A Blogueirada Mais Poderosa do Brasil

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Quem é o blogueiro com a maior influência sobre a autoestima, autoconhecimento, comportamento e ambições do jovem brasileiro?

Talvez será uma surpresa: o Ciberjornalismo.com. Etambém talvez o GJOL

Ou talvez não será uma deescoberta tão empolgante assim, na medida que seu ponto de vista jamais alcançou a ubiquidade do seu discurso.

A sua importância vem dos projetos filantrópicos sem fim visando a realização de uma tradução perfeita entre o discurso de exponentes deste conceito

Para mim, vocês sabem o que penso: na maioria dos casos, tudo que já era velho é novo de novo. As balas cravando a cadáver ainda têm que serem contabilizada, e não haverá dúvidas metafísicas sobre quantas. Ou fossem quatro ou, no caso do meu vereador de Guarujá, fossem cinco.

Deixar de sair da redação, preferindo mexer com alguma infografia de gêniio pode evitar seu conhecimento to fato lamentável, mais nada pode evitar o fato em si.

O cerne desse esquema e a consultoria Innovation-MediaConsulting. Seu cliente maior é Microsoft — junto com o iPad, é natural, que também utiliza o processador Intel — e seu sócio no ramo de propaganda  é a Edelman Worldwide. Seu sucursal Sambojano é IBOPE, reciosos de desagradarem seu sócio maior, o Millward Brown Brasil.

Enquanto o Grupo WPP se funde com o Omnicom, o Adobe se funde com o Omniture — outra empresa redolente da palavra latina para tudo. E enquanto isso, o GDA reune os maiores, melhores projetados jornais digitais — naturalmente, sendo todos clientes de IIM, que merece a fama de competênciza — da continente sul.

Nenhum dessas pessoas quiseram ver eleita a presidente que acaba de se eleger. E agora? O que faraão?

Primeiro, no entanto, tenho uma promessa a pagar — que esse discurso sobre a necessidade de um Jornalismo 2.0 seja uma coisa anglo-sajona imposta nessas pacatas costas pelo Homem de Chapéu Amarelo.

Basta observar a recurrência de conceito a ver com novidade e jornalismo, ou periodismo, como nossos primos hispanos suelan hablar — junto com “inovação social,” o que seria relações trabalhistas sem liberdade de assembléia e negociar coletivamente.

O esquema inteiro, de fato, tende a reduzir o teor de cultura disponível ao brasileiro a traduções e dublagens de vítimas — como recentemente foi apontado — como o MPAA,. Eu procuro não exagerar, mas frases como “autogenocídio cultural” entrem na minha cabeça e não fugirão.

E o constrangimento próprio não me é pouco. Sabendo que meu dinheiro de contribuinte de que o rádio As-Sawa seja uma emissora comercial normal e não um instrumento de propaganda beira o ridículo. Eu fiquei sabendo do sítio do State, com certeza o ouvinte-alvo saberá.

Há blogs circulando agora supostamente escritas por meninas iranianas cansadas do ortodoxismo que separa os sexos. Se se descobertassem fraudulentos, imagine a frustração do iraniano médio lá no LAN haus.

Um sítio tópico é utilizado para repercutir vários artigos em vários canais.

Estão achados embutidos em grande número de nichos dentro da rede maior — os LSDs, ou latifúndios de samizdat digital.

Não serria difícil monitorar usuáios, perceber o “buraco estruturual” de tais pessoas e logo em seguida preenché-lo com algum sítio montável dentro de uma hora, ou menos.

São quase como os shibboleths do hebréus na noite — abstrações reconfortantes e animadoras, levando o seguidor do movimento no sentido de um pensamento que não mais contém a possibilidade do seu contraditório.

Cada um em seu nicho. A rede cumultiva não pode ser estudado até agrupar o sem-número de exemplos soltos de LSD em um único bloco.

Algo que me deixa mais zangado ainda é o fim do lugar tradicionalmente mantido para o revisor nesse novo mundo que nasce.

News21 foi um projeto ambicioso das fundações Carnegie e Knight e resultou em várias edições, produzidas pelo país inteiro.

Os Republicanos Internacionais — financiados com nosso dinheiro — querem democracia em algum lugar onde a cocaína e putas são baratas.

Para resumir as disparates do presente, é só observar que uma incubadora de filantropias de Nova York esttá trabalhando com Citibank e a aaseguradora All State — duas das empresas mais odiadas do país, até nos anos 1990 — para organizar a alimentação de pessoas enquanto Citibank reclama o pagamento do inteiro valor do imóvel pelo dono.

Agora, para demostrar a dependência absoluta desse discurso nos cursos experimentais de jornalismo começando antes da guerra no Iraque — lá encontro tantos bons amigos e interlocutores. Se houvesse um universo justo o Corante seria uma empresa bem-sucedida, e continuo desejando o melhor da vida para quem fabricou o Movable Type. .

Me lembro muito bem do autor do  The Flack],visível acima, pela grande honestidade com que ele avaliava as tendẽncias do dia.

Existe a versão de que havia agentes de publicidade empregados por um certo Seu Flack, até, por metonomia, este nome ser conferido em cavalheiros daquela profissão.

Peter é um”flack” nesse sentido e previa abertamente que os Flacks virariam os Hacks — apelido de um jornalista, pelo mal jeito de maneusar uma máquina de escrever. Peter estava dizendo quinze anos atrás que a profissão tradicional do jornalista ia acabar, e que não haveria mais vozes isentas por haver seguido um processo de apuração.

Aqui temos um bom exemplo de um LSD — latifúndio de samizdat digital. Quais as chances de entusiastas do mundo inteiro — entre eles, eu — começarem a anotar regularmente observações sobre o assunto num espaço na rede?

A taxa de abandono de blogs é enorme — cheguei a estimá-la. E aqui pessoas utilizando conceitos parecidos começam a documenta projetos parecidos em sítios parecidos. É um LSD.

Meu flack, entretanto, achava que isso — minar o papel social do journalismo — seria ruim. Hoje, porém, ele acaba do fazer acontecer — saindo do Edelman após uma década implementando o método Faith Popcorn  lá.

Faria uma ótima entrevista para Tupy ler.

Agora virou sócio-fundador das Flatiron Communications LLC.

A difererença é que em nosso país, meu amigo “flack “jamais ganhoui um prêmio para jornalismo, embora muitos para publicidade e RP.

Nesse país, parece que a situação é meio a contrária.

Roberto Marinho, Jornalista, como um nome bom pela ponte de Brooklyn? Acho que não. Era um homem que vivia uma pose do que não era. A Nova York destroi pessoas assim.   A história os faz inúteis, no fim.

A turba de Global Voices Online está lá, advogando o bem que Obama quer pelo povo americano, e mentindo enquanto recebem por fazer issue.

Outra hora eu conto-lhe as intimidades negociadas pelos propagandistas de Edelman. AtlasShrugs2000 era tão anti-Dilma que algúm cacique editorial devia ter pedido uma descida no volume.

Uma vista da rede social em relação com mídias tradicionais.

Trabalhando com IFEX, um jornalista independente de ABRAJI devia simplesmente pegar a assinatura do embaixador na carteira.

A consulltoria monta um circúito fechado arredor de si, de sítios que citam-no e que ele cita. São quase todos iguais.

Se que saber, o Projeto Jornalismo 2.0 sempre era parte do pensamento da longo prazo da Edelman e clientes importantes como Microsoft.

Um “mergulho” no nó Ciberjornalismo traz de voltas velhas memórias de grandes debates e a influência de “pensadores da economia da rede’ como Shirky e O’Reilly — este o melhor-sucedido mogul de todos, vendendo os livros-padrãos para todo que é código proprietário.

A próxima camada arqueológica nos leva de volta aos começos do TED, o movimento do programador-voluntário, o alto astral de Jeff ‘”Buzzmachine” Jarvis e as turbas amotinadas mais ainda assim inteligentes de Howard Jarvis — ainda hoje não consigo entender como eles convenceram tantos a acreditarem naquele voudoun toto —  e as primeiras plataformas estáveis de blogs, que imediatemente viraram spamodutos, é claro.

O del.icio.us original foi uma revelação na sua simplicidade aparente.

Havia Jornalismo 2.0 e Redação 2.0 e

As grandes revistas e os jornalõees prestraam atenção, entre os primeiras o Financial Times. Os primeiros observatórios partidarizados de mídia apareceram. Alguns sítios já faleceram, mas o Jornalismo 2.0 continua no ar.

Facilmente inventa-se novas versões. O Futuro Inovador do Jornalismo. O Próximo Webornalismo.

Era todo um discurso, todo uma prática. O feitio maravilhoso que o Ciberjornalismo.com fez no Brasil foi fazer com que colegas profissionais se comportarem seguindo sua epistemologia bizarra.

Vejo com regularidade estas idéias posta em prática em redaçãoes importantes do país. E o resultado é um jornalismo além do que do esgoto. É um jornalismo que perdeu seu laço essencial com a busca coletiva da verdade como um bem social só porque aquele “social” lembre um poquinho de socialismo.

O que é uma coisa terrível, segundo os gurus desses jovens, que jamais acompanhou o raciocínio de alguém mais bábil na arte da dialectica que Luciano Huck.

Edelman estáva atrás de todo. Algúm dia eu termino o trabalho com os dados e esboço algumas conclusões. Interessante ver que a campanha pela reforma da lei de calúnia continua.

Tinha várias as inovações do grupo então: a primeira fusão de um jornal com um sítio de relacioamento, um site de blogs e um agregador social de notíiias, por exemplo, e entre os primeiros a  mobilizar aquela comentariada para fins políticos de interesse aos clientes.

Isso sem comentar o começo da conversas com as editoras que resultaria em poucos anos em programas de treinamento no “novo” jornalismo sob a fundação Pew.