Caça-Fantasmas | A Nova CMap

Padrão

Se essa bugiganga que ando construindo aqui  terá que comprovar seu valor comercial — deveria pelo menos poupar tempo na construção de listas estruturadas de “jogadores” em determinado setor da economia — acho que estou me aproximando.

Tome por exemplo o modelo do setor de capital de risco que eu fez de uma modesta amostra de dados e a diagramadadora yEd — acima.

Agora, seleciona relações com investidores — “Investor Relations.” Os blocos são dispostos em uma hierarquia, de cima para baixo, segundo sua centralidade-autoridade nos dados que temos.

Eu já sabia, mais a vasta maioria de relações com investidores de empresas públicas são feitas pela consultoria MZ, um parceeiro tecnológico de Microsoft — a qualidade do trabalho da qual deixa a desejar. Eu leio decenas de relatórios trimestrais por dia. Eu sei de trimestrais.

Passando ao segundo núcleo, descobrimos uma configuração de entidades do “private equity” — ou seja, “fundos fechados,” sem assinaturas públicas.

ABRAAJ, como acontence, figura entre os 50 maiores fundos deste tipo do mundo. Anotamos alguns fatos sobre ele. Assim andamos construindo e completando o que a “aranhação” divulgou. Só que CMaps, ou uma futura versão dela, seria o interface ótimo para isso.

O ideal, digamos, seria poder trabalhar diretamente com estes dados quase em tempo real, ou pelo menos com bastante destreza e rapidez.

A nova versão da CMapTools me deixa brincar com elementos da “rede semântica” sem ter que lidar com ferramentas complicadas como Protégé, que eu aprenderei depois.

Embaixo, um exemplo — um modelo que explica o motivo de muitos destes estudos nossos no blog. 

Um pessoa usuária de redes de computadores acesse uma rede na tentativa de conhecer outra pessoa.

A problema que aparece de inmediato é que enquanto um usuaŕio de uma rede pode ser uma “pessoa real,’ nem todas são, e muitos não são.

Brevemente esboço o problema de pessoas “genuinas” e “virtuais” e concluo que, ao contrário de um certo discurso, interagindo por meio de uma rede eletrônica faz com que seja menos provável que você cruzarás com alguém “de verdade” ou que seu encontro seja “aumentando” pelo uso de tecnologia.

O modelo não vai muito além dos modelos de confiança em redes abertas publicados pela RAND, mas estou trabalhandou para extender o esquema à classificação de redes. Se ben que temos o

Círculo Fechando

Shopping de Innovação

Comunidade de Inovação

Consórcio

onde caberia outras associações de pessoas jurídicas como a Organização Virtual Enredada? Os mesmos critérios sirvam para definir o que e como seria um Lobby, uma Entidade de Classe — no sentido getulista — um Zaibatsu, um Cartel?

Naturalmente, o caso que nos preocupa a nós é a ética de propaganda clandestina, que envolve um agente não-declarado do uma pessoa jurídica interagindo com outro usuário sob pretextos falsos.

Corolários importantes também são os casos de indivíduos agindo como agentes de pessoas jurídicas e violações permitidas da “regra de sinceridade,” assim como quando Wagner Moura impersona o príncipe de Dinamarca.

Vi aquilo. Foi uma loucura.

A rede, entretanto, que se formou em torno a nova CMapsTools nos mostra que bastante patrocínio empresarial foi necessário pelo projeto ultrapassar esse ponto crítico —  o de permitir a interoperabilidade de várias ferramentas da “rede semântica” — alguns que não funcionam ainda tão bem assim, aliás.

Universitários gaúchos tinham um papel de destaque a jogar no projeto.

Muito do trabalho foi feito por um consórcio universitário, acho que durante uma mutirão de programação — embora a responsibilidade continuava com algumas faculdades norteamericanas..

Empresas como iTunes, Amazon e Honda deram patrocínio quando exibiam o software em conferências é congressos.

Mas o impeto maior veio dos grandalhões, Apple e Microsoft, em parceria com NASA, agência especial do governo, que parece se especializar hoje em dia no papel de embaixador à juventude.

Tenho que conversar com um cliente por um tempinho, mas depois, um raio-X do setor de agronegócio brasileiro — o setor mais abastecido da economia, e omais moderno — muito, muito apesar daquele visual “caipira” e “amador” no site do CNA.