Lusofonia

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O trabalho do dia feito — “Devolverá o fruto do seu trabalho e não o engolirá; do lucro de sua barganha não tirará prazer nenhum” (Jó, 20:18) — está na hora de exercitar a lusofonia, definida pelo eminente filólogo Antônio Houaiss (um péssimo tradutor de James Joyce, mais, justiça seja feita, quem já conseguiu verter o ínclito Guimarães-Rosa para o inglês?) como:

conjunto daqueles que falam o português como língua materna ou não

Eu sou da turma do “ou não.”

Aterrissei por ocaso nesse país tropical, me casei com lusófona, e agora sou lusófono também.

Lusófono com sotaque que tortura os ouvidos, mais quando, pelo telefone, peço pizza com pepperoni, é isso que motoboy traz.

Qual outra verdadeira medida de lusofonia poderia haver? Sou lusófono.

O gato jamais teve esse problema.

Fez a grande migração de Brooklyn pra cá no cabine de um 777 do TAM — mijou no meu colo em algum lugar seis kilometros acima da Bacia do Orinoco, dentro daquele buraco negro no radar, não duvido — e continuava gatófono como antes.

Como invejo a sorte dele.

A necessidade de falar: que fiz eu para merecer tanto?

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1 comment Dezembro 8, 2008

A Balada de Diogo Mainardi, Pistoleiro

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Sendo mortos assim, então, Mainardi, ¿porque no te callas?

Eduardo Neco disse no Porta IMPRENSA que Diogo Mainardi teria dito no podcast dele que algum colunista do BBC teria dito que a arte do blog e do podcast já morreu — uma noção antecipada pelo Jarod Lanier no seu ensaio O Maoismo Digital:

Em seu podcast semanal no site da Veja Online, o jornalista Diogo Mainardi declarou a morte de blogs e podcasts. “Os blogs morreram. Os podcasts morreram. É melhor fechar a braguilha e fugir envergonhado desse ambiente escatológico, degradante”, diz parte do podcast “Os blogs e podcasts morreram”. O raciocínio de Mainardi foi inspirado por texto publicado pelo colunista Ivan Lessa, na BBC. “Acabou aquela história de escrever palavrão nas paredes dos mictórios públicos. Blogueia-se, ao invés”, escreveu Lessa.

(Interessante, o assunto da capa da Veja dessa semana sendo “A ética da nudez,” que Mainardi pensaria na sua braguilha. Só Freud explica (para repetir um lugar comun cansadíssimo.))

Agora: Sendo assim, ô Diogo Mainardi, ¿porque no te callas?

O famigerado (e condenando na primeira instância, porém tenha facilidades em instâncias superiores) difamador da Veja reclama da chamada blogosfera, que só falo mal e grosso (sífu!) dos cavalheiros da imprensa profissional, respeitável e responsável, como o mesmo e muito moralista Mainardi.

A respeito da possibilidade do livre discurso dos blogs gerar ofensas desmedidas e desnecessárias, o jornalista usa o exemplo do colunista Vinicius Torres Freire, da Folha Online que foi, segundo Mainardi, “coberto de insultos pelos blogueiros lulistas”. Ainda, ironiza e diz que, até pouco tempo, este tipo de insulto era dirigido apenas a ele e a Reinaldo Azevedo.

(Se não me engano, foi o Mainardi que chamou um jornalista que eu respeito muito, o Luis Nassif, de “mascate,” referindo-se aos antecendentes árabes do mesmo, aparentemente.)

Mais quanto à blogosfera, a Veja visívelmente faz a maior força para dominá-la.

Os resultados dos motores de pesquisa dos blogs são repletas de referências ao Mainardi e seu cumpádi Azevedo, por exemplo. A chamada blogosfera é o meio deles. Quando convenha, eles não são da grande imprensa. São da (faux) mídia alternativa.

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Add comment Dezembro 8, 2008

Versos Malversados Sobre A Mesmice de Sempre

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Puxa vida que semana
De trabalho e encrenca
Quando lemos as manchetes
Percebemos: o mundo despenca
Ô, a bolsa de valores
Parece estar nos estertores
Porque as apostas alavanca

Puxa vida quanta briga
Tá contada na imprensa
Com boatos e disse-que-disse
As suas páginas adensam
Se em cana Dantas ia
Por safado mordomia
Ou a apuração suspensa

Minha nossa tanta lenga
Lenga sobre vazamentos
Cada colunista tendo
Alguma coisa que acrescenta
Pra furar o concorrente
E fazer que se desmenta
Os boatos que apresenta

Ai ai ai como que eu faço
Pra saber quais são verdades?
Se chegasse o apocalipse
Ou são só banalidades?
Bem: sugiro que não leja
Aquela vil revista Veja
Que só julga com aprioridade

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Add comment Novembro 22, 2008

Editora Abril: Salve o Jabaculê!

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Paródia da Veja, edição de setembro de 1929: "O projeto Nazista para montar o dirigível mais seguro de todos os tempos."

Quanto vale a opinião deles: Curioso, o entusiasmo pelo jabaculê demostrado nesse artigo que apareceu na última ediçao da revista Enxame.

O paulista Tiago Dória já se acostumou a passar pela portaria do prédio onde mora, no bairro do Sumaré, na zona oeste de São Paulo, e sair abarrotado de pacotes. Recentemente recebeu, por exemplo, uma barraca enviada pela Fiat. Neste ano, sua caixa de mensagens eletrônicas também passou a ficar atulhada com convites para eventos como festas, happy hours e seminários, vindos de empresas como a fabricante de celulares Nokia e a distribuidora de energia CPFL.

Ah, é? Então, em troco de falar bem do turmê recente da banda REM, o dito blogueiro recebeu ingressos?

A Editora Abril parece sonhar com um novo jornalismo no qual jabaculê seria visto como uma virtude em vez de um vício.

É só olhar o chamado Código de Conduta que a empresa estreou com tanto alarde ainda nesse ano.

Em qualquer outra organização jornalistica mundo afora, qual seria o valor máximo dos brindes que podem ser aceitos por jornalistas?

Resposta: R$0.

O¢.

€0.

¥0.

E assim adiante.

O jornalista não pode aceitar nenhum brinde com valor comercial de ninguém.

Na Editora Abril, entretanto, segundo tal código: R$100.

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Add comment Novembro 14, 2008

Ensaio sobre a rasteira: Lee Atwater, Carlos Lacerda e o “estilo neocon”

Luis Nassif tem toda razão quando ele fala do “estilo neocon” da imprensa tupiniquim, e da revista Veja em particular.

Paulo Henrique Amorim, entretanto, uma voz mais estridente, insiste em tachar essa mesma turma do PIG – o “partido da imprensa golpista.”

Numa entrevista com a revista Caros Amigos, Nassif mostrou um certo receio de ir tão longe, analisando que a imprensa marrom seria essencialmente venial e oportunista, pensado só em alimentar os preconceitos preexistentes dos leitores para poder manter e aumentar as vendas.

Me lembro das cartas zangadas que apareceram na revista em resposta, insistindo que a Veja seria, sem dúvida, “a final flor de fáscio,” comprometida carne e osso politica e ideologicamente com uma extrema direita recrudescente e tosca.

Sempre que surge tais denuncias, eu tenho vontade de explicar para o leitor brasileiro o que realmente significa esse “estilo neocon” — de onde veio, quais os objetivos e pressupostos dele, e sobretudo quais a técnicas de comunicação social empregadas por esse movimento da ultradireita extremista nos EUA, instituída por antigos trotskistas como Richard Perle.

Para isso, no entanto, seria necessário resumir uma longa e complicada historia.

Um dia vou tentar. Se der tempo.

Entretanto, continuo curioso também sobre quais podiam ser as ligações entre esse “estilo neocon” e o estilo neo-Lacerdista do qual a Veja abertamente jacta-se.

Como é que é? A Veja Lacerdista? É.

Como prova disso, eu tenho a lembrança de comprar uma edição do semanário lá em 2002, 2003, 2004. Dentro da revista, houve um código de acesso, uma senha, para o leitor entrar no site e ler os conteúdos lá.

A senha foi: NOVOLACERDA.

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Add comment Novembro 12, 2008

O Bienal do Vazio e Outras Nonadas Sambojanas

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Vai vai vai (não vou)

Como a minha querida Bicha-Preguiça está de ressaca danada hoje, cancelou-se nosso domingo no parque, com visita programada ao chamado Bienal do Vazio.

Tambem conhecido como o Bienal da Cidade Limpa — patricínio Frangobrás, Nossa Caixa, a Fundação FHC, Bill Gates (como bilionário físico) e as Organizações Tabajara.

Não ir ver o naõ-Bienal: Seria a mesma coisa que ir e ver? Ganhamos perdendo?

Eu tenho uma sugestão. Para montar um Bienal do Vazio pra valer, e conseguir uma fazanha pós-moderna inesquecível, faz o seguinte: Não convida artista alguma, não monte exibição alguma, não abra as portas para receber público nenhum.

Desse jeito, você corre risco zero de ver o vão preenchido por pixadores (vich!) do movimento sem-tela.

(Percebeu o trocadilho lá?)

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Add comment Novembro 9, 2008

Pânico na Vila

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Homem mata psicóloga da Unifesp a tiros na Vila Madalena: Ou, na verdade, na Vila Beatriz, não muito longe do galho desse Bicho-Preguiça e sua querida Bicha-Preguiça.

Deu na Folha de S. Paulo na quinta-feira.

A psicóloga Renata Novaes Pinto, 44, foi morta com um tiro na cabeça na Vila Madalena, zona oeste de São Paulo, na manhã desta quinta-feira. Informações preliminares da Polícia Militar apontam que ela teria sido vítima de uma tentativa de assalto.

O crime ocorreu por volta das 7h15, quando Renata estava sozinha em um carro na rua Judith, perto da rua Beatriz. A Polícia Militar não soube informar, no entanto, se o criminoso tentava roubar o veículo da vítima ou se algo foi levado.

Temos informações que deveria ter sido um assalto, apesar de não sabermos se houvesse tentativa de roubo ou se algo fosse levado.

Temos informações e, no mesmo momento, não temos informações algumas.

Eis a sua gloriosa PM.

Como a imprensa brasileira, tiram conclusões divorciadas dos fatos.

Aconteceu na Rua Judite — como saiu, corretamente, n’O Globo. A imprensa carioca conhece São Paulo melhor do que a reportagem local da Folha, é isso?

Não existe Rua Judith que atravessa a Rua Beatriz.

Segundo o G1 (Globo), foram tres tiros. Tambem segundo o G1, a senhora morreu de um tiro só e deveria tratar-se de de um assalto.

Segundo O Globo, o marido da vítima ouviu dois tiros, nada de valor foi levado, e o marido de uma paciente da psiquiátra, que teria culpado ela pela separação do casal, ficou suspeito de ter mandado o crime.

Hoje, soubemos que o moto foi identificado, que deve levar aos “executantes” do crime.

Mais importante dos fatos, porém, pra Globo, seria o fato do que dois moradores da região — conhecido como Vila Beatriz ou Sumarezinho, ou mais genericamente como Alto de Pinheiros — ficaram assustados.
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1 comment Novembro 8, 2008

Deu na Veja: Larry Rohter, o herói da liberdade de ser inútil

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Deu no Observatório da Imprensa hoje, sobre a resenha do livro de Larry Rohter, que está para chegar nas livrarias, divulgada na última Veja .

Escreve José Paulo Lanyi:

Não quero dizer que o trabalho de Larry Rohter deva ser rejeitado em bloco. Busco apenas, em consonância com os exemplos que apresentei, sugerir cautela diante de afirmações como estas do artigo da Veja:

** “Goste-se ou não, um repórter inquieto e um estrangeiro que conhece o Brasil melhor do que muitos brasileiros”;

ou:

** “Larry Rohter é um repórter inquieto, um representante da melhor tradição americana da liberdade de imprensa. É bom que o galo cante sem precisar da autorização do mandante da ocasião.”

O primeiro enunciado falha em sua tentativa de atribuir credibilidade ao jornalista. Ser um repórter inquieto e conhecer o Brasil melhor do que muitos brasileiros são asserções que, ainda que possam ser verdadeiras, não apóiam uma conclusão como: “Por isso, Rohter merece o nosso crédito”, ou “Logo, Rohter é um jornalista cuidadoso que busca ser fiel aos fatos”.

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Add comment Novembro 5, 2008

Política Rasteira, Lá e Cá

Para CNN, Obama = Osama.

Interessante, a nota no Observatório da Imprensa hoje sobre o contrato que a Folha de S. Paulo assinou com o New York Times.

A Folha vai divulgar conteúdo da chamada Dama Grisalha, como outros vehículos vem fazendo.

Chama-se de “parceria de conteúdo.”

Em efeito, mais um passo no sentido de pleno desemprego para jornalistas de cá.

Costuma-se dizer que quando o cão morde o homem, não há novidade.

Quando o homem morde o cão, isso sim dá manchete.

Novidade, portanto, seria o New York Times divulgar conteúdo da Folha de S. Paulo nas suas páginas, em vez de mandar um correspondente pra cá. Imagina o Macaco Simão traduzindo tucanês para inglês ver.

Agora, falando de lá e de cá, eu tambem tenho projeto de traduzir conteúdos que não costumam dar na Folha nem no New York Times — um jornal que não tem quase nada a ver com Nova York, aliás.

Sua cobertura do Congo fica mais ampla do que a sua cobertura daquele Contintente Misterioso noutro lado da ponte de Brooklyn, como nós do outro lado do rio vivemos reclamando.

Se quiser saber de como vão na cidade de Nova York, o Times não é a maior fonte. (Melhor ler o Newsday, o tabloide de Long Island). Deve mudar de nome para o Mundo Metrosexual ou coisa e tal.

Em fim: Lá e cá.

Ken Silverstein da revista Harpers (EUA) anota: Um professor universitário tachado pelo presidenciável John McCain como “neo-nazista” já recebeu apoio financeiro da fundação que McCain presidia.

Trata-se do “não-partidário” International Republican Institute (Instituto Republicano Internacional), que recebe verbas públicas do Congresso pela “promoçao de democracia no estrangeiro.”

(Nossa atrapalhada negociadora na rodada de Doha, D. Susan Schwab, é casada com o atual presidente do Instituto.)

Aqui no Brasil, entretanto, há quem promovem a suposta ligação entre o PT, as FARC, e o PCC.

Na reportagem de Leandro Fortes na revista CartaCapital, sobre a reunião no Clube Militar de Rio em Agosto, por exemplo, apareceu um advogado dizendo que, além do PT, as FARC, e o PCC, o IRA e o ETA tambem participou nos atentados contra a PM de São Paulo no maio de 2008, numa conspiração global para minar a candidatura de Geraldo Alckmin.

Geraldo “Não sou do Opus Dei” Alckmin tem tanta importância como estatista baluarte anti-banderna que os aposentados revolucionários protestantes da Irlanda do Norte ficam preocupados com a possivel ascendência dele à presidência do Brasil.

O ex-presidente de Espanha, José Maria Aznar — colega do seu bem-querido FHC no Club de Madrí — anda mundo afora pregando que o MST, Evo Morales, Osama bin Laden, os proponentes da Bilhete Única, las Madres de la Plaza de Mayo, e nós que somos afins do sistem operacional Linux são todos parte de uma grande tsunami de barbaridade, tchê, ameaçando a civilização occidental.

Lá nos EUA, entrentanto, qualquer Mohammed, Nassif, Rashid, Kamel, Alcantara, Maluf ou Hussein fica tachado de terrorista. Coitados dos Sikh, que usam turbantes (enquanto a maioria dos árabes nos EUA não usam) são confundidos por musulmão e espancados na rua. Falando em barbaridade, tchê.

Não passa desapercebido que Obama rima com Osama.

Trata-se do mesmo apelo ao medo, preconceito, ignorância, paranóia e pânico moral.

A pergunta interessante é o seguinte: Que ensinou quem a fazer a política de pânico moral? Nós gringos aprendemos com Carlos Lacerda e a UDN, ou fomos nós que ensinavam eles a bater na tecla de vastas, escuras ameaças?

Silverstein escreve, e eu traduzo mal:

Uma das piores baixarias dessa eleição toda foi a nojenta tentativa por parte da campanha de McCain de tachar o professor Rashid Khalidi de terrorista … Como se sabe, Khalidi é um estudioso norteamericano de orígen palestino que dirige um instituto de pesquisa sobre a Oriente Média na Universidade de Columbia.

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Add comment Novembro 3, 2008

Clipping: A Tosquia de Notícias

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Clipping e advanced search: estrangeirismos tipo zapping ou coffee break. O mundo é minha bola de sorvete. De milho, de preferência.

Para o viciado em notícias, talvez o melhor blog do Brasil seria o Clipping do Ministério de Planejamento.

Lá, dá para ver, de imediato, quais são os destaques e pautas de todos os jornalões e semanários formadores de opinião. Aí, dá para ver facilmente qual é o vil jogo deles, não dá?

Radiobrás tambem tem seu clipping — serviço de recortes, em bom português — mais só para servidor público.

O serviço do Planejamento sofreu (or aproveitou, dependendo do seu ponto de vista) uma mudança importante nas últimas semanas quando deixou de utilizar o servidor ASP de Microsoft e introduziu o Zope, um software livre para portais internetisticos (se me permitam o Seu Creysonismo).

Segundo a última fonte de toda sabedoria (e bobagens):

O ASP (de Active Server Pages) é uma estrutura de programação em Script que se utiliza de VBScript, JScript, PerlScript ou Python processadas pelo lado servidor para geração de conteúdo dinâmico na Web. Ele roda/corre nativamente em servidores Windows, através do serviço chamado de IIS (Internet Information Service) – o servidor web da Microsoft, ou do PWS (Personal Web Server) em ambientes com Windows 98. Além disso ele pode rodar/correr em outras plataformas, como Linux no servidor Apache quando usando um Módulo de um programa como o Tomcat

Resultado do qual, muitas vezes: Uma porrada de mensagens indecifráveis sobre erros no servidor, em vez do conteúdo procurado.

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Add comment Novembro 3, 2008

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