México | Cartões de Débito e Boletas Eleitorais

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La organización Alianza Cívica afirma que 71% de las actividades de compra y coacción del voto de la jornada electoral del 1 de julio corresponden al PRI-PVEM, 17% al PAN, 9% al PRD y 3% al Partido Nueva Alianza.

Carmen Aristegui, ex-CNN, é uma valente, braba e corajosa radialista mexicana, conhecida — e perseguida — pela sua cobertura das falcatruas eleitorales de 2006.

A imagem mais destacado nessa onda de denúncias — acima — foi a foto do candidato Lopez Obrador rodeado por milhares de cartão-débitos da loja Soriano, supostamente distribuido a eleitores em troco do seu voto no PRI, do candidato-eleito Peña Nieto. Ele e o PRI chamam o caso de «armação» do PRD e Cia.

Resta saber se o AMLO tem razão quando fala de «milhões» de votos comprados durante o pleito.

O PAN, terceiro colocado na corrida pela presidência, numa roda de imprensa, também mostraram cartão-débitos, dessa vez do Grupo Financiero Monex, ditos utilizados em esquemas do compra de voto.

Tem algo de esquisito também numa história mal-contada até agora de lavagem de dinheiro envolvendo serviços de publicidade e propaganda — não acontece apenas entre os publicitários brasileños.

Também do site da Aristegui, repercutindo uma matéria da Reforma.

El secretario particular de Enrique Peña Nieto,Erwin Lino, y su coordinador de comunicación,David López, así como el vocero del PRI, Roberto Calleja, fueron demandados por la empresa estadounidense de televisión Frontera Television Network (FTN) ante una corte de California por“conspiración y fraude”, informa esta mañana el diario Reforma.

José Luis Ponce de Aquino, empresario méxico-estadounidense propietario de FTN, los acusa en su demanda radicada con el número EDCV 12-920 VAP DTBx de haber utilizado la firma de un contrato con su compañía para obtener “56 millones de dólares de procedencia desconocida”, los cuales fueron depositados en un solo día en una cuenta bancaria “en el Banco Monex, Banca Mifel en Virreyes”.

En la demanda judicial, Ponce de Aquino asienta que fue contratado por Alejandro Carrillo Gaza Sada, socio de la empresa Jiramos, SA de CV, para difundir y posicionar la imagen de Peña Nieto en Estados Unidos, proyecto que se había estimado en 56 millones de dólares.

“Los demandados retiraron el dinero y se lo dividieron con funcionarios del PRI y sus co-conspiradores David López, Erwin Lino, Alfredo/Pepe Carrillo Contkowsky, Roberto Calleja, Hugo Vigues y Luis Videgaray, y nunca fondearon el proyecto como se había prometido”, señala la demanda.

O que posso lhe dizer?

Eu sou meio como a personagem do Ricardo Marín no filme Um Conto Chinês. Encho cadernos de reportagens sobre acontecimentos estranhos e encrencas cabeludas.

O gasto de 56 milhões em propaganda e lobby nos EUA por um partido político com um histórico turvo, de uma nação estrangeira, por si só preocupa, embora nos EUA é permitido uma vez que divulgado com transparência.

Durante os anos Lula, e continuando nos dias de hoje, parece que os Brasileiros jamais empregava gente da Rua K. Pelo cual eu lhes desejo parabens. A Rua K almeja os legislativos do Brasil? Quase não tem como saber.

Acima: A Bolsa-Eleitor, substituindo o mundo real de caixa e cestos básicos pelo virtual de cartão de débito.