Ubuntu | De Mocinho a Bandido?

Padrão

Não entendo porque o Brasil ainda não tem sua própria versão de Slashdot. Os espanhois tem Barrapunto — bem cooptado nessas alturas, mas existe.

É só cadastrar barraponto.org.br é pronto.

Inkscapee indaga hoje,

Era uma vez que Ubuntu foi o grande herói do mundo Linux, o cavalheiro branco que botaria o Linux em cada PC, passando por alto do Windows. Agora, porém, o  Ubuntu virou o  Linux Vilão. Que passou, foi a instabilidade da moda ou será que o Canonical estaria mais interessado em cuidando do próprio nariz do que em criando um bom distro??

Já contei os anos que eu passei acompanhando o desenvolvimento do SO, sempre ouvindo dos responsáveis, não se preocupe, daremos um jeito nisso em versão 9.04.

No final das contas, muitas dessas promessas não foram compridas até o lançamento da verrsão 10, que pretende fornecer a mesma experiência de efeitos especiais e todo que faz o uso de um computador parecido com a TV.

Eu tenho um TV. Quando fico cansado, o ligo e assisto Breaking Bad ou Turner Classic Movies.

Sendo que Ubuntu não passa de um sabor mais sofisticado do bom e velho Debian, então, e voltei ao original —

uname -r
2.6.32-5-vserver-686-bigmem

E aqgora estou feliz da vida.

Segundo a história bem contada pelo Mark Byfield, parece que o bilionário australiano Mark Shuttlesworth afastou muitos veteranos com uma tendência de querer centralizar o planejamento em vez de negociar a coordenação de vários projetos com várias prioridades e vários outros compromissos e valores.

Em novembro de 2006, Shuttleworth criou um esccândalo quando convidou programadors de openSUSE a se juntarem ao Ubuntu.

Embora depois o Shuttleworth afirmou que o convite foi uma responsta ao acordo de cooperação entre Microsoft e Novell  (Novell sendo o patrocinador corporativo de OpenSUSE), foi geralmente condenado como um caso de pirataria corporatva inédit no mundo de FLOSS, e o Shuttleworth logo pediu desculpas.

O ponto crítico, porém, para o contrato promovido por Ubuntu e Canonical parece ter sido a incapacidade de obter a cooperação de outros projetos na coordenação dos lançamentos.

O australiano disse ainda em novembro de 206 que “seria muito legal, no moment de fechar e lançar uma versão de Ubuntu, se tivessemos uma idéia de quais projetos iam produzir versões estáveis durantes aqueles poucos meses quando é possivel os integrar. Seria ainda melhor de, durante o ciclo de fechamento e lançamento, ficassemos sabendo sem demora se haveria alguma mudança.”

A comunidadade não respondeu bem.

Houve uma falta percebível de interesse na proposta. Muitos, inclusive o Aaron Seigo do KDE, viram a sugestão como uma tentativa de forçar projetos a adotar uma uniformidade que podia ser contrária aos seus interesses e objetivos.

Em 2008, o bilionário desafou a comunidade de superar o Apple quando da usibilidade dentro de dois anos. Ninguem estava lixando para um ambiente de trabalho e interface comercial e bonito como o OS X. Preferiam concorrer no que importa: a fucionabilidade.

Agora começou as safadezas, que realmente lembram das práticas de Micrsoft — as de “adotar” um “padrão” para depois produzir uma “versão” dele que não interopera com mais nnguem.

Quando GNOME demorou para aceitar mudanças sugeridas pelo — alguns dizem por causa de uma clima de hostiliade — Shuttleworth comelçou fazenda mudanças próprias ao GNOME dentro do Ubuntu. As mudanças viram juntos com um release prometendo um novo visual para Ubuntu, com código complex e novas fontes tipográficas.

E agora, obrigado a escolher entre apoiando essa mudanças dentro de uma antiiga versão de GNOME ou contribuindo-as ao  GNOME 3.0, Ubuntu lançou Unity, uma embalagem parra GNOME orginalmente desenvolvido para os netbooks, dizendo que isso seria seu novo ambiente de trabalho.

Olha, para mim, investi o tempo na instalação da útlima versão e foi uma bagunça.

Minha caixinha paraguaya das Casas Bahia com o semi-feioso GNOME para Debian Sid me serve bem, e, eu espero, continuará a me servir bem por vários anos.

Na minha experiência, deixando a turba de marketing mexer com as funções essenciais do código é o caminho certo ao inferno de fracasso.

FLOSS não precisa de CDs enfeitadas nem embalagens bonitas nem nada. Queime a um CD vazio, bota aí e rode. Assim, mais energia fica investida no que importa mais.