A Rede Hoje: A Caça-Fantasmas da SEC

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Eu Disse, Não Disse?

A juventude hacker gosta mesmo da fonte Comic Sans — fonte TTF e propriedade exclusiva — ® — de Microsoft, se vocês não entendessem a brincadeira.

A raposa da imprensa marrom pula o bicho-preguiça.

Eu uma vez tive um site meu «pwneado» por um bando de turcos malucos. Montei só para ver como foi um CMS LAMPP dos centenares que tem agora. Pode ter sido Joomla, se me lembro bem.

Escrevi pros caras dizendo que não era nenhuma fazanha pwnear  um site montado por um formado em poesia que não sabia a primeiro coisa sobre segurança de PHP.

O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), condenou o ataque de hackers ao site do PT. “Tem de haver investigação pela Polícia Federal. É bom que tudo seja esclarecido para que a eleição comece em ordem”, disse Guerra, que é coordenador-geral da campanha de José Serra. Hoje o PT divulgou nota onde insinuava a responsabilidade do PSDB pelo ataque.

Insinuava? Está assinado embaixo.

Me lembra da pichação encontrada nas ruínas de Pompeia:

Os vagabundos que durmem no parque votam Flavius prefeito!

O partido está perdendo controle do seu discurso sobre uma campanha de «alto nível».

Algúem vai denunciar um jogo duplo pelo próprio PT para desmoralizar o opositor.

Aposto duas estupidamente geladas.

A SEC Caçará Fantasmas



Investidores pequenos e individuais vivem reclamando à SEC, a CVM dos EUA, sobre a atuação de investidores institucionais que manipulam mercados em determinadas ações por meio de uma onda de operações informatizadas e anonimizadas, criando o famoso «churn».

O que parece uma tendência espontânea de vendas ou compras é de fato orquestrada por um grupo pequeno de operadores com exércitos de robôs.

O presidente da SEC durante o governo Bush foi um congressista da Condade de Orange — que famosamente quebro por causas de posições altamente alavancadas em derivativos podres. Passou o mandato fazendo vista grossa, salvo quando uma ação foi precisa para inglês ver, e promovendo XBRL, um padrão proprietário, de Microsoft, para a estruturação de dados financeiros em relatórios trimestrais e tal.

Agora, a SEC está tomando atitude: Grandes anônimos terão que divulgar suas identidades.

Traduzo do release da agência hoje.

A SEC proporá uma regra obrigando grandes operadores do mercado a cadastrar-se e divulgar suas operações a fiscais.

Segundo a proposta, operadores com altos níveis de atividade teriam que identificar-se por um processo de cadastro.

Um «grande operador,», nessa proposta, seria um pessoa física ou jurídica com operações em títulos na bolsa de $20 milhões por dia, ou mais, ou $200 milhões ou mais por mês.

A presidente da SEC, Mary Schapiro, numa reunião aberto hoje, disse, «A regra proposta visa ajudar a SEC a reconstruir atividade no mercado, analizar dados sobre operações, and apurar possíveis manipulações, abusos e outras atividades ilícitas».

Fonte: SEC to introduce large trader reporting system.

Matriculado na Escola de Redes

Consegui me matricular nem uma comunidade de Ning, Escola de Redes.

Parece ser um foco daquela juventude de propaganda em redes sociais.

Tenho um interesse sincero no assunto, assim com uma curiosidade sobre os tipo de lições de casa sendo aprendidas.

Foi um dia histórico no LinkedIn, entretanto. Agora a rede social fala Português!

Globo e seu Alter-Ego 

Por dia, ele é Bruce Wayne, pacato filántropo — o talvez um vereador de Rio de Janeiro.

Anoite, ele é Batman e canta a batmacumba oba.

Por dia, é Globo, um dos conglomerados de mídia mais poderosos do mundo.

Anoite, ela vira o  «Xtreme Page Fucker».

Perdoe minha indelicadeza. Não vou traduzir para poupar menores de idade.

Mas realmente, o site é do Globo, e o endereço XTREMEPAGEFUCKER.COM redireciona o navegador a GLOBO.COM. Curioso.

Se diz ser localizado no servidor de Globosat, aquele canal de «Manhattan Connection »,  que trata quem mora em Brooklyn como se fossem os cabeça-chatas de quem o Diogo gosta tanto falar mal.



Network Workbench: Oficina de Redes

Após ler inúmeras resenhas apontando as supostas falhas em projetos código-aberto nesse ramo, sempre apontando para o Visio, de Microsft, testei hoje o Network Workbench.

É demais. Eu digo isso após testar monte de ferramentas, e sem receber jabaculê nenhum.

Aqui, por exemplo, a rede de Nethics, agência digital no ecosistema de Di Franco e o Masters [sic] em Jornalismo.

Ah, me esqueci de ativar os rótulos.

Acima, um segmento da rede do Masters, recolhido por Pavuk.

Tem link ao iTunes e a notícias que a Univerdad de Navarra vai lançar um aplicativo para o iPhone!

Leia também

Acima, uma diagrama interativa da rede do Instituto Millenium. O nome em destaque é Olavo de Carvalho.

Outra perspectiva sobre o Masters. Entre os nodos

  1. Odebrecht
  2. Responsibilidade social de empresas
  3. Compre seu  iPhone hoje!
  4. Contrate a consultoria de Prof. Di Marco

Diz aí que o New York Times é cliente de Consultor DiMarco. Uai.

Clientes de Nethics

Mandei meu robô navegar esse ecosistema digital — Nethics, Di Marco, Masters — enquanto assistimos «House M.D.».

Pena que não temos um iPhone, que custa mais que nosso bom e velho aparelho da falecida Gradiente.

Assim podiamos assistir, sei lá, em outro lugar que não seja o sofá confortável, com gatos, cerveja, e costelas, e um charuto para depois.

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