O Mundo Estranho de Carlos Alberto Di Franco

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Um robô que mora nas Ilhas Caimãs, refúgio de Opportunity, me deu as seguintes dicas sobre o site MASTEREMJORNALISMO.ORG.BR.

  1. A confiabilidade e privacidade do site seriam péssimas
  2. Ganhou 51 laços externos em 9 anos
  3. É um domínio virtualizado de Linode, utilizando a tecnologia XEN
  4. Embora se dizer um site brasileiro, está hospedado nos EUA.

Esse resultado contradiz um traceroute de YouGetSignal:

Talvez preciso de um RWHOIS …

Esse de confiabilidade vem de WOT, e portanto pode sofrer de distorções. Não entendo da coisa suficientemente bem para poder dizer o que significa essa avaliação.

O site consta na lista negra de DNSBL.ORG.

Vou tentar entender esses fatos melhor hoje.

O Relatório de Triste Tristram Shandy de Trystero

Entretanto, mandei robô próprio — o triste Trystero — fazer jornalismo de turismo no mundo de Carlos Alberto Di Franco — consultor, sem-diploma e professor de ética profissional da minha mulher quando ela estava cursando jornalismo no Cásper Líbero.

Começamo a partir de Consultora Di Franco.

Os dados crus eu tenho do meu fiel robô faz tempo, mas agora estou no meio de categorizar os dados segundo nosso modelo básico de uma MOSCOU — «mídia orquestrada pela sociedade civil de oligopólios unidos».

Também conhecido como o modelo FAITH POPCORN.

  1. PROPAGANDA: criação e coordenação de mensagens por profissionais
  2. DISSEM: Disseminação das mensagens em redes sociais
  3. SAMIZDAT: Disseminação das mensagens por «jornalismo-cidadão» pseudônimo ou anônimo, por meio de «blocos de eu sozinho»
  4. MIDIA: Repercussão de mensagens amplificadas por essa «câmara de eco» como «tendências atuais»
  5. IDEOLOGIA: Fábricas de tendências gerais para contextualizar os factóides.
  6. EMPRESAS: compradores de campanhas híbridas de propaganda tradicional e «reportajabaganda« sobre «tendências»

Um elemento único na «ecologia digital» de Di Franco Consultoria é ENSINO — a formação de uma nova geração de Jornalistas 2.0 condicionados a pensarem na «reportajabaganda» como «jornalismo de inovação».

Ora, MASTER EM JORNALISMO é inglês mambembe.

A diploma é chamada de um «master’s degree» ou «graude de mestre». Eu sei. O possessivo em inglês é chato. Vem de antigamente quando os antigo diziam «John, his horse», ou «de João, o cavalo dele». Foi abreviado de apóstrofe-s depoi.

O «MASTERS EM JORNALISMO», oferecido como curso de extensão da Universidad — mas jamais a Universitat — de Navarra na verdade não passa de um curso de como entregar o veículo ao anunciante, que lá reina como «MASTER SEM JORNALISMO»

Essa hipertrofia da atuação na área de ensino nos convida a examinar mais uma rede de redes importantes nesse grande «ecosistema»: a rede Universia.

É o que eu estou começando a pensar pudesse ser dita uma «rede Mandelbrot».

Ora, tenho que sair de casa. Depois eu volto.