Allahu Akbares de Aluguel? As Arruaças Iemenitas

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Curioso receber hoje de manhã a matéria, em inglês, dos Times de Iémen, aquele pedaço de baixo da peninsula arabica onde quem sabe o que podia estar rolando lá nesse momento?

O artigo nos fornece com um locus classicus do jornalismo de “medo, incerteza e dúvida.” Sem dar uma narrativa coerente de acontecimentos testemunhando pelo jornalista, é sugerida que maniffestações de rua no país podem ser encanações pelos ingleses ver.

Nada as-Sakkaf nos informa, e traduzo,

O mundo está nos olhando, querendo saber se estamos prontos para uma mudança, ou até uma revolução. como aquela vista nos últimos dias na Tunísia.

Eu acho que não.

Segundo ela, o povo iemenito tão tem um sentido suficiente de “auto-determinação” de sair nas ruas numa verdadeira e sinceira expressão de desgosto.

Não existe nenhm sentido de urgência na vida cotidiana do iemenito que o levaria a tal. Podem estar na miséria mais aguda, mas param tudo pela dose de qat que tomam de tarde.

Uma peça de jornalismo apelativo desse tipo tão frequentemete apela que de inmediato a argumentos de plauisbilidade, que demorarm, adiando o momento quando tem-se que encarar os fatos.

Nesse caso, no seu papel de guardiã do portal para que não entende do país, ela avoluma anedotas sugerindo uma cultura de manifestações políticas farsescas no estilo mexicano. Traduzo de novo.

A maioria das  ‘manifestações’ no País são de fato comícios orquestrados: as multidões são encarregadas nos ônibus, dadas faixas pre-feitas e ensaidas nas palavras de ordem do dia. Alguens bem podiam estar ganhando a vida como gritantes de ‘Allahu Akbar’ de aluguel.

O uso de estereotipo e a completa ausência de qualquer ato de reportagem — tal como uma entrevista com alguém na rua para ver se trata-se de um comício farsesco ou algo diferente — poem essa matéria sob observação.

Reuters hoje explica proque el vício de qat — uma folha estimulante, mastigada, tal como ada coca — pode impedir um movimento revolucionário.

Qat, também khat

Mas os ingleses mantinham um império, até  tomando chá cada tarde.

Desde a semana passa, emt]ap. tivemos uma manifestação bem arruaceira de “deceenas de milhares” e um comicio na porta da Universidade onde um fornado reclamou da falta de emprego dele — ainda falando um bom inglês é muito popular no Facebook.

AFP avalia as manifestações genúinas mas sem chance de derrubar o regime de al-Saleh, ouvido recebondo conselhos de Obama sobre “reformas substantivas.

Ai, que bom: mais uma terra de ninguém cheio de guerrilhas onde as vozes oficiais insistem, “Todo está sob controle, circulando, circulando.