu.

Levando essas incertezas em mente, vamos ouvir o Guardian.

Vidigal, A Nova Copacabana

Desde o alto de Vidigal, a panorama de praias e ilhas remotas é uma das vistas mais espetaculares de Rio de Janeiro. Turistas, pórem, dificilmente achará o local na maioria dos guias.

Até recentemente a favela do morro estava dominada por gangues de narcotraficantes e assim era considerada fora dos limites entre as classes média locais e internacionais.

Mas a favela esta sendo transformada. A policia tomou controle sobre as ruas e o tráfico não determina mais quem entra no território, a por isso, o valor de aluguel já subiu tres vezes nos últimos três anos.

Compradores mais abastecidos estão tomando conta dos melhores terrenos, corretores pipocam em todo lugar, e cada vez mais forasteiros estão entrando.

O conflito mais notável agora não envolve traficantes rivais mas investidores européios brigando sobre um terreno.

Andreas Wielend, um engenheiro austríaco, comprou uma casa dilapidada em 2009 que tranformou em albergue e boate. Tem a fama de oferecer vistas deslumbrantes e noites de dança eletrónica , atraendo centenas de frequeses, que festejam até o nascer do sol.

A mudança é dramático, mais não necessariamente pelo melhor, diz Wielend.

“Quando chegamos aqui, houve 15 caras com metralhadoras pesadas morando ao lado. Estava como se fosse uma zona de guerra. Nao houve eletricidade nem água. Então, entrou a polícia e os preços de imóveis subiram … a clima esta mais relaxado quando você não estava sendo abordado o tempo todo por especuladores em imóveis.”

A vizinhança de Wielend de repente virou entre os bairros mais badalados do Rio. Alguns 100 m distante, um hotel está sendo construido, dito, segundo boatos, financiado por dois dos homens mais ricos da cidade.

Um advogado de São Paulo aproveitou o mercado e comprou três casas ao lado. Uma profusção de boatos se espalham de que o ator Brad Pitt e sua esposa Angelina Jolie comprou um terreno próximo abun.

Wielend pagou R$ 34 mil por seu imóvel 15 anos atrás. Agora relata ser recebido ofertas de R$ 1 million. Foi essa bolha nos preços de imóveis que levou a uma batalha jurídica entre o austríaco o banqueiro alemao que vendeu-lhe o terreno.

No ano passado, Wielend voltou de uma viajem e achou que o ex-dono tinha confiscada a casa, mundando os cadeados and negando que qualquer contrato de venda fosse assinado. Desde então Wielend conseguiu persuadir a policia que ele é o dono por direito do terreno, e entrou com processo contra o alemao.

Esse tipo de tensão não é limitado a este ponto da Vidigal, diz ele. “Hoje em dia, há monte de gente lutando pelo posse, inclusive entre integrantes da mesma família. Tira as operações paramilitares da polícia contra o tráfico e o que vemos é um processo de «gentrificação» — valorização desmedida — do mesmo tipo visto em cidades como New York, London, Berlin and Beijing.

Nicola Tadini, um pesquisador desse tipo de processo social e econômico, diz que ele traz uma benção mista para os moradores de Vidigal, a maioria dos quais vem de famílias pobres que migraram do Nordeste.

“Essa é uma mudança de longo termo. Mais a Copa e as Olimpíades estão pressionando o processo. As pessoas estão investindo. Moradores podem alugar seus quatros por mais que tres vezes o alugel cobrado faz três anos. As lojinhas de rua tem cada vez mais com turistas-fregueses. Alguns são vendendo suas casas aqui e comprando grandes terrenos nos seus estados nativos no Nordeste.

“Por enquanto, então, as pessoas estão satisfeitas com a situação porque assim ganham dinheiro. Mas a valorização vai mudar essa comunidade. Em vez de relações entre vizinhos, começa-se a valer relações dono-empregado.”

Entre os mil e tanto de favelas da cidade, Vidigal sempre chamava a atenção pela vista espectacular, sua long história e as grandes artistas que preferiam morrer lá. Mas tambem pode ser um indicador de o que poder acontecer com as outras 39 favelas já “pacificada” pelas autoridades or que passarão pelo processo antes de 2014.

O preço médio de uma casa no Rio subiu 165% nos últimos três anos,segundo o ONU. Valores aumentaram mais rápido onde narcotraficantes tem sidos já não dominam a comunidade. SecoviRio, uma associação de corretores de imoveis, o preço de terrenos subiram 50% após as primeiras três invasões pela polícia.

Essas mudanças se encontram ainda estão em um estágio inicial, e variam de uma favela para outra, assim como faz a reação de moradores locais aos policiais altamente armados que patrulham as ruas e becos estreitos entre as barracas.

A maioria dos habitantes entrevistados pelo Guardian se disse feliz com as melhoras em policiamento e serviços sociais, embora vários ainda temiam ser despojados da suas casas ou não poder mais pagar os alugueis em alto.

Rocinha – o mais povoado favela no Brasil, com pelo menos 70 mil habitantes – ainda fica longe de ser gentrificado.

Ainda assim, um corretor de imóveis, que não quis se identificar, diz que a mensalidade para uma casa de dois quartos dobrou no ano passado, aos R$ 900, porque mais forasteiros estão mudando à região.

Me lembra de quando eu morava num bairro polonês de Brooklyn que de repente «aqueceu» com a vinda de uma onda de artistas e empreendedores.

A filha da senhoria, meiga e de fala mansa, apareceu à minha porta para perguntar: O senhor poderia pagar um aluguel maior daqui adiante? Eu: Quanto maior? Resposta: Muito, mais muito!

Dobrou de noite por dia e eu acabeu morando no saudoso Fort Greene.

Autoridades tem planos ambiciosos para melhorar a vida nas favelas, mais suas prioridades tem sido polêmicas.

Rocinha hoje conta com uma biblioteca pública onde moradores podem emprestar livros ou assistir DVDS. Também tem um eco-parque, ainda sob construção, um campo de ténis inaugurado no ano passado, e uma ponte que leva ao centro de esporte projetado pelo falecido Oscar Niemeyer.

Mas nada tem sido feito para sanar o esgoto fedentino que escorre pelas ruas e transbordam cada vez que cai uma chuva pesada. A situações de educação e saúde pública também estão em situação calamitosa. Tuberculose e dengue andam soltos. A maioria de pessoas moram em barracos simples sem sequer abastecimento de água.

“A biblioteca e a ponte são muito legais, mas ainda deve-se perguntar se estes são o uso de recursos sociais quando vemos crianças jogando numa rua cheia de cocô e xixi,” diz Lea Rekou, coordenadora do projeto Green My Favela, grupo que trabalha com moradores pela transformação de um aterro sanitário em hortas comunitárias.

En vez de gentrificar esssa área antes da Copa e Olimpíades, segunda Lea, a mudança mais importante é uma mudança em atitudes.

“A pacificação abriu um espaço. Você não tem que ser tão cauteloso quanto antes. Fica mais fácil relaxar,” diz Lea. “Mas meu interesse principal é efetuar uma mudança no jeito da classe média enxergar os afavelados — que considerem que devem ser controlados e pesadamente reprimidos pela policia.

janeiro 24, 2013 at 5:56 pm

A Fotoclonagem Fajuta do Doente Hugo Chávez

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Inacreditável: Um dos jornais globais mais respeitáveis do mundo, o El País se acha obrigado a tirar uma impressão inteira — algo que custa caríssimo — por causa de uma foto fajuta estampada na primeira página.

Luiz Egypto já escreveu a história dessa «barriga» no OI, destacando o papel de um «leitor vigilante» que desmascarou o foto — na verdade, uma lição para estudantes de medicina sobre cirurgia.

A primeira versão que eu encontrei: UOL Notícias.

O jornal espanhol “El País” publicou na madrugada desta quinta-feira (24) uma imagem falsa do presidente venezuelano, Hugo Chávez, durante o tratamento contra o câncer. O fato obrigou uma das mais respeitadas publicações do mundo a recolher das bancas a sua versão impressa de hoje, que trazia na primeira página a suposta foto de Chávez.

A imagem, de baixa qualidade, mostra um homem com tubos em sua boca. A foto chegou a aparecer com destaque na página principal da versão online do “El País” (foto), na madrugada desta quinta-feira, mas foi retirada do ar cerca de meia-hora depois.

Inicialmente, o jornal informou que a imagem havia sido registrada “há poucos dias” e que “não pôde verificar de forma independente as circunstâncias em que foi tirada, tampouco o momento preciso e o lugar”.

Horas depois, o periódico publicou nota, se retratando do erro. “O El País retirou de sua página na internet a foto que mostrava um homem entubado em uma cama de hospital e que uma agência de notícias havia fornecido ao jornal, afirmando que se tratava de Hugo Chávez, presidente da Venezuela”, informa o comunicado. “O jornal abriu uma investigação para determinar as circunstâncias do ocorrido e os erros que tenham sido cometidos na verificação da fotografia”, disse o jornal em comunicado.

Ainda de acordo com o “El País”, “ao constatar que a imagem não era de Chávez, o jornal paralisou a distribuição de sua edição impressa e enviou uma nova aos pontos de venda”. O jornal esclareceu ainda que “o incidente pode ocasionar que a edição desta quinta-feira não esteja disponível em algumas bancas, tanto na Espanha como fora do país”.

O ministro das Comunicações da Venezuela,Ernesto Villegas, criticou o diário. Em sua conta no Twitter, ele classificou como “grotesca e falsa” a foto publicada na primeira página do jornal.

Veracidade da imagem em xeque

Minutos após a publicação da imagem pelo UOL, um internauta denunciou que a imagem era falsa. “Este não é Chávez. Procurem no YouTube pelo vídeo ‘Intubacion de Acromegalia AMVAD’ e vocês vão ver o vídeo de onde tiraram esta foto”, afirmou.

A reportagem do UOL assistiu ao vídeo em questão e constatou semelhanças entre as imagens sem poder, no entanto, atestar a veracidade da foto. O “El País” não cita o vídeo em seu comunicado.

Luiz Egypto já escreveu a história dessa «barriga» no OI.

O pior estava por vir. Afora o constrangimento suscitado por um erro dessa magnitude, a impressão da edição em papel do jornal precisou ser interrompida – com sérios prejuízos à logística de distribuição – para que a “barriga” fosse eliminada de suas páginas. A malfadada foto estava estampada na primeira página, em quatro colunas (a página padrão do El País é de cinco colunas), com uma chamada de quatro linhas, no alto, à direita: “O segredo da doença de Chávez” (El secreto de la enfermedad de Chávez).

Foi, certamente, uma madrugada terrível para os editores do jornal. No entanto, além dos prejuízos éticos e financeiros, depois do cristal trincado será sempre muito difícil recompô-lo.

Guardian e Huffington também deu destaque ao episódio. O Guardian mostra uma leitora perscrutando à capa.

El Pais

Se consguiu uma cópia, não abre mão. Va ser histórico, como a manchete que anunciou a vitória de Dewey nas eleições Dewey-Truman.

Deweytruman12

Fonte: Wikipedia

janeiro 24, 2013 at 2:36 pm

Sobre O Caixa Dois de Tio Sam

electionscon

Como operadores sombrios faziam uso de ONGs de farsa e empresas fictícias para canalizar dinheiro e origem misterioso nas eleições de 2012

Por mais que eu leio sobre o assunto, o fenómeno da Caixa 2 à la brasileña parece cada vez mais um caso de puro amadorismo — tira da ATM, enfie as cédulas na cueca e as meias e assim a coisa anda.

Por isso, achei interessante o relatório que segue pelo fim de comparações entre nossos dois grandes pela mesma natureza.

Cerca de 20% de todas as doações aos Super-PACs foram contribuidas por ONGs de fachada, ou seja, «ONGs de dinheiro escuro».

Fonte: PR Watch.
Translation: C. Brayton

Doadores misteriosos verteram milhões de dólares nas eleições de 2012 por meio de ONGs de fachada e testas de ferro, apesar do apoio difundido entre o grande público em favor de divulgação financeira e apesar de décadas de jurisprudência defendendo o direito do saber as fontes de gastos nas eleições.

Um novo relatório do U.S. PIRG Education Fund e o Centro pela Mídia e Democracia descubriu que doações por meio de ONGs de fachada foram 17% de todas as doações aos chamados SuperPACs.

PACs são arrecadadores do doações políticas e podem gastar na promoção desse candidato ou doutro, enquanto os novos SuperPACs, por lei, não podem coordenar com partidos políticos ou candidaturas.

Mas brechas nessa lei não faltam. Tecnicamente, o resultado desses limites é uma campanha de propaganda enfocando apenas debates públicos em geral sem referência direita ao oponente alvejado.

Melhor acreditar em Papai Noel. O auge desse movimeto foi a campanha de 2004 contra o democrata John Kerry, que teve seu — perfeitamente honrado, puxa: foi baleado e resgatou um companheiro sob fogo cruzado — currículo como soldado atolado na lama por um grupo organizado como um dessas  SuperPACs. A campanha não foi considerado uma atividade em favor ou em contra um ou outro dos candidatos.

moneysources

Na verdade, foi um golpe de mestre preemptivo. Os conselheiros do Bush Filho percebeu um ponto de vulnerabilidade no serviço militar do Bush Filho durante a guerra de Vietnã. O Filho e Espiritu Sancti escapou a convocação geral com a ajuda do seu poderoso pai e acabou servindo no seu próprio estado de Texas.

“Sabemos que um punhado de doadores ricos tentaram exercer um nível inédito de influência durante as eleições de 2012, embora não sabemos donde veio — ou de quem — o dinheiro que realmente financiava o pleito. Nem podemos confirmar se o dinheiro virassem de cidadãos ou empresas norteamericanas,” disse Brendan Fischer, conselheiro jurídico do CMD.

“Quando eleitores não podem rastrear o dinheiro gasto, não podem fazer escolhas racionais nas urnas. Enquanto bilionários e grandes empresas conseguem contrabandear dinheiro por meios duvidosos, o poder desse dinheiro sujo oculta a influência indevida desse dinheiro e impede que os cidadãos tomassem um atitude contra essa distorção da nossa democracia,” disse o co-autor do relatório, Blair Bowie do U.S. PIRG Education Fund.

Graças em grande parte à decisão do Supremo Tribunal  no caso de Citizens United x FEC, as eleições de 2012 foram as mais caras na história do mundo.  Enquanto a jurisprudência do caso Citizens United abriu a porta para o crescimento de gastos em eleiões, a maioria dos ministros também inistiram no principio duradouro de que a identidade de doadores deveriam ser divulgados. Apesar desse consenso sobre o imperativo de divulgação, os eleitores de 2012 podiam saber da orígem de apenas dois-terços  do dinheiro gasto.  Somando o dinheiro que não era divulgado, o nível de sigilo fica cada mais radical.

As entidades conhecidas como “ONGs de dinheiro escuro,” que não divulgam seus doadores, relataram gastos de $US 299 milhões durante a campanha de 2012. Somado a isso, pelo fato de que esses grupos publicaram os chamados “anúncios sobre assuntos gerais” — os quais não precisam ser fiscaiizado se divulgado no dia das eleições — os gastos desse ONGs eram muito mais alto do que isso.

“A intervenção em uma eleíção não deve ser a principal atividade de um ONG, mas essas de “dinheiro escura”abusam das regras de isenção tributária, uma vez que são dutos para que dinheiro de grandes empresas e empresarios influenciassem as eleições,” observou Fischer, continuando, “Algumas ONGs de dinheiro escuro pode aproveitar-se de um truque de contabilidade para fechar as contas políticas e não políticas, prática que leva a um ciclo de campanha continuada e influência de interesses especias, sem transparência ou de responsibilidade pública.

Ao contrário dessas ONGs de Dinheiro Escuro, os Super PACs são obrigados a divulgar a identidade dos seus doadores, mas bastante doadores driblam essas reglas criando  as laranjas que podem ser utilizados para contrabandear quase $17 million aos Super PACs. Entre todos as doações aos Super PAC por meio de grandes empresas, quase 17% veio de laranjas que parece não ter sido montadas senão para infundir dinheiro nas veias das campanhas and guardar o sigilo das fontes verdadeiras a sete chaves.

”Essas laranjas minam a integrity de nossas eleições pela opacidade delas, que dribla as regras de financiamento de campanhas para proteger os doadores ou, pior ainda, pode servir de branquear as capitais de criminosos ou terroristas.  elections,” segundo Bowie.

janeiro 23, 2013 at 5:50 pm

Pega o Preguiçoso Ladrão!

YouTube informa: Segundo a Globo, o bicho-preguiça é ladrão!

Recebemos reivindicações de direitos autorais sobre o material que você enviou, como segue: de Rede Globo de Televisão sobre o vídeo «Execution Style: Globo on the latest military police scandal», legendado por C. Brayton

ID do vídeo: 7PEvxiQZjQk

Observação: incidentes repetidos de violação dos direitos autorais resultarão na exclusão de sua conta e de todos os vídeos que você enviou. Exclua todos os vídeos sobre os quais você não possua os direitos necessários e não envie vídeos infratores.

Se não estiver certo do que isso significa, é muito importante que visite nosso guia Informações sobre direitos autorais.

Pena que a Escola de Direitos Autorais no site do YouTube não pode ser embutido numa nota como essa.

Era uma vez que eu vivia fazendo montagens nas quais traduzi trechos de vídeos sobre assuntos da atualidade. Eu achava que estava tomando as providências necessárias e justas quando da identificação das fontes das materiais. Agora acho que será muito fácil ser mandado embora do YouTube, pela quantidade de «mashups» que já fiz.

Pelo visto eu deveria baixar todos esses «noticiários surrealistas» antes de perdé-los quando o Globo resolve me perseguir. Nos meus «mashups», sempre tentei seguir a regra de «fair use» — o uso de um trecho limitado pelo propósito de comentar criticamente.

janeiro 20, 2013 at 1:41 pm

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