USAID | O Samba de Sempre

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Assinei um boletim diário do grupo  International Development — é da USAID.

Hoje leio o seguinte.

O debate sobre assistência norteamerican no exterior não pode se perder no vaivém político de sempre,”  segundo um co-presidentes do  Modernizing Foreign Assistance Network, a rede pela modernização de assistência. Notou que o público norteamericano precia saber “os fatos honestos” sobre a assistência mandada para outros paises.

Por exemplo, um imperativo será corrigir a percepção errada de que assistência consuma  25% do orçmento federal segundo, David Beckmann, George Ingram e Jim Kolbe write. Na verdade, o  númeo é inferior a 1%..

Também chegou a hora de deixar de usar as verbas assistencialistas como a piñata de movimentos políticos almejando gastoas e impostos, segundo os três, destacando o papel crescente de desenvolvimento na política exterior dos EUA.

Quer dizer que fica criticada — você bate num piñata, né? —  fora de qualquer proporção com sua importância no orçamento.

“Nosso modesto investimento em assistência estratégica e eficaz paga dividendos fartos em termos da nossa segurnança, prosperidade, e continuada liderança,” dizem..

É, graças a efectividade dos investimentos no Haiti — o auditor da própria USAID usou a palavra “fracasso,” enquanto dinheiro foi gasto produzing propaganda comemorando as eleições viciadas de um “caso de sucesso” — os haitianos ama ambas nossas gentes agora.

O argumento mais devastador que eu ouço do Congresso é, se vocês nem conseguem uma missão tão modesta como lidando com o Haiti, por que lhes deixarimos brincar com um país muito maior e muito mais delicado e perigoso se você pisar na bola.

Eu gostaria ver mais dinheiro gasto nesses programas, mas apenas após uma revisão da gestão orientada pelos resultados, e um massacre das tropas de outros carnavais.

No ramo de segurança,, a USAID suplementa o trabalho da diplomacia e os militares em Afeganistão, Paquistão e outros paises na linha de frente com apoio ao treinamento de forças de segurança, assim com as mudanças que traz às vidas das pessoas.

Bom saber que a primeira coisa que fazemos quando entramos em um “estado falho” e armar todos os jovens homens desempregados.

A notícia do Iraque é que o governo começou a faltar com os salários, por exemplo, levando a polícia a voltar `a insurgência, com um fuzil AK grátis do governo.

Também, programas de desenvolvimento ajudam a estabilizar paises alem-mar, os transformando em mercados para bens e serviços norteamericanos. Assistência também ajuda os EUA a manter sua posição de liderança mundial, dizem.

O Francis Fukuyama — aquele que achava que Iraque viria uma democracia de livre mercado dentro de seis meses, antes de admitir publicamente que foi enganado — é um dos diretores desse tal  de MFAM — Mais Foros Anti-Marxistas!

O grupo, aliás, não divulga suas finanças.

Parece morar com Bread for the World, na Rua K, numa arranha-céu de grupos de lobby..

Este também não parece divulgar fontes de finanças. Tem várias acreditações, que são bonitinhas, mas eu quero é que ver o Formulário 990 do ano passado.

O  Charity Navigator disse que o 990 estava presente, mas foi escondido em algum canto onde eu não podia achá-lo. Recebeu $6.6 milhões no ano passado, parece.O Bread e o Brookings tem blogs na rede de blogs da nova organização.

Quem quer me chatear com apelos deste tipo sem me dizer, logo no começo, que está pagando este pato, pode continuar viar sem desperdiçar o fôlego.

Também tenho o preconceito de que quem pretende mudar o mundo blogando está louco e inútil.

A liderança são os frarcassados de sempre — com um notável viés ao Instituto Hoover, que produziu Condsaleezza Rice. Tem cheiro do governo anterior.

O discurso de novidade mesmo está ficando tão antiguado que seria refrescante uma campanha tipo, “Voltamos ao bom e velho jeito!”

Porque humanitária+armas não passa da estratégia de “corações e mentes” da guerra na Vietnã.

Vai levar um século antes que Afeganistão vende 50,000 laptops Dell por ano, eu te asseguro.

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