Dinheiro Mole na Cara Dura: O Aparelho de Anhembi

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O dito Fundo Nacional para a Democracia (NED) não passa de um programa caríssimo que utiliza o dinheiro de contribuintes para promover políticos e partidos favorecidos no estrangeiro. O que o NED faz em países estrangeiros por meio das organizações que financia, o NDI e IRI, seria considerado ilegal nos EUA, e com toda razão. O NED injeta “dinheiro mole” nas eleições de outros paises em favor de um partido ou outro. Imagina o que alguns centenas de milhares de dólares podia fazer para um candidato num país relativamente pobre.  É Orwelliano chamar a manipulação de eleições no estrangeiro de “promoção de democracia.” …

Fonte: Ron Paul, libertário maluco e congressista Republicano de Texas — o homem.que substituiu o ínfame Tom De Lay em 2006, quando a nuvem de denúncias de corrupção acabou com a raça do poderoso líder da maioria na Casa.

Eu concordo com Ron Paul — se bem que ele seja sincero nessa crença! Políticos, sabe? Mas sabedoria de qualquer lado da mesa diretora, sincera ou não, é sempre bem-vinda.

Este assunto é minha militância escolhida, ao lado o problema de construções estéticamente ultrajantes em bairros de preservação histórica de Brooklyn — nossos justamente famosos «brownstones» do século XIX..

Dinheiro mole lavado por meio de várias camadas de organização estilo «Vilarejo Potemkin» é exatamente o que está rolando no seu país, mais jamais dará no jornal.

Os relatórios trimestrais do setor cartelizado estão fartos demais de jabaculê.

Nos EUA, era uma vez que se o Wall Street Journal flagrasse o Chicago Tribune fazendo putas sacanagens — tipo Lilian Christofoletti da FSP e Edmilson «Bruno Surifistinha» Bruno da Polícia Federal — então dava-se o furo.

Ainda melhor para o bom nome que o jornal tinha de bastião de integridade e fábrica quase-fordista de reportagens investigativas premiadas cada santo ano.

Naquela época, o W$J ainda tinha o moral de dar nomes aos pecadores no nome do bom funcionamento dos mercados livres. 

Após mergulhar na floresta na minha última nota, então — contando árvores e os tristes búgios que moram nas copas — volto com uma nova perspectiva sobre a floresta, vista da Pedra Grande na Serra da Cantareira.

Ou, como diria nosso coronel francês no filme La Bataille d’Algers, voltamos agora ao Burô Executivo Militar.

Ora, cumpanheiro-colegas: Um projeto financiado por (1) General Electric — leia-se  NBC-Universal e tudo mais –, (2) o contribuinte americano, (3) o governo estadual de São Paulo, (4) a prefeitura de São Paulo, e (5) fabricantes de «smartphones» como Nokia, Samsung e Apple Computers acaba de dar à luz um personagem virtual

Dito um estudante de propaganda da Universidade Anhembi Morumbi.

Este personagem, Rafa Define, conseguiu 118.000 seguidores no primeiro dia da campanha, segundo TwitterCount.

Não há campanha realmente viral que conseque espalhar-se com tanta rapidez — nem a tão temida virus de DEMgue ou o temido gripe de franga.

Só jabá explica.

Ora: A rede maior que patrocinia esta campanha estilo Max Headroom apoia ações de lobby na área de políticas públicas sobre o setor de telecomunicações.

Na categoria peso-pesado: General Electric.

Temos boa razão de pensar que este tipo de campanha seja eficaz, nota bene.

Olhe só o sucesso da campanha Kassab-Kassabinho — o melhor exemplo que eu conheço da virtualização do candidato como marca registrada, oco mais em compensação inofensivo e com classificação indicativa cabível à família inteira .

Nada de piadas sobre os moteis de Pinheiros quando o Buraco Fumegante abriu-se de repente.

Este raciocínio esbarra-se, porém, no fato do que tecnicamente, o prefeito foi kassado pelas doações irregulares — leia-se «dinheiro mole» — que pagava tanta publicidade de gênios organizados em pirámides guerrilheiras.

Vocês marcaram nessa última semana o fim da época Gilmar Mendes — o presidente do TSE em 2006 que

  1. Opinou para os microfones ligados da grande mídia que o caso dos aloprados merecesse o impedimento imediato do presidente do Brasil, e
  2. Botou na pau-de-arara rétorica para depois inocentar o Freud — no Estadão, «Fraude» — Godoy; e em fim
  3. Disse, da sua atuação nas eleições daquele ano, que dirigiu o processo eleitoral «com mão de ferro em luva de pelúcia»

Leandro Fortes:

No fim das contas, a função primordial do ministro Gilmar Mendes à frente do Supremo Tribunal Federal foi a de produzir noticiário e manchetes para a falange conservadora que tomou conta de grande parte dos veículos de comunicação do Brasil.

Corrijo: falange neoconservador.

Explico.

Começemos com a célula triángular que é a mítica e nebulosa Oncovô Propaganda na Prática: Martha, Marcelo e Moraes.

Marcelo

Marcelo é um folião e bloco de eu sozinho dos mais doidos em todo o estado de exceção permanente carnavelsco que é a propaganda brasileira.

Masd vai longe demais quando chega a fazer entrevista de si mesmo no site Mobilepedia.com — este, como eu apontei antes, um elo em um cordão de foliões permanentes que leva de volta à sede de Apple no norte de Califórnia.

(Omério Fonseca, conselheiro fiscal do Instituto Millenium, fez a mesma coisa no site OrdemLivre — acima, faça clique para ampliar — do Cato Institute: «Entrevista com Omério Fonseca. Autor: Omério Fonseca».)

Na entrevista, consta que Marcelo é sócio-diretor da agência FBIZ.

Embora não constatado na lista de clientes da agência, o site MobilizaPSDB está hospedado nos servidores dela, segundo um teste fornecido pelo ISP Dreamhost.

A lista de clientes assumidos da agência segue.

Entretanto, o evento Mobile World Congress, amplamente divulgado por Marcelo no seu site «noticioso», teve patrocínio oficial de mídia da parceria Pearsons-CNBC.

O done deste último, canal de TV a cabo de nóticias empresariais, é General Electric, que financia o projeto YouthActionNet na Universidade Anhembi Morumbi, onde Martha é a professora de Rafa Define e o mentiroso Moraes.

Portanto, fiquem de olho em Jonathan Wheatley, correspondente do Financial Times no Brasil. Cabe lembrar, no entanto, que no escândalo de Satiagraha, o Protôgenes achou a cobertura dele isenta.

Quer que eu continue?

Moraes o Mentiroso

Faça-clique para ver um mapa de tópicos improvisado.

Moraes já conhecemos como o mentiroso que levantou a bola de que a campanha de Dilma contaria com consultores cidadãos dos EUA na sua campanha — assim com FHC recebeu conselhos de James Carville em 1994.

Depois, ele revisou o texto, cortando o trecho em questão, e fez com que a nota não seria mais disponível ao robô de Google. Chegou a deixar comentários mambembes neste blog achando tudo uma «teoria de conspiração das grandes».

É um idiota perfeito. A ESPM é a faculdade elite das elites desse país e não consegue produzir falcatruas de maior qualidade que essa molecagem tonta? Daniel Dantas, pelo menos, aprendeu alguma coisa no Sloan School de MIT.

Revisionismo histórico também é uma das táticas mais cruas do movimento neoconservador. Exemplo: o projeto Memória Globo.

Um Escândalómetro Improvisado mas Útil

Seguindo a lógica exdrúxula peculiar ao movimento neoconservador-trotskista — Dick Morris é seu Trotsky — quando denúncias vagas e vazias surgem, é quase sempre porque a parte denunciante quer botar seu opositor na defensiva,  na expectativa de uma futura denúncia contra ela mesmo da mesma natureza.

Serve quase como um barómetro de escândalos. No escândalo de Jack Abramoff, eu me lembro de gritos histéricos no plenário da Casa: «os Democratas são corruptos!» Pode ser, mais o caso foi Abramoff, engenheiro-mor da máquina do Grande e Velho Partidão e Príncipe das Trevas.

Antes de que os MSM — Movimento sem Mídia, aliás, e não os ditadores escancarados de Mídia sem Maścara — podiam entrar com ação pedindo auditoria de todas as pesquisas, a campanha do candidato de mudanças entrou com ação pedindo auditoria da pesquisa menos favorável a ela. Com direito às manchetas de primeiro plano.

Por exemplo.

Se ouvissemos amanhã de, digamos, uma suposta falcatrua de algum demônio folclórico — Zé Dirceu servirá, como é de praxe — é para esperar que exista o mesmo esqueleto no armário de algúem graudo do outro lado.

Não é uma regra infalível, mas após tantos anos de observar discursos no plenârio vazio no C-SPAN — TV Câmara para gringos, só que simplesmente ligam a máquina e saem, sem comentários nem opiniões, só Chávez sozinho na sala com os ministros de OPEP brincando sobre sua suposta amizade com Carlos o Chacal — já vi este filme.

Se não me acreditem, eu vou lá no base de dados do Congresso e pego uns exemplos.

Martha My Dear

Eu não duvido de que Martha seja uma boa professora, uma artista conceitual talentosa — o agregador de poesia concreta eletrònica  dela é bem Tony Maneiro — e uma bem-sucedida vangardista no mundo de «… propaganda é arte é propaganda é …»

Mas eu sempre achei aquela tendência — vamos rescuscitar a Factory de Andy — ultrapassada e morta no momento em que Lou Reed conseguiu construir uma carreira solo de successo .

Um show de Lou, poś-Berlim, que eu vi num Roxy quase vazio, Hollywood Boulevard, em 1979, PQP, gente. O herói amado de Deus veio derrubar o templo dos filistinos de vez com um baixista chamado de Moose. «Doing the things that we want to».

Mas Martha, my dear, estás enaranhada em uma teia de mentiras.

De propósito, me perdoe pela falha de grafia do nome. Martha Gabriel, é isso, né?

Também esqueci-me de pôr Locaweb como «patrocinador» da artista sob o título de Intelecto Digital — patrocínio «inédito na história do País», segundo um dos blogs do ISP.

A rede de patrocínio e mecenato entra em uma regressão infinita, porém, quando analizamos o projeto de YouthActionNet nas universidades onde lecionas.

Um projeto para fabricar personagens virtuais — um Kassabinho da juventude — é pago em parte pela prefeitura e o governo estadual. O governo do estado é presidenciável, e um integrante assumido do teu time hospeda uma moblização virtual da juventude em favor dessa candidatura.

A coisa está feia, doutora.

Ainda mais feia quando consideramos a nota seguinte de uma colega blogueira-propagandista dos EUA, autora do blog Over the Wire, do setor de políticas públicas — lobby — de Harris Interactive.

O MSBNC destaca o trabalho de Harris!

Faz sentido. A subsidiária WirthlinWorldwide — agência do assessor estratégico principal de Reagan entre 1968 e 1988 — foi contratada pela Atlas Economic Research Foundation, co-patrocinador de Instituto Millenium, que representa vários distribuidores de conteúdo da General Electric e NBC-Universal.

Quando Harris adquiriu Wirthlin em 2004, adquiriu seu portfolio de clientes.

Ainda me lembro da «mesa redonda» — uma transcrição da qual está dispónivel entre os documentos do processo contra ExxonMobil — durante a qual um executivo da empresa ofereceu jabaculê a econoblogueiros prominentes em troca de apoio não-divulgado para sua pauta legislativa e regulatória.

Além disso, MSNBC é um notório inimigo de movimentos online. Em 2006, recusou anúncios do movimento online MoveOn.org — assim como o Globo censurou um anúncio do movimento negro argumentando em favor de políticas afirmativas recentemente. Com as explicações mambembes de sempre.

ABC (Disney) e CBS (National Amusements) aderiram ao boicote da organização em casos anteriores e posteriores, mas continuavam apresentando propaganda como a campanha dos «veteranos dos barcos SWIFT», uma tentativa de desmoralizar as condecorações ganhas pelo presidenciável do outro partido em combates nos rios de Vietmã e Laos.

Movimentos virtuais de personagens nebulosos são bons uma vez que alinhados com nossos valores, mas senão, são «maoismo digital».

Harris tem parceria com o Financial Times — parceiro de CNBC — para sondagens de opinião pública.

Então, quem está pagando teu salário — uma empreiteira do Pentágono, aliás — tem parceria com a agência contratada para fazer as campanhas «online» internacionais de Atlas.

Portanto, o dinheiro entrando em YouthActionNet — parceiro principal a Universidade Anhembi Morumbi — parece ser dinheiro mole tanto de lobistas estrangeiros quanto de uma aliança política caseira e afim de inovações no financiamento de campanhas políticas.

Se não for verdade, me digas.

Mas o conflito aparente eu acho muito — aparente.

Gritante, até.

A Revolução em Cadeia

Chain chain chain
Chain chain chain
Chain chain chain
Chain of fools

Também vemos, nesta nova versão da rede entorno a nossa celula revolucionária, um bom exemplo da «revolução em cadeia» — o, como eu prefiro, a «cadeia de tolos», ou melhor, a «cadeia de foliões»

Lá encima, vemos os vários projetos hospedados no servidor CREATIVEIDLNESS.COM — inclusive um site traduzindo o nome, Ocio Criativo. Parece uma versão alpha de algum projeto para uma empresa nos moldes de Hallmark, aquele venerável império de brindes, cartões, e tralha e tal.

Quem foi o famoso poeta empregado como escritor de sentimentos para cartões de aniversário e outros momentos ceremoniais? e.e. cummings? Bukowski, o velho safado, trabalhava nos Correios. O factóide foge da minha memória nesse momento.

A agência FSB é sócio em outro empreendimento, 4FUN, que vende jogos eletrônicos educativos para crianças, feitas pela New Media Design.

O currículo de Ti, Martha, porém, omite aquele projeto que ainda consta no servidor de NMD.COM.BR, embora você tivesse achadada-o escondidinho: O projeto AllHealthNet.com.

O Wayback Machine mostra um projeto mambembe que durou entre 1999 e 2007, um agregador e motor de pesquisa para agregadores de conteúdo médico na rede.

Tem uma certificação de um auto-designado fiscal de ética — localizada na Suiça, com a grana de Maluf e as supostas proprinas recebidas pelo diretor-geral da Polícia Federal do Brasil.

O grito de sempre do setor industrial que apresenta uma ameaça ao bem-estar público: regulação encima de princípios em vez de regras!

Tarefa de casa: compare os códigos de boas práticas para comunicações médicas da AMA com este código. Eu trabalhava nessa área uma vez, por vários meses. As questões regulatórias são a mais alta prioridade para qualquer comunicador.

A mãe de todos os site de dicas médicas vivia, supostamente, em Deerfield Beach, em Flórida.

O executivo responsável para informática: W.L. Smedley.

Parece o nome de um avatar de Groucho em um filme jamais realizado.

  1. «Hooray for Captain Spaulding, the African explorer
  2. (Did someone call me schnorrer?)
  3. Hooray hooray hooray!»

Mais uma vez, saí pela tangente. De volta aos fatos.

A Memeologia de Coyote

Welcome to Tijuana
Tequila sexo marijuana
Welcome to Tijuana
Con coyote no hay aduana

O dominio CREATIVEIDLENESS.COM some em um beco sem saída de cadastros ofuscados e anonimizados, como de praxe para esse tipe de empresa. Nada ilícito ou impróprio nisso.

Este do COYOTECIRCLE.COM tem um toque do literário, porém.

Alguns anos atrás, o artisa em residência do Centro Berkman, de Harvard, foi o autor do livro Trickster Makes This World — O Deus-Vigarista faz esse mundo.

Coyote, como se sabe, e o deus-embusteiro dos índios do sudoeste dos EUA, os indígenos de Canadá e Alaska — não, estes têm o Corvo, me esqueço — e o México.

Quem joga o mesmo papel aqui na terra dos antropófagia?

A Onça Caetano, talvez? O canto de Ossanha, Traidor?

Não vou, eu não sou ninguém de ir em conversa de esquecer a tristeza de um amor que passou

Não há trova mais perfeita do que isso.

Então, o círculo de elite que manda no shopping de inovação imagina-se como um círculo de deuses-embusteiros.

Aquele tipo de disparate mistificador e barato.

Eu não me interessei muito no livro.

Li as obras de Carlos Castaneda com uns 12 anos, na biblioteca do meu tio maluco.

Li Lazarillo de Tormes e Guzmán de Alfarache no pós-graduado.

Mark Twain seria um mestre mais valioso na questão de embusteiros e seu lugar neste mundo de trabalho e consumo.

Digestivo Cultural, entretanto, é a propriedade de JDB Editora e Participacoes, mora no LocaWeb, e tem entre os parceiros várias grandes livrarias e editoras do setor cartelizado de livros, assim como Novatec, editora do livro da autora.

O fato mais surprendente, talvez, para shiitas entusiastas de Linux — mais uma vez peço desculpas de shiitas de verdade — seria a presença de sites do Br-Linux no servidor de EFETIVIDADE.NET, este um site patrociniado por Hewlett-Packard, Dreamhost — que hospeda o domínio e fornece as ótimas ferramentas de análise que sempre uso– e o pessoal de Ubuntu.

O noticíario do site tem notícias altamente elogiosas sobre Ubuntu neste momento. O projeto, do bilionário australiense Mark Shuttleworth, pretende entrar no mercado de Linux comercial, inclusive com um novo componente de gestão de identidade, UbuntuONE, para o desktop.

O equipe parece muito mais ocupado ultimamente no ramo de servidores, onde gostaria de concorrer com RedHat.

Não digo-o só para ser negativo, mais eu jamais conseguiu incializar-se a nova versão de Ubuntu após o «dist-upgrade». As soluções prometidas pelo «beta release» não materializaram. Ainda recibo notas indignadas de fios sobre vários «bugs».

Tenho ligações sentimentais com Ubuntu. Mais agora estou rodando Debian Sid com Xscript e GNOME agora e estou perfeitmante feliz e produtivo.

Vale a pena reproduzir a corrente de foliões que nosso mensageiro tem que seguir em busca de informações de WHOIS sobre a operação.

  1. EFETIVIDADE.NET, com DNS de
  2. MEDIATEMPLE.NET, com DNS de
  3. MEDIATEMPLE.NET.IANPEET.COM e
  4. MEDIATEMPLE.NET.DESPERADODUAL.COM e
  5. MEDIATEMPLE.NET.BELLYSBBQ.COM (churrasco) e
  6. NS1.MEDIATEMPLE.NET e
  7. NS2.MEDIATEMPLE.NET

O templo de mídia localiza-se em um subúrbio de Los Angeles do qual eu teria preferido me esquecer:

Media Temple, Inc.
8520 National Blvd.
Building A
Culver City, CA 90232
US

Coisas ruins aconteceram comigo em Culver City.

O endereço é de uma facilidade de armazenagem, com espaço alugado pelo mês.

O BR-LINUX.ORG também mora do MEDIATEMPLE.NET, com cadastro por uma certa Matrix Internet S.A. de Florianópolis, Santa Catarina.

A Ibiza brasileira, segundo dizem.

O Fim da Picada

Conhecem o personagem Harry Tuttle, do filme Brazil, de Terry Gilliam?

Tuttle é o herói da história por ser a única pessoa que realmente entende dos dutos.

Eu sou um Tuttle pê-de-chinelo, tentando rastrear os dutos.

Qualquer adolescente podia fazer o serviço melhor, aposto, mas eu sou bom de memeologia e essas coisas, pelo menos. Quando falam da rede semântica, eu posso tirar das estantes uma bibliografia decente sobre semântica em geral, por exemplo.

Os dutos que eu enxergo aqui misturam dinheiro dos contribuintes — eu sou contribuinte em ambos paises, o que realmente me chateia — com dinheiro de interesses econômicos para produzir uma baita de uma MOSCOU — «mídia orquestrada pela sociedade civil de oligopólios unidos» — que pretende, no máximo, fazer o presidente deles como fizeram no México em 2006 ou, no mínimo, pressionar a pós-Lula a nomear mais um Minstro de Comunicações egresso da Vênus Pratinada.

O generalíssimo dessa guerrilha é General L. Truc — cavalheiro vietnamês, se não me engane.

Vai ser interessante ver como este tipo de campanha será enxergado pela Justiça Eleitoral pós-Mendes — no site da qual, aliás, não consigo conseguir os autos no caso de Kassabinho.

É isso que estou entendendo.

Entiendes, Mendes?