Prisões na Morte do meu Cadáver

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A polícia deteve na manhã de segunda-feira um homem e um adolescente de 16 anos que confessaram ter matado o vereador Luís Carlos Romazzini PT no dia 26 de novembro no Guarujá.Romazzini foi morto dentro de casa. Após soar o alarme de uma de suas motos, o vereador saiu para conferir a situação e acabou trocando tiros com os bandidos. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.Apesar dos homens terem confessado o crime, a polícia também trabalha com outras linhas de investigação, como motivação política, e apura se houve participação de outras pessoas.

Fonte: Diário do Grande ABC.

E mo O Globo …

SÃO PAULO – Um homem que já cumpriu pena por roubo e um adolescente de 16 anos foram capturados na manhã desta segunda-feira sob a acusação de terem participado do assassinato do vereador do Guarujá, no litoral paulista, Luís Carlos Romazzini (PT), em 26 de novembro. O menor de idade confessou o crime, afirmando que o objetivo da dupla era assaltar.
As detenções foram anunciadas pelos delegados Cláudio Rossi e Luiz Ricardo de Lara Dias Júnior, respectivamente, titular e assistente da Delegacia de Guarujá. Eles não divulgaram os nomes dos acusados, alegando que o inquérito tramita em segredo de Justiça. Outra justificativa dos policiais foi a de que, neste momento, certas informações poderiam prejudicar as investigações.

— O inquérito ainda segue em segredo de Justiça. Estamos apenas dando uma satisfação à sociedade e aos familiares e amigos do vereador Romazzini -, declarou Rossi. Ele antecipou, no entanto, que a confissão obtida lhe dá “segurança” de que a dupla capturada, de fato, participou da morte do político, porque já vinha sendo investigada e revelou detalhes que só quem esteve na cena do crime poderia saber.

Ele explicou que as investigações prosseguem com o objetivo de trazer ao inquérito mais provas, identificar outros envolvidos e esclarecer a real motivação do crime, embora a hipótese de latrocínio tenha sido admitida pelo menor. O vereador recebia ameaças. Apesar da suposta intenção patrimonial da dupla detida e dos indícios de que realmente tenha sido esta a motivação, o delegado Lara disse que outras hipóteses, inclusive a de crime político, não estão descartadas.