Beato Bill e o Santo Chevrolet, ou, A Secularidade do CNBB

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Uma primeira olhada no CNBB enquanto eu trabalhava no meu wiki Semealogy hoje foi surprendente.

Ora, Bill Gates é sabidamente uma católico conservador, como tantos outros, mais essa beatificação da empresa por ele criada beira o ridículo — rídiculo ao nível de um Santo Escrivá.

Se dê para saber, estou tentando criar um banco de dados que is capturar o alto grau de cruzamento de diretrizes típico deste submundo, assim como era na Escôcia no século XIX ou baixo o sistem kereitsu no Japão.

Do ponto de vista teológica eu achava essa promessa que o rostro do Senhor iluminará e abençoar vários empreendimentos comerciais — muito doadores às campanhas do Conselho.

Eu sou protestante, mas tinha grande amigos franciscano e cabritos de benedito anos atrás. Religiosamente, quando o santo deu a metade da manta ao leproso, eu estive convencido, como o Guilherme de Baskerville, que o Senhor não tinha propriedade.

E o blitz continua.

Quando da nova edição da Bíblia, vem com desconto de 50% em todos os livros de catequismo! Eu cuidei em do meu Vulgato do sécular XIX, porém, e vou continuar me apoiando nisso.

Todos são de um lista de “convênios” do Conselho, programada em Flash da mais mambembe, deixando uma impressão constrangedor. Se vou morar num país católico, porque não possa ser no Brasil de Paulo Evaristo Arns?

Não estou brincando não. É um espectáculo grotesco, manifestação de uma tendência pela qual já passamos nos anos 1960, o Jesus Christ, Superstar — que aliás está para receber uma releitura cinemática.

E donde veio o dinheiro para tudo aquilo — a Pergunta Alckmin? Só Deus sabe, que eu saiba. Quem é o auditor independente do Seu Benedito? Sendo Santo Benedito, parece que possa dispensar a contabilidade.

Uma aranhação rapidinha desvenda as campanhas publicitárias dos bispos brasileiros no momento.

Existem agência de publicidade e, naturalmente, editoras especializada no leitor e crente católico, o qual é instruido a rezar pela morte o quanto antes do Barbudo Fidel.

Como qualquer empresa moderna, o Vaticano tem seu próprio IBOPE, uma agência de propaganda chamado de PROMOCAT — promova o catolicismo — e até exposições industriais para que trabalha no negócio de fazer acreditar no homem que chicoteou uma vez os cambistas do templo.

Interessante, né? Naturalmente, no que toca na Cuba, os homens de Deus contam com o a apoio da Globo, do Estadão, e do Público de Portugal.

Ora, eu não votaria no Fidel para prefeito de Brooklyn, mas esse negócio de criar latifúndios de samizdat digital na tentativa de insinuar que os cubanos de verdade tampouco votariam está indo além da conta.

Isso aí é marketing e não jornalismo, no serviço de uma guerra de propaganda, uma luta para uma democracia dos digerati.

Duvido que o cubano médio preste atenção, sendo que uma boca cheio de poesia é a pá são as tecnologias disponíveis a ele. Essa estoria do telecentro mantido dentro da embaixada dos EUA para dissidentes — embora apenas os que dissidiam no sentido certo — é mais uma vergonha nacional.