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Plata o plomo —ditado do jornalista mexicano

Jornalista corrupta nesse pais não pode alegar propósitos  jornalisticos como escudo. Já vendeu aquele direito.

Hoje apresento a terceira e última parte de uma minisérie de traduções sobre modalidades de corrupçao e jornalismo corrupto na América Latina — o artigo apareceu no começos dos anos 2000 mais continua pertinente.

Na minha experiência, o assunto — práticas corruptos dos próprios jornalistas, com certa influência, pode ser, de corporativsmo — é raramente tratado de maneira direta, nem nos observatórios da imprensa.

Por isso, antes de Ctl-C e Ctl-V o texto traduzido — com bastante rapidez e descuido, como sempre — no meu software de tradução — OmegaT — eu quis registrar o que, em parte, o que me impele a transformar o texto para este ser indexado no Google em Português.

O Por Quê

É o seguinte: continuo sentindo o forte cheiro de cadâveres jamais embalsamados.

Um dos piores casos foi o do repórter Brad Will, do projeto IndyMedia, assassinado em 2006 sem a tomada de atitudes adequado pela diplomacia amerinortenho.

Na minha tentativa de seguir e entender o caso, eu encontrei um furação de desinformação — como de que, por exemplo, o Brad teria sido morto pelos manifestantes sindicalistas e de que o grupo de paramilitares do governo estadual não fizeram nada senão atirar no ar.  Olhem um deles:

A foto encima foi tomado por um fotógrafo ao lado do Brad no mesmo exato momento que este foi baleado.

É o seguinte: Eu sou cidadão de Brooklyn, na cidade de Nova York, de onde eu testemunhei o ataque terrorista do 11 de setembro que matou tantos dos meus companheiros novaiorquinos.

A experiência me deixou revoltado com qualquer ato de terrorismo contra meus colegas e concidadões — como por exemplo o assassinato terrível do jornalista Daniel Pearl].

O artigo também oferece uma classificação formal das modalidades de jabaculê ou que seja chamado, segundo o papel de vários atores. Será interessante presentar um diagrama utilizando o CMap — acima Mas agora, à tupinização.

Guatemala

Na Guatemala, o Estado tembém tinha um efeito excepcional sobre o nível de corrupção durante os anos 90s.

Neste caso, porém, a política pública acabou tendo o efeito imprevisto de reduzir a corrupção da mídia.

O governo do presidente Alvaro Arzú Irigoyen resolveu aproveitar seu poder econômico para mudar o sistema midiático.

Arzú mandou o fim oficial de todos os pagamentos aos jornalistas official halt to all payments to journalists — tanto ilíticos e clandestinos quanto subsídios assumidos.

Também mandou sae preparar e divulgar uma lista do todos os jornalistas que receberam propinas.

As politicas de Arzu  produziram um efeito cascata.

Veículos jornalísticos foram obrigados a enfrentar alguns jornalistas sobre suas práticas corrupta porque o governo tinha revelado seus métodos ilícitos.

Também, outras empresas e instituições estavam usando propinas como um método de ganhar cobertura e colocar matérias favoráveis. Estas seguiu nos passos do governo, descontinuando o use de pagamentos clandestinos, conhecidos na gíria guatemalteco”fa-fa.”

Ao mesmo tempo, o governo Arzú parou de anunciar em muitos jornais e revistas, mantendo laços apenas com veículos percebidos como amigável ao governo.

Como o governo era o maior anunciante no pais e como os pagamentos ilícitos aos jornalistas também eram estimados ser a fonte maior desses pagamentos, as políticas visando a imprensa tinham bastante murro econômico.

Também se comprovaram ser um jeito eficiente de eliminar «fa-fa».

Outros fatores entraram no combate à corrupção, porem.

Gerentes de mídia creditam uma nova geraçao de jornalistas que se negam a ser subornados ou coagidos.

Os veículos comçaram a pagar melhor salários para eliminar propinas.

Segundo os gerentes, a combinação desse fatores reduziu a incidência de corrupção.

Isso não quer dizer que o «fa-fa» sumiu de uma vez por todas.

Editores nos maiores diários nacionais dizem ter disciplinados vários jornalistas por aceitar propinas durante o governo Arzú. Alguns agora têm políticas explícitas proibindo o suborno. “Um só jornalista pode nos custar toda a credibilidade,” explicou o Gustavo Berganza, editor do Siglo Veintiuno em 1998.

“Temos que lutar cada dia porque o governo, as empresa, as agências de publicidade, todos nos ofereçem dinheiro.”

Como notamos acima, apesar de deixar de comprar anúncios como jeito de controlar a linha editorial, Siglo Veintiuno era um dos orgão que retinha contas governamentais, principalmente porque era percebido como tacitamente alinhada com o PAN, partido de Arzú, o Partido de Ação Nacional.

Ainda assim, a redução de corrupção não acabou com a prática de algun s jornais que cobram pela colocação de matérias, embora hoje fica mais discreta e segredista.

Os chefe de muitas ONGs no pais dizem que a mídia normalmente jamais levantou a bola de dinheiro em troca de colocação.

Uma minoria de ONGs e grupos da sociedade civil, porém, reclamam de solicitações desse tipo.

José Serech, representante de uma organização cultural mainana, diz que um jornal lhe cobrava $5,000 para colocar uma matéria sobre os programas educativos do grupo.

O grupo recusou a pagar e a matérian não apareceu (Serech, 1998).

Enquanto os jornais guatemaltecos tem melhorados suas práticas, nas emissoras de TV a clima fica nublada.

Trabalhadores na TV são quem recebe menos entre todas as mídias do pais, e a corrupção continua bem difundida dentro da classe.

Um jornalista disposto a falar sobre isso foi José Eduardo Zarco, ex-editor do Prensa Libre guatemalteco,que antigamente era o único noticiario de TV no pais.

(Quando o recem-eleito Alfonso Portillo do FRG, ou Frente Rpublicano de Guatemala, assumiu poder em 2000, a opção de compra que Zarco manteve era revogado pelo monopólio que controla a TV guatemalteco.

O programa de Zarco criticava o novo presidente durante a campanha.) Enquanto Zarco fazia campanha para estabelecer padrões éticos mais dignos, dize que muitos colegas aceitam receber de fontes que poderiam comprometer suas reportagens.

“Alguém me oferece um presente caro, hoje,” Zarco disse, porque pagamentos em caixa eram considerados grosseiros, necessitando meios mais sofisticados.(Zarco 1998). Disse que repórteres aceitam os brindes e depois  “simplesmente ignoram os fatos.”

[ …]

México

México também está vivendo o fim da repressão oficial de livre expressão. Agora os elementos mais perigosos parecem ser os narcotraficantes e seus cúmplices dentro da polícia e forças armadas.

Durante o governo de Zedillo, o México oficialmente restringiu pagaments a jornalistas, embora não divulgou-se a lista de jornalistas corruptos, a fim de minar a credibilidade. O presidente mandou tropas para guardar a vida de alguns jornalistas ameaçados o atacados por narcotraficantes ou seus agentes(Rockwell, 1999).

Este tem sido um sinal importante porque o IPI e outras organizaçẽs reconhecem que o México tem sido o pais onde se matava mais jornalistas na hemisfera desde 1970.

A transição a uma forma mais ética de fazer jornalismo começou com uma iniciativa vindo de cima por patrões ricos como a família Junco, donos do El Norte de Monterrery e Reforma do capital federal. (Fromson, 1996).

Esses jornais esforçavam-se a realizar objetividade e uma reforma gráfica buscando a modernização do passado do País..

Editores ricos como os Juncos e Juan Francisco Ealy Ortiz de El Universal, que reequipou seu jornal com resposta ao concorrente Reforma, estavam faturando o suficiente da venda de publicidade que podiam dispensar anúncios do governo caso este não gostar da linha editorial.

Estes jornais também não precisava de «gacetillas», os releases pagos pelo governo e disfarçado de contéudo editorial do próprio jornal, uma prática comun.

A economia mexicano tinha melhorada o suficente para fazer estes grandes jornais rendosos.

A partir desse momento, os jornais podiam planejar um curso mais independente.

Mas os jornais faltando rentabilidade e donos ricos ainda dependiam da subvenção do governo e portanto navegava um curso mais parecido com o do governo.

Embora o governo acabou com o «embute», o termo mexicano para o suborno,muitos profissionais ainda recolhiam estes honorários em troca de um tratamento amistoso para os partidos e governos.(Fromson, 1996).

Diferentemente do observado na America Central, onde a imprensa expunha profissionais dentro da própria classe, no México o vazamento desses conflitos normalmente tinha um motivo político.

Por exemplo, em 1997, jornalistas do estado mexicano de Guerrero desfilaram em protesto da morte de Jesús Bueno León, editor do semanário Siete Dias.

Bueno León divulgou críticas e José Rubén Robles Catalán, ex-secretário do interior do estado e um nome poderoso dentro do PRI.

Além da demissão de Robles por causa do abafamento de um masscre de camponêses pela polícia estadual, Siete Dias contava uma rixa que mantina com uma ex-amante que mandara ela a prisão sob deúncia mentirosa e levou ao assassinato do seu advogado, além má conduta por polícias no caso(Dillon, 1996, August.26 )

Robles respondeu com um processo criminal alegando ter sido calúniado pelo jornalista.

Três meses após o começo do caso, o corpo de Bueno León foi encontrado na beira da estrada Chilpancingo.

Tinha sido torturado e baleado várias vezes.

Querendo impulsar a investigação da sua própria morte, o editor deixou com a sua mulher uma carta aberta a ser divulgada caso ele ser morto.

Lê-se, em parte: “Quero que a primeira linha de investigação seja um inquérito sobre José Rubén Robles Catalán e sua turma de policiais corruptos.” (Simon, 1998).

A carta também acusou outras autoridades estaduais e outros jornalistas de participação no complôt contra ele.

Esse ponto é muito importante.

Vitimas da repressão aos jornalistas muitas vezes ficam sabendo de que agentes do estado o outras organizações corruptas são colegas jornalistas.

Quem recebe propinas muitas vezes não simplesmente espalham boatos ou pressionam de outros jeitos, mas também são cúmplices da violência inerente no sistema.

Em vez de focar pressões públicas contra a violência, a cultura da mídia mexicana é de aceitá-la.

Nos meses depois a morte de Bueno León, o novo governador de Guerrero,Angel Aguirre, revelou que o jornalista tinha sido beneficiário de uma folha de pagamentos clandestina mantida pelo Estado.

Alguns jornalistas acham que o caso demostra como profissionais que aceitam propinas se abram a represálias violêntias quando rejeitam a cultura de violência e corrupção que vem junto como isso.

Quem assassinou Bueno León podem justificar o ato pelo abjuro do contrato.

Na luz de todos estes fatos, o Carlos Marín,repórter especial da revista Proceso, anotou, “Teria sido constrangedor fazendo passeata para um colega que era corrupto.

Jornalista corrupta nesse pais não pode alegar propósitos  jornalisticos como escudo.

Já venderam aquele direito.

Vemos casos demais de jornalistas usando a ética profisional para mascarar outras, clandestinas, atividades.

Jornalistas precisam checar essas matérias em vez de confiar cegamente nos colegas, especialmente num pais onde corrupção anda desenfreada. (Rockwell, 1999, p. 207)

No parecer de Marín, muitos dos assassinatos de jornalistas no México podem ser ligados à corrupção ou a um envolvimento na política além do compartamento adequado de um jornalistas

Dentro dessa clima de desconfiança, os últimos ataques contra jornalists no México muitos vezes são entendios dentro de um contexto político.

Assalto no Azteca

Quando Lilly Tellez, áncora da TV Azteca, foi assaltada na rua junto com três seguranças, a polícia suspeitava que narcotraficantes mandaram o ataque. Ainda assim, a política formou parte do caso (Rodriguez & Sanchez, 2000, June 24).

Azteca, assim como sua concorrente Televisa, foi acusada de favorecer o PRI e de enviesar a cobertura política em 1997 e durante as eleições nacionais de 2000.

Depois das eleições de 1994 um escândalo mostrou como a TV Azteca recebeu vantagens ilícitas do PRI em troca de pagamentos clandestinos a figurões do partido nacional. (Fromson, 1996)

Quando um governo da esquerda assumiu o governo do Distrito Ffederal em 1997, TV Azteca accusou o novo promotor-chefe do ministério público de arrastar os pês na apuração do homicídio de Paco Stanley, comediantes popular da rede.

A promotoria dise que Stanley e talvez outros na rede tinham laços com o trâfego.

A rinha  política acabou atingindo a morte de Tellez também, e por isso promotores federais foram convidados a assumir o caso.

Assim, a investigação do assassinato de Tellez virou, em vez de um inquérito sobre as causas jornalísticas, mais uma investigação do narcotráfico.

Até os jornais novamente reinventados da época, newspapers, Reforma e El Universal foram arrastadas pelo turbilhão da política mexicana.

Os Junco | Medicis Midiáticos Mexicanos

Durante as eleições congressionais de 1997, que também ia escolher alguns do governadores e a presigiosa prefeitura do Distrito Federal, investigadores da Reforma pediu demissão em massa quando os editorias matou uma matéria que ligou a família Junco ao governo corrupto de Carlos Salinas de Gotari (Rockwell, 1999).

El Universal também foi criticado por sua investigação, chamada de partidária, do candidato para a prefeitura do D.F., que acabou sendo o primeiro eleito fora do PRI na história moderna apesar dos ataques.

Generalizando o argumento sustento por Carlos Marín, o respeitado ex-editor da Proceso, jornalistas no México frequentemente envenenam o próprio pouço.

Enquanto o governo federal oficialmente se mexe para reprimir a corrupção do sistema, muitos jornalistas continuam dependentes de incentivos econômicos que não deixam-nos falar com uma voz objetiva.

Dentro de um sistema dessas fica difícil saber quais as fontes confiáveis e quais foram compradas e vendidas.

No Mexico, em especial, onde muitos do jornalistas comprometeram sua integridade, eles tornam alvos cada vez mais faceis de elementos corruptos do governo, polícia e militares, além, vai sem dizer, o narcotráfico.

Os patrocionadores podem manifestar seu desagrado na forma de ameaças e violência em vez das formas mais tradicionais de mandar uma carta furiosa ao editor quando as opiniões dos jornalistas diferem de o que o patrão mandou escrever.

Talvez isso explique o maior nível de violência e brutalidade observado no Mèxico quando comparado aos vizinhos.

A corrupção dentro da imprensa nacional não vem sendo discutido salvo no caso de vils ataques post mortem contra jornalistas mortos que o praticaram.

Diferente da América Central, onde ameaças e ataques se reduziam, o México continua na liderança de violência contra jornalistas.

O fato é o reflexo não somente da corrupção da profissão mas também dos métodos brutais de controle empenhados por policias corruptos e os senhores do tráfico.

Além do assasssinao de Tellez, com seu aspecto político, os assassinatos de três jornalistas na fronteira em 2000 e 2001 mostrou que quadrilhas de traficantes continuam empregar violência como o jeito principal de desencorajar jornalismo investigativos e incentivar práticas corruptas.

Como reza o ditado mexicano: tem que escolher «entre plata e plomo», ou seja, entre prata e chumbo.

Muitos jornalistas mexicano optam para a escolha mais segura, e acabam comprometendo sua integridade.

Esse sistema também mantem o jornalista amarrado e autocensurado; sabem o preço que pode pagar por escrever livremente.

Faltando um repúdio abrangente desse tipo de situação e cobertura ampla dos casos de intimidaçlão, corrupção e violência, a mídia mexicana continua envenenado apesar da sua modernização e evolução.

Conclusão

À vir

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