De Volta da Praia

Padrão

//i113.photobucket.com/albums/n216/cbrayton/Stuff/lookadog.jpg?t=1231250251” cannot be displayed, because it contains errors.

“Todo ahí era grandioso para el observador echado en la arena, que sin dificuldad olvidaba las dimensiones del paisaje, en verdad minúsculas. Despertó Álvarez de su esimismamiento, descalzó unos piecitos blancos que, a la intemperie, resultaron patéteicamente desnudos, hurgó en la bolsa de lona, encendió la pipa, contempló el mar e preparó el ánimo para un prolongado paladeo de la beatitud perfecta. Con asombro advirtió que no estaba feliz.” –Alfredo Bioy-Casares, “El Gran Serafin”

Eram assim nossos dez dias de folga, desligadas todas as teleconexões e alugada uma casa rústica não muito longe da divisa com Rio de Janeiro, na beira da estrada BR 101.

Eu, pelo menos, me achava surpreendentemente infeliz apesar de ficarmos na Ilha das Couves quase todos os dias, eu lendo aquela biografia de Assis Chateaubriand dos Diários Associados.

Fábio (encima) não.

Ser mais delirantemente feliz não se achava no mundo inteiro.

Mais porque tão infeliz? Como a personagem de Bioy-Casares, talvez, eu me sentia assombrado por presentimentos do fim do mundo. Ausência total daquele sensualidade e misticismo bossa nova de sol, mar e gaivota. Eu só percebia os urubus.

De volta pra Samboja e ligado de novo aos NETs, eu leio que, segundo um estudo citado no jornal Boston Globe, a vida nas grandes cidades leva a uma deterioração nas faculdades mentais.

Confusão demais.

Pois é.

//i113.photobucket.com/albums/n216/cbrayton/Stuff/roisteringtupis.jpg?t=1231507428” cannot be displayed, because it contains errors.

Encima: O inferno são os outros, Ubatumirim, festejando o Ano Novo fazendo Iêmanjá engasgar no escapamento de dune buggy.