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Deu no blog meu para inglês ver, The New World Lusophone Sousaphone.

Cuando Alberto Dines, num editorial sobre as emissores públicas no OI, invoca os exemplos da norteamericana PBS e a BBC como idealmente equilibradas no papel de mídia no interesse público, está sendo um pouco ingênuo apesar dos 80 anos — (e parabens pra você!)

Um contra-exemplo, por exemplo, seria o programa de entrevistas Think Tank — vulgo para institutos particulares de pesquisa.

«O financiamento do THINK TANK é fornecido pelas fundações Bernard and Irene Schwartz» — John Birch Society–; «Smith Richardson» — American Enterprise Institute–; «Lynde and Harry Bradley Foundation» — Heritage, Federalist, AEI; «e Marilyn Ware» — da International Democratic Union, que tem como colaborador o partido brasileiro DEM.

Quando do eslogan dos DEM — «a força de novas ideias» — parece que estejam vestindo-se de discurso de segunda mão.

Assim como Helen Redmond, da Counterpunch, explica,os institutos de pesquisa, com finanças profundamente entrecruzadas, formam uma comissão de frente feita por entrevistados da NPR e PBS, emissoras pública. Ela vai direito ao ponto:

Os chamados «especialistas» entrevistados pela NPR são pro-governo, pro-guerrra,e promovem as ideias de centros de pesquisa da direita. São uma facção de antigos conselheiros de segurança nacional, militares, e embaixadores.

Outro reflexo de privataria na TV pública sua, o Índio Tupi, é o laço formal entre Abril, RBS-Globo, Meio e Mensagem, e outros, e o Instituto Millenium.

Assim, tem um laço íntimo entre a filantropia interesseira e partidaria dos EUA e institutos de pesquisa e formação de juventude no mundo inteiro.

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Fonte: Abril Fools | The Privateering of São Paulo’s PBS « The New World Lusophone Sousaphone.