Wazamentos | Conta Suiça

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WikiLeaks mudou para um endereço na Suiça, WIKILEAKS.CH.

O Azenha disse que falou diretamente com o Julian Assange sobre a divulgação dos 2.855 documento referentes ao Brasil.

O W$J informa:

O nome de domínio wikileaks.org estava fora do ar nessa sexta-feira após a retirada de serviços de DNS — pelo fornecedor de nomes, EveryDNS.net. O ministro de indústria da França, entretanto, disse o país pretende impedir outra empresa, OVH SAS, de hospedar o WikiLeaks, que pintou de “criminoso.”

Mais ainda, o WikiLeaks, dizem, divulgou o endereço numérico do sítio, que dispensa dos servidores de nome — estes que forecem o CPF de determinado nome de domínio.

O anfitrião é um tal de PeriQuito AB. Este me passou ao endereço

Este é o anfitrião francês do projeto, OVH — agora ameaçado pelo governo de Sarkó — o segundo presidente mais baixinho do mundo desenvolvido.

Quando dos telegramas da embaixada de Brasília, as notícias ultimamente tem a ver com o Minstro Jobim e seus tratos com o governo norte-americano sobre cooperação tupi-íanqui.

Somos, além do mais, dois paises que nos apelidamos com nomes de tribos de índios.

A atividade girava em torno de um visita do Ministro aos EUA para negociar os termos de cooperação com o Robert Gates — o Jobim de lá e o único minstro mantido pelo Obama do governo Bush. Eu não estou entendendo porque, é bastante ínédito.

Não consigo localizar o telegrama “ele odeio o Tio Sam.”

Parece ser este, que no meu último acesso ao sítio o texto foi cortado.

Faltam-lhe vários parágrafos.

Nele, o embaixador Sobel acha o plano brasileiro, de temperar o radicalismo do Chávez integrando a Venezuela em projetos conjuntos regionais ,”ingénuo.” O Jobim argumentou que isolando o Baita de um Bolivariano só ia radicalizá-lo cada vez mais.

Eu, na minha ignorância confessa, ainda tenho o palpite do  brasileiro ter a razão.

Estou achando os telegramas do chargé d’affaires e vice-chefe de missão pouco  escandalosos — além de uma referência ás pressões para que o Brasil baixe uma legislação antiterrorismo.

Reportagens na imprensa tem sugeridas que a poderosa ministra da Casa Civil engavetou of projeto de lei, que foi atacado por ativistas e movimentos sociais temendo que podia sera utilizado contra eles, comparando o projeto à repressão sob a ditadur. O silêncio na mídia e nos meios políticos sobre este engavetamento expõe a falta de compromisso das elites cujo apoio seria necessário para passar por cima da resistência do executivo brasileiro. Portanto, nossos esforços no sentido de pautar esse PL no congresso serão dificeis.

Quer dizer, “a mídia brasileira é nosso parceiro em pressionando para polítics domésticas de nosso interessse”?

Cita alguns pronunciamentos do Lula sobre o “terrorismo” do PCC em 2006 como motivo de esperança, mas conclui que agora tem pouca chance.

Também com pouca chance: a compra do F-16 SuperHornet pelos brasileiros, segundo os profissionais mais graúdos. Pena, o estado de Washington, onde fica a Boeing, precisa dos empregos. A concorrência da Airbus e até da Embraer não é muito bem-vinda.

Meu próprio sentido de segurança e insegurança pessoal no Brasil tem seus medos — a polícia bandida entre eles, confesso — mas pelo menos, graças a Deus, o medo de viver mais um 11 de setembro não está na lista por enquanto.

Ainda assim, eu sou entre aqueles achando que não precisava-se de legislação especial para lidar com al-Qaeda, um grupo criminoso internacional que cometeu graves crimes de lesa-humanidade.

Osama é um assassino pelo menos 3.000 vezes. Temos estatutos que definem o motivo de ódio como fator agravante, aliás. É desafiadoramente disposto à resistência armada. Devia estar morto faz anos.

Por enquanto, o Brasil não é odiado tanto por quase ninguém.

Só invadiu o Paraguay, 150 anos atrás.

Não lhe faltam território nem recursos.

Vai dar trabalho ainda ao Estado a ocupação de enormes trechos do território que já tem.

Os haitianos tem suas dúvidas, mas o país não exporta seu terrorismo do passado — que era o terrorismo do Estado dos Tonton Macoute, em qualquer caso.

Ainda assim, tem que lembrar-se da tragédia de Munique quando hospeda a Copa e Olimpíadas, com certeza.

Jobim quase que confessou a presença dos FARC in Venezuela, ofereceu uma proposta para fortalecer a confiança mútua entre  Colombia e Ecuador na sua fronteira, e falou de um programa pelo monitoreamento da fronteira brasileira com a Colombia para combater o fluxo de entorpecentes.

Quase que confessou? Eu botaria as entre-aspas do pronunciamento para fundamentar a interpretação.

Dentro de dois dias depois da conversa com Jobim, assessor Marco Aurelio Garcia divulgou publicamente a vontade do Brazil de aliviar a tensão Colombia-Venezuela com o monitoreamento da fronteira. Este demostra o quanto o Jobim gozar da confiança do Lula em assuntos de segurança e destaca mais uma vez o desejo do Brasil de bancar o pacificador do continente. Embora o fato do governo continuar questionando o DCA com Colombia e insistindo em pintar o Uribe como a fonte principal de tensões andina pode reduzir a eficácia dessa iniciativa, acreditamos que o GDB é sincero na busca de reduzir tensões. Deveriamos apoiar estes esforços. .

Desde antes das eleições, entretanto, no Latin  Business Chronicle, o aviso de que Dilma podia «radicalizar» o setor de energia no Brasil. Estão falando do abandono do modelo de concessão para o modelo de produção compartilhada.

Apenas traduzo, confiando nos amigos e colegas pela crítica do relatório.

Dilma Rousseff foi ministra de minas e energia entre janeiro de. 2003 e junho de 2005. Presidia o conselho da Petrobras e continuava ligada a política energética com ministra da Casa Civil até se demitir para concorer a presidência. Embora outros terem contribuídos à política de estado nessa área, ela nitidamente tinha uma mão forte na formulação da futura política energética do país.

Novas regras na pauta do Congresso brasileiro fariam com que a futura exploração do pré-sal abandonaria as concessões que favoreciam o setor privado, substituindo essas com contratos de produção conjunta. Uma nova empresa estatal será instituída para a exploração, com o poder de veto em todas as questões operacionais. Petrobras tomará pelo menos  30% de qualquer consórcio formado. Será a operadora  principal em todos os consórcios e pode receber direitos exclusivos em qualquer um quando o governo quiser. Temos que presumir que a Dilma apoie estas iniciativas.

A questão mais urgente e se este envolvimento do Estado irá ou não irá espantar investidores estrangeiros. Levantam-se dúvidas sobre a capacidade da Petrobras — uma empresa bem-gerenciada — de assumir novas responsabilidades.

A perspectiva de uma integração energética da América do Sul é muito problemática. Vários regimes políticos têm visões divergentes sobre a energia. Uma vez que as reservas do Brasil farão que o pais se equivale ao Kuwait e a Rússia dentro de poucos anos, não há grande preocupação na Brasília para uma inciativa regional.

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