Articulação Regional Contra o Duopólio Tolofônica-Slim?

Padrão

Preços por Mbps por mês em paises selecionadas, en dólares PPP — putz, podres porcaralho. Fonte: OECD.

Deu no Valor por meio do Portal ClippingMP.

As autoridades reguladoras e o governo chileno ficaram mais atentos à questão da eficiência das telecomunicações e do papel do Estado como indutor da queda das tarifas e da difusão da banda larga, após o terremoto de fevereiro no país. Jorge Atton, secretário da Subsecretaria das Telecomunicações do Chile (Subtel), a agência reguladora do país, defendeu durante a Futurecom, em Santiago, o combate ao duopólio da Telefônica-América Móvil no Cone Sul. “O papel dos governos para a maior penetração da banda larga na América Latina é incentivar a competição”, afirma ele, durante a Futurecom Chile.

Essa iniciativa já começou. Na semana passada, aproveitando a realização de evento de telecomunicação que reuniu diversos países em São Paulo para discutir a banda larga, muitos participantes levaram o tema para debate em Brasília. ….. O assunto foi a formação de uma aliança regional para baixar custos de banda larga.

E para aumentar a qualidade, e pôr fim a propaganda enganosa, eu espero.

Os 8 Mbps da NET são, na verdade, asimétricos, com taxa líquida de tranferência dados tanto subindo quanto baxiando bem menor do que o prometido.

Globo-Slim mentem.

Segundo Atton, o custo da banda larga na Europa para as operadoras é de US$ 5 mensal por 1 Mbps, e entre US$ 40 e US$ 50 nos países latino-americanos. “Isso é devido aos custos de tráfego internacional via cabos submarinos, que passam pelos Estados Unidos para voltar à América Latina”, afirma. O executivo calcula que o tráfego internacional encarece em 40% o preço da banda larga nos países da região.

Disso eu não sabia.

Na verdade, muitos dados na rede de Tolofônica passam tanto pelos EUA quanto pela Espanha antes de chegar.

Me lembra do jogo tradicional de taxistas do aeroport La Guardia em Nova York. Se acharem vocês um forasteiro,-otário, levam vocês no Gran Turmê de Brooklyn em vez de tomar a rota mais direta.

Custa $25 entre nossa casa e o aeroporto, por exemplo.

Mas o cara, ouvindo português e achando-nos alvos fáceis, botou $80 no reloginho — até fingindo um pane de motor no meio do Expressway para deixar o preço se acumular ainda mais.

Coitada da Neuza, ela morria de medo enquanto eu brigava com o motorista, recusando a pagar mais que os $30 de costume. Gritos e gesticulações, invocações de famílias famintas por ele e ameaças de envolver a polícia por mim, exagerando um sotaque puxado de Bensonhurst que de fato não me é natural.

Foi uma discussão de rua claśsica de Nova York, coisa de filme de Scorcese, mas a coitada ainda não sabia dos costumes de nosso tribo.

.

Anúncios