Experiências Recentes: Reductios ad Algo Que Não Seja uma Nonada Total

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A Grande Aranhação — uma tentativa de mapear os contornos institucionais da indústria de democracia para exportação, tomando o Brasil como exemplo — continua bem.

Temos uma amostra de 160.000 URLs únicos dentro do qual o robô fica sabendo de  6.416.292 documentos legíveis — ou de texto ou de HTML.

I Blogger Che Mi Leggono

A estrela mai distante nessa galaxia, apropriadamente, é do blog blingue de um profissional de marketing italiano, querendo saber se os leitores costumam ler em italiano ou em inglês. Uma vez que o inglês é execrável, eu voto no italiano.

A extimativa é que teremos a rede completa até a meia-noite de hoje.

Tenho duas experências a relatar hoje.

Primeira, será necessário ao análise desse dados um saber-como maior em Pajek, ferramenta de análise de dados sobre redes sociais.

Eu quero contar umas experiências que ando fazendo na redução de uma massa de dados aos núcleos essencialis, para poder buscar nessas redes representativas os papeis dos quais eu estava falando ontem: corretores, guardiões, intermediários eventuais, coordenadores, otários isolados — além de outras configurações introduzidas nessa séria, como a cadeia de tolos, o bloco de eu sozinho, e a câmara de eco.

Ao final, deveria haver uma diferença entre redes coordenadas e redes abertas exibindo sinais de ordem emergente — entre a mão invisível e a mão escondida.

Para fazer a engenharia analítica de redes desse tipo, é preciso levar em consideração a mentalidade de quem as construiram — os profissionais de SEO, ou «otimização para motores de pesquisa».

O comportamento de «linking» nem é sempre tão proposital ou sistemático, como, por exemplo, no «blogroll» desse blog, neglenciado por mim e dizendo quase nada sobre o que costumo ler cada dia de manhã.

A mensagem recebida hoje, porém, ilustra o tipo de comportamento intencional ao qual me refiro. Um français — como sabia que eu entendo o francês? — propõe um intercâmbio de laços entre meu site e alguns sites dele.

Ele deveria ter feito uma mineiragem de dados e achado em meu site — que eu saiba, não tem trâfego algum — algo de valor. Sendo referido por URLs de qualidade — referências valiosas por ter o «aval» de outras fontes valiosas — agregar valor ao seu URL.

Entendeu?

Ora, ontem eu estava falando de sites que seguem o modelo de Mídia Sem Máscara, um xerox meio pálido de toda uma ecosistema de blogs em inglês dedicados à crítica da imprensa corporativa.

Acontece que eu peguei três redes para fazer uma comparação: MSM, Media Bloggers — organização guarda-chuva para críticos pijamados de mídia — e outr, Accurcy in Media, do no  mesmo gênero e com as mesmas dimensões e Weltanschauung que a MSM.

Manchetes incluem a buema! de que o governo está abafando a verdade sobre os espiões russo e de que a ídia direitista estaria sendo infiltrada por esquerdistas disfraçadas.

Eu tinha uma amiga, jornalista de uma revista nacional, que infiltrou um congresso de senhoras ultraconservadores usando traje cor-de-rosa que nem Jaqueline Kennedy.

O que ocasionou a experiencia foi que a rede de Media Bloggers era grande demais para análise visual e precisava ser reduzido inteligivelmente para poder observar sua dinámica geral.

Deixr eu fazer uma anotações sobre o processo — os sucessos e fracassos — com o Pajek. A diagrama embaixo, por exemplo, é linda mais não tenho a mínima noção do que queira dizer.

Depois, eu contarei umas observações sobre um nó isolado que tem muito de interessante nele: a ecologia digital do TSE-Tribunal Supremo Eleitoral.

De Reductionibus Reticularum

Acima, «liaisons» — contatos entre integrantes de dois grupo distintos, intermediado por um terceiro  — no k-núcleo do Instituto Hoover. Que eu saiba. Já mencionei que não necessariamente sei o que ando fazendo, né?

Primeiro, eu leio a rede de Media Bloggers, com algo como 4,500 nós e 20 mil laços direcionados — quer dizer, indicando uma referência desde um nó no sentido de outro, assim como agora me refiro ao Nassif, apontando com meu dedo indicar. Lá vai ele.

Extraio os núcleos naturais dessa rede —

Net > Partition > Core > All

— e assim extraio uma lista dos «core», ou núcleos na rede.

Agora da para filtrar a rede segundo estes núcleos naturais.

Operations > Shrink Net > Partition

Omito, por exemplo, o maior núcleo, que representa, mais ou menos,  a estrutura interna do site.

Sabendo agora de vários núcleos reduzidos — comunidades coerentes de nós — e enumerados, eu agrego este valor a cada nó.

Quer dizer, digamos, que Nassif recebe a etiqueta «jornalista» enquanto Mainardi recebe a de «farsante de agitprop».

O resultado aparece algo assim — est tirado do Intituto Hoover, a primeira semente da GA.

Satisfaz, este, porque o resultado da busca para núcleos naturais decobre que Hoover é um elemento de Stanford com ramificaçaões no Twitter e Facebook, o que sabemos ser verdade e sigificante.

Assim, descubro um  fluxo intenso , talvez de colaboração, com Education Next, algo que não aparece com o semsmonitidez nos dados cruns. Este istituto de pesquisa sobre educação é citado frequetemente por papagaios lusófonos

Outro exemplo: na diagrama a seguir, eu mostro os integrantes de um núcleo, expandido, no contexto dos outros, ainda agregados em apenas um nó.

Agora, estou pronto para executar o comando

Operations > Brokerage Roles

O produto deste passo é uma séria de partições da rede contendo as estruturas de corretagem mostradas acima.  Aqui, o EFF.ORG aparece como um «corretor itinerante« — talvez por repercutir artigos do site deste sem manter um laço permanente no sue próprio site.

Deixa ver …

Ah, é. Descubri que o projeto é hospedao pela escola de educação de Harvard. Portanto, há um fluxo intenso de colaboração entre o Hoover e a Harvard, parece.

Mas isso tem a ver com a rede do Hoover. E a dos Media Bloggers? Temo que não documentei tudo como eu devia. Poxa. Abaixo, uma busca para «guardiões de portal» — intermediário com o monopólio de informação vindo de fora do grupo — no k-núcleo (maior grau de conectividade) da incubadora de críticos de mídia.

O que mais?

Por uma redução de vários núcleos segundo o grau de proximidade ao centro, descubro que a organização adora ler a revista Businessweek, alé mde uma lista de outros projetos próximos a organização — talvez até parerias, , teremos que obter dados do mundo real para explicar essa proximidade estrutural.

Eis um exemplo do método de «block modeling» — meio inconcluso nesse cao. O que explicaria a aparente ocoesacoesão entre Media Bloggers, Businessweek, e uma revista do setor de seguros?

No caso de Mídia Sem Máscara, o método produz resultados mais intressantes.

A MSM aparece com o ponto de contato entre dois triángulos competos — incluindo um admirável internauta novo, Vera Dextra.

O teor da rede de VD aponta ela como um elo muito ativo entre o mundo neocon e o submundo de samizdat lusófono.

Sobre o qual mais em seguida. Tem monte de coisa que omiti aqui — como, por exemplo, o uso da redução da rede auma rede não direcionada, um sistema de dutos em vez de um fluxo de atos de citaão.

Chefe da Justiça Pelo Plone Mandou Avisar

Ora, estou fofrendo uma preguiça e um tédio inexpressável nesse moment. Basta observar três coisas sobre a aranhação e agrupamento da ecologia digital do TSE mostrada acima.

  1. Dá uma bela visão geral dos participantes e contornos do processo eleitoral
  2. O TSE, tecnologicamente, parece altamente coprometido como Zope-Plone e com ColdFusion, de Macromedia, fabicante de produtos Adobe como Adobe Reader, Flash, Series 7, e assim por diante. Ante, era muito afim de Microsoft. A tendência do e-governo, porém, é PHP-MySQL-Apache-Linux.
  3. É interessante ver a participação de veículos noticiosos regionais nessa rede, ao lado do latifúndio das seis famiglias.

Me lembro de ver várias tentativas de montar sites do goveno com o sistema Zope-Plone — programado no código-aberto Python — entre 2003 e 2006. Não impressionavam. Na minha experiência, Zope, dito bacana por quem tem talento para TI, é difícil montar e manter  para todos nós.

O Clipping do Ministério de Plaenejamento  é Zope-Plone, por exemplo. Tem suas virtudes.