Vozes da América | Privataria ou CNNização?

Padrão

BBG | Representes na Commisão de Inovaçao são os zaibatsus de sempre

Hoje, dia 10 de fevereiro, a Commission on Innovation do Broadcasting Board of Governors patrocinou um painel exclusivo sobra a inovação.

A questão do dia: Qual será a melhor estratégia par preservar a proeminência da mensagem de nosso governo no mundo, contra a emergência de projetos nacionais concorrentes, como Prava, Al-Jazeera, e a inicativa dos chineses?

Relações de longa data entre os diversos setores mostra a centralidade do Berkman Center como centro de articulações mercenárias semi-obfuscads

Lembra-se de que o BBG cuida do tudo que é projeto de propaganda comercial e intelectual e construção da chamada diplomacia pública fora da pátria — assumto sempre interessante a este blog.

Interessante por sí como um exercicio de analise institucional, o assunto deve também interessar amigos comentado a crescente privatização da TV Cultura aqui na Sambodia;

Porque? Porque O BBG está na alça da mira especialmente pela demissão ontem do seu presidente admistrativo, Walter Isaacson, também presidente do Instituto Aspen, grande ONG com atuação internacional, e antigo presidente e CEO da rede CNN. É autor de uma biografia do falecido Steve Jobs, guru de inovação da Apple.

Também  ainda na semana passada aconteceu uma reunião atrás de portas fechadas sobre … e traduzo …

… a futura estrutura de emisoras no extrangeiro, como, por exemplo, a consolidação de subvenções e a nova legislação visando inovação nesse setor de comunicões globais, assim como outros assuntos. A reunião será fechada ao público.

Segundo um observatório dessa gabinete problemática, a demissão do presidente pode ter sido por causa de críticas à legislação que iria tirar as emissoras públicas do domínio público.

“Mudei de ideia” — disse o presidente do BBG, Walter Isaacson, num discurso no dia 13 de janeiro de 2012 sobre o plano de reorganizaçãõ.

Na batalha sobre controle e fiscalização de programação alvejado públicos no estrangeiro, Isaacson modificou sua proposta, que ia tirar tal programação do domínio publico por causa de fortes críticas de grupos de direitos humanos, militantes de livre imprensa, e um poderoso congressista no conselho.  Parece que Isaacson chegou a um compromisso com este sobre provisões que iria levar a umada Voice of América.

Estou apenas començando montar meu análise, mas eu diria que se alguém ainda mantivesse a esperança de que o governo Obama desentupiria os dutos de influência dos grandes zaibatsus, em nome de uma grande abertura, será amargamente desengado.