Meu Cadáver | Morto Ainda

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Sem novidades sobre meu cadáver — apenas faiscas de prosa nas trevas.

Dizem aí que o colega Luis Nassif nem é tão comunista “nem utópico nem e outros nomes mais que nos chamam.”

Eu tampouco, cumpanheiros.

Parece que a justiça vai demorar. Só agora é condenado um dos responsáveis no caso Celso Daniel, dizem:

Os policiais civis do Setor de Investigações Gerais (SIG) da Delegacia Seccional de Diadema, no ABC, que prenderam Marcos Roberto Bispo dos Santos, condenado a 18 anos de prisão por participação na morte de Celso Daniel, então prefeito de Santo André, em 2002, estavam acompanhando a rotina dele havia um mês na casa onde ele estava morando, no bairro de Piraporinha. Ele era procurado pela Justiça e foi julgado à revelia, no último 18 de novembro.

Acho que o melhor procedimento agora, aguardando notícias sobre quem matou este corpo que tenho adotado — no caso, o sem vida do vereador Romazzini de Guarujá, mas quando começa-se a adotar cadáveres brasileiros precisando de um esclarecimento, dá bastante trabalho — é traduzir o texto, e contexto, para inglês ver.

É um procedimento simples, mas capaz de causar escândalo.

No meu sítio “profissional” — entre aspas porque ainda não posso nem pensar em CPNJ até receber o RNE — montei uma bugiganga que conta a história de lugares sambojanos que nos signficam algo, entre botecos e bancas que vendem habanos e parques onde pode-se os fumar, e tudo mais.

Vivo falando de Paranapiacaba, por exemplo.

Gosto de fantasmas vitorianas.

A Bolsa de Café de Santos: adoro.

Vou construindo um guia pessoal.