Mineirando o Admirável Novo Mundo Financeiro

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Aprendi bastante dos meus deveres de casa na mineiragem de dados sobre as campanhas eleitorias desse ano em Brasil e suas sinergias com mercadologia geral. Aprendi mais com meus erros do que com meus acertos, pode ser.

Agora viro ao problema de aplicar essa ténicas ao meu ganha-pão, que deveria ser o desenvolvimento de um banco de dados sobre atores não políticos mas econômicos na Belíndia contemporânea — se bem que se sustente a distimção. Ainda há zonas cinzas — o caso Opportunity, que lembra o modelo do “banco de relacionamentos” da Casa de Morgan durante os 1920s — mas a tendência é no sentido de profissionalismo e o atendimento ao crescente mercado de varejo.

Para mim, o fator mais fascinante é a briga por espaço no mercado de dados financeiros em tempo real, entre empresas nacionais e multinacionais. Uma amostra ainda preliminária

Outro sinal do crescimento que vem com a expansão e demutualização da Bovespa é o crescimento de blogs sérios do gênero financeiro. Por ocaso, por exemplo, cruzei com certa esperança, com Análise de Balanços — uma resposta brasileira ao Footnoted, embora sem o rigoroso foco no análise original das demostrações contaveis de empresas públicas que é a marca registrada deste.

O autor, professor de contabilidade e autor de Estrutura, análise e interpretação das demostrações contáveis até faz uma tentativa de construir uma comunidade de «contablogs » — rede de colaboração entre profissionais de contabilidade e — eu, como estudante do assunto, espero — uma dose de contabilidade e governança para todos nós nos moldes do ótimo D&O Diary.

A legislação do Brasil, para quem estiver acostumado à tradição angloamericana, não é para principiantes e, apesar da convergência de padrões de contabilidade — que prosegue sem muita ordem nem progresso — a fonte de bastante confusão até no melhor jornalismo econômico sobre o Brasil.

Comecei com uma exploração modesta de sites relacionados com o ACIONISTAS.COM.BR.

Ainda estou trabalhando numa classificação de interentidades entre

  1. Consultoras de relações com investidores
  2. Fundos e corretoras
  3. Bancos comerciais emissores de títulos
  4. Agências do governo
  5. Propaganda da indústria
  6. Entidades de classe
  7. Campanhas de lobby e ideologia
  8. Companhias listadas e filantropias associadas
  9. Vendedores e corretores de dados

Estou procedendo com um estudo separado e mais fundo semeado com uma lista de 100 CCTVMs e banco de investimentos emissoras de títulos.

E agora?

Um jeito muito simples de criar um banco de dados de «tracking» e simplesmente reduzir os dados, categorizados, em listas, e montar um wiki no estilo de SourceWatch no servidor local 127.0.0.1 — manentdo os dados privados na esperança de poder produzir conhecimento pelo qual alguém pagaria, um dia.

Se o custo de assinar IOB, Bloomberg, ou tantos outros é alto demais, faz um terminal de Bloomberg caseira. Isso tem sido meu motivo por vários anos.

No diagrama que o gato cuspiu na sofa hoje, vermelhos são agêncis governamentais, azuis são empresas, amarelas agências de governos estrangeiros e organizaçãoes mulilaterais, vermelho escuro são ONGs.

Aqui, em branco com letras vermelhas, orgãos da mídia financeira. — sem o Valor ou o BE marcarem presença, desse ângulo.

O efeito da Plataforma Social é visível no centralidade — tamanho representa centralidade — do Twtter. Todo mundo chega no fim em Casabranca.