De SEMánticos Ánticos e Ontologias

Padrão

Está com medidas iguais de  frustração e orgulho que apresento-lhes ao

Trata de um “mapa cerebral” de uma “tormenta de pensamentos” sobre o cenário do jounalista de negócios hoje em dia — que é um Jornalismo 1.7 muito mais do que um Jornalismo 2.0, nos casos onde o jornalista ainda não desist e descampou pelas comunicaçoes corporativas.

Isso pelo mero fato de que a máquina de RI e RP é capaz hoje em dia de afogar o journalista com tantos factóides e pesquisoides patrocinados e produzidos por um proceso de automatização, tanto que o número reduzido de repórters pretendo praticar o jornalismo investigativo não têm mais a capacidade de filtrar tudo para achar o trigo no joio. Precisamos construir máquinas próprias de análise e sorteio, com um duto levando o lixo direto ao centro de reciclagem.

Eu digo que a experiência foi frustrante porque o que pretendia era simplificar meu site profiessional — apenas informações sobre nossos serviços e a crónica eventual sobre algum ponto técnico profissional.

Por isso, montei instâncias de Drupal parallelas para servir de repositóries de estudos mais ambiciosos e recheados de gerigonça técnica, presumindo que se eu simplesmente copiasse a configuração ao novo site, tudo pegava no tranco e pronto.

Não foi bem assim. Era para o sítio SEMantics servir de repositório de um esquema OWL da Organização Virtual em Rede, também OVNI, ou Organização Virtual Negando Influência, ou Não Inexistente, ou Nacional-Internacional.

Este útlimo é bom.

Deixa-me apresentar só por exemplo o funcionamento de agências em rede de propaganda dentro do OVNI que os manda seus ordens. Ontem, estavamos contemplando o personagem multifário do publicitário Marcelo Tripoli. Assim como define nosso modelo, a vida profissional do mercadologista-guerrilha — o logotipo onipresente é o Comandante Marcos, de balaclava mas sem cachimbo — é divido entre empreendimentos “juridicamente independentes entre sim mas que concordam em colaborar.”

Entidades são multiplicadas, sem que a corrente de autoria chegar tão fácil à fonte única da mensagem a ser promvida. A colobaração, de fato, extende a Raiina-VP de Marketing do complexo de varejistas-e de Boa Vista S/A — a Sandra Turchi, presidinda. Como dissemos ontem, grande parte da atividade desse complexo de agentes quase-independentes girava em torno do Campus Party, com todos seus patrocínios —

  1. os governos municipais, estaduais, e federal;
  2. Telefónica, que mantém relações com entidades internacionais clonadas da WOMMA, a associação de marketing boca-a-baca; e, basicamente,
  3. o inteiro complexo de patrocínios que bancam o Associon for Youth Movements, o MOVEMENTS.ORG — incclusive os concorretes nomiinais Samsung, Apple e Nokia.

[Atores importantes nessa parcerias públicas-privadas são firmas como Microsoft e GE Brasil, como vimos antes.

Outra manifestação dessa campanha de movimentar a juventude é a Faça Parte, com patrocínios locais — Grupo Abril entre eles — servindo de reforços locais pelo esquema

  1. organizado pelo Howcast e bancado pelo
  2. governo dos EUA,
  3. a superagência Edelman, que representa
  4. Microsoft, e as maiores redes e editoras dos EUA,
  5. Disney,
  6. e Omnicom, agora dono da WPP, representada no Brasil com a parceria Millward-IBOPE … na qual a iBOPE parece ser o sócio minoritário, na prática senão na teoria. Servindo como corretores locais são agências braileiras como Loducca, DM9DDB, Lew Lara …. todos sucursais de propaganda iánque.

e.

Estes terceirizam suas campanhas entre esse arquipélago de agências virtuais e nebulosas especializadas em espalhar uma mensagem para fazé-la aparecer uma tendência emergindo espontâneamente em todo que é canal — nominalmente independente — de mídia, corporativa ou social.

Temos um exemplo pronto a mão — as mútliplas agência de Sandra Turchi.

A agência i-Cherry é um conhecido integrante do Grupo WPP, e parece ter negócios com a PINSEM e Méthode Consultoria associadas com a Sandra — PINSEM está para ser lançado nos próximos dias, segundo sua pagina — e por essa com a turma da LocaWeb, liderado pela musa da empresa, Martha Gabriel.

É um padrão familiar: uma cadeia de delegação a entidades “juridicamente distintas” que corre de cima para baixo, assegurando à mensagem o grau de capilaridade próprio ao marketing no estilo de WOMMA.

Outra “comunidade de prática” com a qual nosso Tripolitano mantém uma afinidade electiva é o IAB Brasil, sucursal do Internet Advertising Bureau É um grupo de lobby fortemente dominado por empresas do grupo WPP —  e portanto agora pelo Omnicom. Parece que Camarada Sandra e Comandante Marcelo ganham do mesmo cliente.

O uso de elancers.net — talento trabalho quase informalmente sob contrato efémero em apenas uma pequena parte da campanha inteira — aumenta a qualidade anônima e aub-reptícia desse método de organização, no melhor estilo “guerrilha.”

As simetrias entre a metróple e a colônia são intrigantes. Basta observar que o IBOPE, que ocupa a direitora junta com todos as mídias maiores e um monte de subsidiárias locais de agências do grupo WPP, agora e parceiro direito do grupo WPP — por meio da empresa Millward Brown Brasil.

Nossas Avenida Madison e Rua K são donos desse país aqui, quando da importação de produção cultural. Penso nos saudosos Adorno e Brecht, vivendo no Hollywood e vendo o que realmente era aquilo tudo — uma fábrica de sonhos infantis e piadas de mal gosto.

Seguindo o Modelo

Mas minha tarefa de hoje ´e tentar pegar o vocábulario da OVNI e emparelhar seus componentes visíveis com o método de articulalção em rede definido por nosso modelo — que só assim pode ser validado. Então deixar ver. Já vimos a semelhança com o modelo PROMEDIA, de USAID.

De baixo para cima, redes de alianças de “institutos de pesquisa” de cunho neosubversivo — acho que o termo “neocon” não capta a abrangência deste movimento, que tem expressvidade igual na que passa para uma esquerda entre nós  — vemos um processo de clonagem e multiplicaçao de OSCIPs “autenticamente brasleiras” que não devem levar os digitais de Tio Sã, embora muitos dos militantes mas em destaque moram fora e trabalham, por exemplo, no Instituto Cato.

Outro componente importante é o educativo — a formação de Jornalistas 2.0 a serem empregados pelas sete famiglias, após a devida doutrinação.

Fiz uma nota recente, em inglês, por exemplo, sobe of projeto Manual dos Focas — um projeto não assumido da parceria Carnegie-Knight com patrocínio foretemente enrecruzado com outros aspectos dessa “guerra global de idéias,” coma alguma autora a chamou.

Eu digo “não assumidos” porque no expediente do jornal-e, nenhum dos colaboradores divulgam qualquer laço ou compromisso institucional — a famosa “meia-divulgação” que na verdade deixa os fatos importantes à avaliação da integridade do jornalismo fora do quadro.

Aqui, daquela nota que eu fiz para inglês ler outro dia, a pareceria-chave liga os centros de excelência norteamericanos com a ESPM — uma escola de propaganda e marketing. É um jeito muito estranho de formar jornalistas, no meu ver. São dua profissões completamente diferentes, como o Bucci vive insistindo.

Navegar é Maciço

Ultimamente, entretanto, o uso da ferramento Maltego tem me levado a novos descubrimentos e conexões demonstrando as sutilezas do esquema. Começo a pensar que um estudo dos papeis profissionzais de uma certa sant trindade de publicitários-guerrilheiros seria muito edificaqnte:A Sandra Turchi, o Marcelo Tripoli, e a Martha Gabriel, o “intelecto digital” da LocaWeb.

Por quê? Puxa, pode ser que isso terá que esperar para depois. Para começar, quero destacar um componente importante no vocabulário do modelo OVNI que estou desenvolvendo, o chamado PVC, ou «comunidade virtual profissional« | digamos CVP.

Este costuma ser articulado no nível multinacional por meio de congresso anuais e portanto serve de um núcleo estratégico onde a convergência de padrões éticos e empresariais podem ser reforçados por empresas multinacionais que pretendem a maioria consistência e a regulamentação mais frouxa possíveis.

Assim como programas de intercâmbio estudantil e congressos de câmaras de comércio, a CVP é um espaço muito propício ao reclutamento, onde agentes podem ser escolhidos para infiltração, como lobistas não assumidos, por convicção e convergência de pensamento ou por outros motivos.

Alguns exemplos tirados da tela ontem seguem. Começamos com o ABEMD.org.br, a associação brasileira de marketing direto. Essas entidades são vistas como ideais pela prática de P2P — o estabelecimento de redes por meio de interações com os pares.

O compartilhamento de ideías e técnicas não é descomunal. Vemos no ámbito da associação ligações com companheiros de profissão, quase todos do mundo inglesfalante, vale dizer.

A ala francesa dessa mega-PVC mostra uma certa influência dos ianques.

PaidContent.org — conteúdo pago — é um veículo venerável sobre “a economiq do conteúdo digital.”

Sua sabedoria pode ser resumido em uma frase: “Palavras são mais baratas que nunca. Um dia serão substituidas por Lorem ipsum e ninguém dará conta.”

De fato, a publicação-e é uma subsidiária do grupo Guardian inglês, segundo sua página “sobre” —

ContentNext Media is a media and information company owned by Guardian News and Media Limited. Based in New York City, the company covers the business of digital media, serving decision makers within the media, entertainment, publishing, advertising, marketing, and technology sectors.

Founded by journalist Rafat Ali in 2002, the company’s news sites chronicle the economic evolution of digital content that is shaping the future of the media, information and entertainment industries. Our belief is that in the near future, all media will be digital media, and we are helping define sustainable business models and innovation within this sector.

“Acreditamos que num futuro bem próximo, toda mídia será digital, e astamos ajudando a desenvolver novos modelos de negócios e inovação para responder a essa realidade.”

Para mim, um fato verdadeiro  relatado por um moleque que correu do proximo vilarejo vale 10 mil factóides entregados ao meu iPad. O coração do negócio — comunicação de informação — continua batendo. Se a eletricidade pifou no mundo inteiro amanhã e não voltou por dois anos, haveria jornalismo.

Ai, que saudades da máquina de linotipo do jornal que eu entregava quando molequíssimo.

Mais, eu acho que vai levar muito tempo até todo mundo no mundo aprender a digitar.

Me levou um verão inteiro, é eu sou bom dessas coisas. Digitando em chinês ou na árabe são especialmente difíceis

Sempre me impressiona a idiotice de presumir que ua tecnologia que vem com um teclado pendurado vai ajudar a alfabetizar o povo.

As duas tarefas mais importantes acontecem em ordem invertida. Poupa o orçamento, começa com giz, e depois, quando os estudantes estiveram prontos, entrega aquele laptop de $100 — sabe, aquele que custa $350.

Em posição parecida é a associação de Comandantes Marcos de Argentina, a AMDIA.org.ar.

Não é nenhuma supresa achar componentes do grupo WPP-Omnicom  — nesse caso, o Wunderman — no círculo de afinidade dessa associação — provavemete representados na liderança, com é o caso com a IAB  Brasil.

Voltando à agência iThink, do Tripoli, agora vemos suas associações com os PVC, junto com clientes — Microsoft — e plataformas de promoção social — Twitter, Facebook, e todo mais.

A associação francesa também mantém relações de alguma sorte com aquele curiioso instituto, o IVC — aquele corpo de auditores sem um único diretor independente e não representante de um dos auditados. Parece haver um movimento em moção de afrouxar a governança de institutos parecidos em outros paises, mas lhes asseguro, nos EUA, não é assim. Tem um conselho administrativo 100% independente.

Pode-se perguntar o que o IVC tem a ver com o Instituto Sérgio Motta também — homenagem a um político chegado aos milicos e acusado de compra de votas.

Boa pergunta. Precisamos de fatos do mundo real para poder saber.

PaidContent achei interessante por possíveis colaborações com vários jornais clientes da consultoria Innnovation Media Consulting — tal como o Guardian. Merece estudo mais aprofundado,.

A ferramenta é especialmente útil por facilitar a leitura simultânea de redes virtuais e servidores no mundo real. Parece que o iThink apoia-se no Frontier para serviços de hospedagem.

Fica hospedado na rede de Embratel —

AS13878 ASN-DIGINET Diveo Broadband Networks Inc

Falando em educação, uma tríade interessante são Escola de Comunicação —

Os Cursos in Company do Comunique-se são a melhor opção disponível no mercado para se aprimorar a atuação de empresas ou departamentos de Comunicação.Nossos treinamentos são voltados para profissionais de comunicação empresarial ou de qualquer área que utilize ferramentas de comunicação em seu dia-a-dia corporativo.

— a Morumbi-Anhembi, do grupo Sylvan Laureate e patrão da Martha, e o sítio “jornalísitico” Comunique-se e seu program de premiação da propaganda do ano.

Em fim, conseguimos dizer algo sobre pontos na estrutura de umsa OVNI onde estrategemas de alinhamento de interesses funcionam bem utilizando técnicas P2P.

A bugiganga no sítio até uma mapa editável tem, embora nosso esquema seja um poucoc complicado demais para isso. A configuração pode ser salva, pórem, e prometem melhorais na próxima vesão.

Acho que talvez o Centro Knight e a parceria Carnegie-Knight serviriam no papel de planejador do OVNI — sendo eles que desenvolveram o currículo e teceram as alianças entro os “centros de excelência” onde este está sendo ensinado.