A E-Intifada Egípcia | Produto Para Exportação?

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The Nation acaba de chegar com um artigo que põe uma pergunta delicada

A revolução em rede de Egito, pode-se ser exportado?

A reportagem é de Ari Melber. Vale uma tradução para Tupi ler.

“O poder em Washington não tem estómago para mudanças no  Egito,” observa Evgeny Morozov, cético conhecido quando da eficácia de movimentos digitais, “mas o Vale de Silício conseguiu inviabilizar o Mubarak ainda assim.” Como temos visto agora, os manifestastante que se articulavam com tanta garra na Cairo foram acompanhados, e muitas vezes organizado, por redes sociais que moram no Palo Alto. Ainda assim, porém. o Morozov, autor e militante que se reuniu com os manifestantes de  Cairo, avisa contra baixando as conclusões errada do case, como explicou em entrevista com The Nation. A tranformação do Egito não ilumina nosso entendimento da maneira da maioria de ditaduras de enfrentar a Internet, afirma, porque o Egito jaimais engajou em ciberguerra contra as redes.. “Egypt não fez muito no sentido de fechar a Intrnet,” Morozov diz, “além de batendo em alguns blogueiros.” O homem tem certa razão. O contra-assalto na Internet foi atrapalhada e saiu pela culatra. Apagando a rede por dois dias veop tarde de,aos para abafar as manifestações articulada em plena rua. Apenas comunicou o pânico do regime. Da mesma maneiro, o rapto de Wael Ghonim, o executivo de Google e ativista, após a página de Facebook dele atraiu 300 mil pessoas mostrou uma ignorẫncia da natureza de redes sociais. Alvejando  Ghonim apenas assegurou uma audieência recorde ao caso — tanto dentro quanto fora do pais. Algunss  860 mil agora curem o grupo em língua árabe inciado por ele, enquanto 85 mil seguem a versão para inglês ver. Muitos outros ditatdores, no entanto, são mais sábios do que Mubarak. .

Continua explicando  a sofisticação de filgragem. cemsira. e prisões  feito por governos com os da China e Irã,

A maioria de reformista na região encaram uma repressão 2.0 que já sabem utilizar a rede como uma arma, como Morozov avisa no livroe The Net Delusion .(A ilusão da red) O livre desconstoi a noção de “liberdade por redes,” e após os acontecimentos no Egito, o livro está atraindo leitores em ambos os lados da questão, “pode ser um ditador, mais é NOSSO ditador.”. Morozov critica “rede-centrismo” – a temdência de enfocar questões de accesso a teconologia ao detrimento das causas fundamentais que deveriam motivar o debate – e fala mal de quase todo chavão já ouvido sobre o poder da rede de fazer cambalear regimes repressivos. Redes sociais não somente ajudam manifestantes a enfrentar o regime.. Ajudam igualmente os regimes a identificar e prender militantes-chaves. O Departamento de Estado dos EUA não está simplesmente  aproveitando o conhecimento de grandes empresas de TI para comunicar e espalhar suas políticas. Corre o risco de abrir espaço para uma política externa paralela, conduzida sem transparência por essas mesmas empresas e executada por código-fonte e não por telegrama.. O  discurso dos EUA é de prometer mais treinamento para um punhado de militantes na Oriente Média, observa nosso autor com certo acidez, mas faria muito mais pela causa da liberdade se parou de fazer o mesmo serviço para ditadores da região, em escala maior.. As mesmas ferramentas transparentes, acessíveis pela organização na rede de manifestação são igualmente úteis à repressão do Estado. Imagens das manifestações de 2009 no Irã foram dramáticas, tiveram impacto em tempo real, e ajudou a fixar a atenção do mundo. Poucos meses depois, porém,  38 dessa fotos foram utilizadas para dedurar os militantes, que foram presos, muitas vezes graças a sua própria agitação e propaganda. Assim, a Irão junta informantes tradicionais com as últimas técnicas de “turbas inteligentes” que se tornam ferramentas de autodenúncia. . O melhor argumento no livro, segundo o autor da resenha, é o seguinte: Ele faz uma chamada pouca convencional, mais bem-vinda, para o Governo dos EUA, a reavaliar sua visão utopista do setor de TI, que agora está envolvido diretamente em várias insurgências de cidadãos em países estratégicos..

Eu concordo. Há um círculo vicioso aqui onde as empreiteiras de TI das FFAA doam dinheiro pela “promoção de democracia” utilizndo sua tecnologia, em parceria com a diplomacia e os militares. Quando os civis e militares comentam batendo continência ao BIll Gates, alguma oisa tá fora da ordem. Depois eu resumo o resto, se der tempo.

Related issues at the State Department are piling up: The Obama administration has been leading corporate tech delegations to tout innovation in the Middle East; one American diplomat famously bragged about successfully convincing Twitter to reschedule site maintenance during the Iranian protests, implying a nationalistic bent to a supposedly neutral platform, and Hillary Clinton touts cyberdiplomats practicing “21st Century Statecraft,” an adjunct team that operates, according to Morozov, without the traditional “oversight” at Foggy Bottom. This week, she doubled down on the agenda with a major address on “Internet Rights and Wrongs [10],” which touted social media platforms and called out Syria and Iran as online oppressors, but failed to mention the censorship [8] of an American allies like Saudi Arabia. This approach is technological “naiveté,” Morozov warns, and the U.S. may wind up with the short ends of two different sticks. After Egypt, foreign governments may cynically view our tech agenda as a soft launch for regime change. Meanwhile, he argues, American tech companies still care more about free markets than free people. Thus the country takes a hit for playing tough, when it’s actually getting played. “For Facebook,” Morozov posits, “getting into China matters much more than saving Egypt or Tunisia.” He finds it odd that anyone expect a company “run by venture capitalists” to promote “freedom and human rights.” Here it is crucial, especially for activists and policymakers, to distinguish between Facebook the company and Facebook the platform. Egyptians used the platform because Facebook was a popular way to demonstrate support for demonstrations – it has more users in Egypt than any other Middle Eastern country. They did not use it because the company backed the uprising or the right to assemble. Quite the opposite. As a company, Facebook’s rules and architecture actually impeded organizers in Egypt. And its corporate policy is lukewarm on reform. “The turmoil in Egypt is a matter for the Egyptian people and their government to resolve,” Facebook noted in a meek statement on the seventh day of protests. Then, worse than rhetoric and neglected in recent media coverage, the company actually shut down one of the top Egyptian protest groups in December. The group’s administrators were using pseudonyms to avoid government retaliation [11], according to Harvard researcher Jillian York, a violation of Facebook’s rules. One of those anonymous administrators turned out to be Ghonim, the Google executive who was later abducted. At the time, the group’s supporters protested Facebook and got it reinstated; soon they were back to protesting much bigger adversaries. That was not an isolated skirmish for Facebook as a company. In contrast to Google, Facebook has refused to sign the Global Network Initiative [12], a compact devoted to preventing web censorship by authoritarian governments and protecting individual privacy, based on the standards in the Universal Declaration of Human Rights. (Both of those goals cut into the profits generated from doing business in closed societies and monetizing users’ information.) It is technically possible, of course, for Facebook to require Westerners [13] to use their real identities, while affording some protection to users risking their lives to fight police states. So far, the company has usually declined. These are key tradeoffs, especially as the pseudo-public forums of privately held companies play a pivotal role in international uprisings. Lately, a lot of Western media commentary has focused on the fashionable question of whether Egypt was (or wasn’t!) a digital uprising, as if apportioning the proper people-to-tech ratio for credit is an urgent priority. For reformers and governments, however, the core policy questions are closer to Morozov’s concerns, even if his book is more of a dystopian warning than a white paper. After all, in asymmetric conflicts between oppressive regimes and the people whom they oppress, it is no surprise that the authoritarians will try to refract innovations for their agenda. What is striking, instead, is that when facing down Goliath, some protestors found a hole to exploit before their oppressors caught up. In the end, one can point to many factors that helped trigger Egypt’s uprising. The big ones are obviously “offline,” real-world social conditions. There is also no doubt, however, that another trigger was the threat of a citizen turning the tools of surveillance back on the state: The martyred Khaled Said had video of police corruption in June, when Egyptian police grabbed him from an Internet café and beat him to death. In turn, the surveillance of Said’s corpse was another trigger, as illicit pictures of his disfigured face, snapped on a cellphone in the morgue, went viral online. And then came the Facebook trigger: First Ghonim helped form the famous solidarity group as a riposte to those pictures. Then other groups responded, and helped spread the street protests. In each of those cases, the trigger was a network – the mere threat of using one, or the act of growing one to mobilize more people. The answer to whether Egypt-style uprisings succeed in other countries will depend, at least in part, on how those networks are operated by American companies, and how they respond to pressure from governments around the world.