Pecado no Equador

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Novo e horroroso: Dos policías muertos en el rescate de Correa, según la Cruz Roja | Diario HOY

Dos policÍas murieron en la operación militar de rescate del presidente de Ecuador, Rafael Correa, retenido por policÍas sublevados en una hospital de la institución, informó hoy a Efe la Cruz Roja Ecuatoriana (CRE).

Fernando Gandarillas, portavoz de la entidad, indicó que los dos agentes fallecieron en el mismo hospital donde Correa estuvo retenido y del que fue liberado por un grupo de elite de la PolicÍa adepto al Gobierno y de la Fuerza Terrestre del Ejército, en medio de un tiroteo con los sublevados.

Momentos antes, el presidente del paÍs, en una rueda de prensa tras su recate, confirmó que conocÍa una sola de las muerte, la de Froilán Jiménez, miembro del Grupo de Operaciones Especiales (GOE) de la PolicÍa.

Outras reportagens tinha militares, e não policiais, fazendo o resgate.

O Correa, economista formado nos EUA, foi citado dando um discurso de improviso a policiais rebeles no qual ele convidou eles a matá-lo. “Estoy aqui. Mátame!”

Textualmente:

“Señores, si quieren matar al Presidente, aquí está: mátenme. Sí, si les da la gana, mátenme si tienen valor, en vez de estar en la muchedumbre, cobardemente escondidos”.

Foi quase que atentido.

Sofreu ataque com gás lacrimogénico e foi levado ao hospital da Cruz Vermelha, onde foi sequestrado por policiais rebeldes.

Dois integrantes do grupo de operações especiais da mesma polícia foram mortos durante a resgate.

Segundo La Hora, o carro presidencial mostrou impactos de balas.

Não conheço muito bem a imprensa equadoriana — que aliás sofreu um terremoto de falencias e mudanças de gestão ultimamente — mas aqui o La Hora de Quito relata que policiais fechou o congresso enquanto bancos fecharam por questão de segurança.

Enquanto a justiça inicia um inquérito sobre a tentativa de golpe, servidores da justiça entram em greve por solidariedade com os policiais, que estão revoltados com a reforma de benefícios tradicionais para servidores públicos.

Desconheço os detalhes dessa reforma.

Em editorial na primeira página, La Hora posiciona-se como defesor da ordem constitucional.

O tom da cobertura foi geralmente anti-golpe, mas ainda assim, o HOY — opositor ferrenho do governo Correa desde o começo — divulga um charge tomando o lado da polícia.

Ou seja, o governo queima dinheiro com propaganda oficial enquanto outras prioridades orçamentárias sofrem.

Aqui vocês estão, preocupados com a bala de prata, enquanto zumbem balas de chumbo na capital do vizinho!

Como é essa Ley Orgánica de Servicios Públicos y Carrera Administrativa, que causou tamanha revolta?

Me parece difícil chamar de socialista qualquer medida procurando um orçamento mais enxuto e eficiente.

Será que a lição de casa seja a dificuldade de reformar a parte do Estado permanente que anda fortemente armada?

Isso explicaria muito sobre a falta de reforma no São Paulo após a Guerra PCC-PM de 2006, e a onda de execuções sumárias que seguiu.

A cobertura pela imprensa brasileira está merecendo as ironias cortantes do velho resmungão Alberto Dines, entretanto.

Limita-se à reação diplomática ao acontecido sem explicar as causas da briga.

Quais eram as reformas? Para que? Cui malo?

O Estadão monta uma página de «blogagens ao vivo», mostrando inciativa, mas ainda não explica o casus belli além de dizer que foi «um projeto de lei que reforma o funcionalismo público.» As manifestações foram mais generalizadas do que relatado por muitos jornais e agências.

Outros setores do funcionalismo também afetados pela nova lei se uniram aos protestos, incluindo os estudantes.

Agora, se o Correa anda culpando setores oposicionistas liderados pelo Gutiérrez, qual os supostos motivos dessa facção?

“É uma tentativa de golpe de Estado da oposição e são certos grupos infiltrados nas Forças Armadas e na Polícia que sempre estiveram lá, basicamente grupos da Sociedade Patriótica”, disse Correa referindo-se ao partido de Gutierrez.

Um discurso de Gutierrez na página do partido, com tipgrafia bagunçada:

Este gobierno es el titerazgo de un proyecto internacional totalitario, haciendo trizas el concepto de soberanнa nacional, en donde todo le disponen a Correa. Insulta a Lucio Gutiйrrez para que no le quite el protagonismo de la Asamblea Constituyente y й,l obedece a los mentores de este proyecto internacional totalitario y violento, con el cual no estamos de acuerdo los ecuatorianos que amamos y lucharemos por la libertad, la paz, la estabilidad polнtica, econуmica, social y la democracia.

Eu ainda acho muito improvável que o Correa teria se formado na Wisconsin com um viés leninista desse tipo. O país que ele encabeça é uma cleptocracia enrustida.

O Guitierrez continua:

Fui vнctima [sic] de las mafias polнticas como lo ha sido el pueblo ecuatoriano, me derrocaron con un golpe de estado, fui encarcelado injustamente en el penal Garcнa Moreno, me quitaron los derechos polнticos a travйs del TSE y el TC para impedir mi participaciуn en las ъltimas elecciones facilitando el triunfo de Correa, fui perseguido por la CCCC, la Fiscalнa y la Contralorнa, aъn asн continъo esta lucha, de hecho fui el primero que propuse la Asamblea Constituyente y coherente con este discurso el 21 de enero de 2005, entreguй personalmente en el Congreso un proyecto de consulta popular para despolitizar y despartidizar la CSJ, el TSE y el TC y las mafias polнticas golpistas lo bloquearon.

La de Correa no es una reforma polнtica para terminar con las mafias sino para sustituirlas por otras. El pueblo votу por la terminaciуn de las mafias polнticas, queremos cambios no un dictador totalitario, que se perennice en el poder, a travйs de los insultos, la vejaciуn y el terror. No Correa, estб usted equivocado, para eso no le eligiу el pueblo.

“Eu sou vítima de perseguição política! — a defesa Dantes-Daslu.

Gutierrez, antigo coronel do Exército, foi acolhido pelo Brasil após ser cassado por um Congresso sem representação da oposição em 2005, por causa de um estado de exceção ilícita declarado por ele e outros alegados crimes.

Concorreu à presidência no ano passado e recebeu uns 29% do voto.

Tinha sido objeto de raiva por não ter cumprido a promessa de renegociar o FTAA, e foi acusado de caixa dois nas eleições de 2004.

Tudo segundo Wikipédia. Agora para fazer uma pesquisa de verdade.

Parece que está no Facebook. Três pessoas já curtiram.

Mantinha um blog do Blogspot — ou alguém mantinha o blog no seu nome — que acabou em 2005 com a nota:

He caído

http://www.cre.com.ec/
http://www.ecuadorinmediato.com/
http://www.li-1.net/

Nem o Unoamerica — fachada nebulosa de grupos ainda mais nebulosos anti-«bolivarianos» — se atreveu a apoiar o golpe diretamente, embora a matéria ao lado na página do grupo, parte de um ecossistema digital centrado no braileiro Olavo de Ca denuncia

El plan del Foro de Sao Paulo para destruir las Fuerzas Armadas