WikiVazada | Melhoras na Polícia Mata-Morre?

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Alemão 2007

Recentemente, o colunista Wálter Fanangiello Maierovitch fez o balanço da ocupação do Complex de Alemão e achou que entre o massacre de Caradiru e hoje, as coisas melhoraram.

Um telegrama do Consulado, Rio de Janeiro, divulgado ontem, também pergunta: “A programa de pacificação nas favelas do Rio respeitam direitos humanos?”

A resposta é sim, no caso das UPPs, embora observa-se que o fato vai na contramão das tradicões da “polícia que mais mata e mais morre.”

RESULTADOS BONS EM FAVELAS PACIFICADAS …

Representantes de direitos humanos e grupos comunitŕios apoiam, em geral, a program de pacificação, dizendo não ter testemunhados nenhumas mortes relacionadas com os 450 agentes da UPP patrulhando as favelas. Rafael Dias de Global Justice, uma das ONGs mais prestigiosas de Rio de Janeiro, nos informou dia 1 de dezembro que as UPP tem sidos positivas no que trata de direitos humanos, confirmando a ausência de mortos pelos agentes das UPP officers desde que o município estado lançaram o projeito um ano atrás. (Anote-se: até agora, quatro favelas foram “pacificadas” eliminando o tráfico e começando a oferecer serviços básicos. O tráfico continua em uma quinta favela, que recebera uma UPPP assim como a situação de segurança fica estável. Franciso Marcelo do Observatório de Favelas nos disse dia 30 de novembro que estatísticas de crime — homicídios em especial — são muito mais baixas en communidades com UPP, e serviços básicos como eletricidade e lixo estão melhorndo. Itamar Silva, diretor do Observatório, elogious as UPP também, embora com ressalvas citando a pacificada Santa Marta, onde moradores apoiam a UPP, dizendo que a segurança melhorou de forma dramática.

Li que estão mandado agentes mais jovens, os primeiros a receberm um treinamento diferenciado sob o programa PRONASCI, às UPPs.

…MAIS EM CONTRASTE MARCANTE COM O COMPORTAMENTO DA POLÍCIA EM GERAL ….

¶3. (SBU) Se bem que os logros das UPPs ná área de direitos humanos tem sido positivo, o número de denuncias contra a PM-RJ, especialmente quando das execuções sumárias, não é. Dia  8 de dezembro, Human Rights Watch (HWR) divulgou relatóri chamado “Brazil: Força Letal,” enfocando a violência da polícia de Rio e São Paulo. Diretor das Américs da HWR, Jose Miguel Vivanco, e seu vice, Daniel Wilkenson, num evento lançando o relatorio em Rio de Janeiro, eram especialmente preocupados por mortes nas molde de ‘resistência seguida por morte. Numa reunião com antigos formados da Harvard — assistido por  Poloff e PAO — no mesmo dia, Vivanco e Wilkenson chamaram os 1.137 casos documentados nessa categoria no estado de Rio desde 2008 um número “dramatico. Afirmaram que dados de perícias e estudos de casos dos útlimos quatro anos concluiram em muitos casos estas ocorrencis foram execuções extra-judiciais. Condenando estes caso, Vivanco e Wilkenson ainda concederam que a PM enfrenta um “enorme desafio” em encarando a violência e Rio de Janeiro e Sao Paulo, e elogiaram — RIO DE JAN 00000440 002 OF 003 — a vontade do Governador Sergio Cabral de acatar os resultados e recommendações do relatório. O dia seguinte, porém, O SSP-RJ Jose Mariano Beltrame chamou o relatŕoio de “enviesado,” defendendo o modelho UPP como a melhor opção pela redução de homicídio constanto como “resistência seguida por morte.” (Nota ben: o relatório da HRW avaliou positivamente o programa das UPP, mas não fez uma avaliação independente dele.). Cabral também  saiu depois com críticas ao relatório como destacando o negativo e deixandoa reconhecer “a polícia de bem.”

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