A «Dama Cinza» e a Companhia

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sillyterror

Item: Relatório mostra que C.I.A. utilizou vazamentos à mídia para ganhar vantagemNYTimes.com.

Um fato talvez sem grande importância — ou será que tem? — é que o próprio New York Times  admite que cooperava, e talvez ainda coopera, com serviços clandestinos dos EUA.

Quem estuda a atuação da mídia em casos como a Satiagraha e Lava Jato, tira o relatório da gaveta, onde se discute as relações incestuosas entre politica e uma imprensa corrupta …

No meio de um curta nota, o Times confessa ter colaborado com a CIA — a ABIN deles –durante a Guerra Contra Terror.

Chomsky marca gol. Nassif também.

A Agência Central de Inteligênica vazou pautas a jornalistas na tentativa de moldar a percepção de que seu programa de prisão e interogatório era uma ferramenta útil na guerra contra o terror, segundo um relatório da commissão de inteligência do Senado, lançado na segunda-feira (547 pp.)

O relatório tambem informou de que, em 2002, uma certa publicação, mais tarde revelado como ser o próprio Times, tinha concordado em reter informações sobre uma prisão na Tailândia, exortado pela CIA e o vice-president Dick Cheney.

Além de fornecer pormenores do uso de prisões secretos e as técnicas de tortura mais agressivas antes desconhecidas — o relatório traz exemplos da relação entre a CIA e journalists após os atentados de Sept. 11, 2001.

[Continuo traduzindo brevemente.]

Segundo o relatório, em 2005 a CIA resolveu cooperar com repórter do Times, Douglas Jehl, que estava investigando o tratamento de Abu Zubaydah. Um agente, cujo nome não foi fornecido, opinou que o artigo “não ser necessariamente uma matéria constrangedora.”

Jehl, hoje editor de politica externa no Washington Post, “forneceu ao C.I.A. um esboço intensivo do seu trabalha, informando que ele ia enfatizar que as novas técnicas (de tortura) funcionavam bem. A matéria jamais foi divulgado.

Num e-mail, Jehl se disse que ele “trabalhava agressivamente  para perseguir and divulgar matérias sobre os tratamentos duros, num momento quando matérias sobre tortura pipocavam, embora esses fatos foram baseado em conversas reservadas com autoridades correntes e aposentados.

[ … ]

Kessler, entretanto, defendia seu livro e disse que ele tinha corroborado com o FBI.

“Esse relátorio não tem influência ,” dissse, acrescentando que foi  que foi editado pelos  Democratas que desistiu de conduzir entrevistas com muitos dos «players».  Pode um  State reclutar outros  para manter prisões secretos?

Repórter do Times,  James Risen disse on teirca-feira que o journal anônimo foi, de fato, The Times, e que a atividade era realizada ne Thailândis. O jornal publicou as detalhes mais tarde, em December 2003, mas en essas alturas Abu Zubaydah já tinha ido embora .

Arthur Sulzberger Jr., editor-chefe dos Times, defendia a decisão de adiar publicação da informação.

O relatório do Senate também enfocou um incidente no qual a CIA report also highlighted an incident in which the C.I.A. pressionou um jornal norteamericano até concordou em reter o pais no qual  Abu Zubaydah foi preso. A CIA preocupa-se que o artigo danificaria a tentativa da CIA de reclutar outros paises para hospedar prisioneiros especiais.

Um repórter do próprio Times, James Risen, disse na segunda-feira que o jornal tinha sido o Times mesmo e que o pais in questão era Tailândia. O journal divulgou os detalhes no decembro de 2003, mas naquelas alturas o Abu Zubaydah ja tinha levado embora.

Arthur Sulzberger Jr., editor-chefe dos Times, defendiu a decisão de adiar publicação dos dados.

“Houve um punhado de vezes quando o Times resolveu adiar a divulgação de certa matéria após ser convencido que a publicação inmediata poderia aumentar o risco a vida ou outra consequencia,” disse.

Nossa propósito sempre é a publicação assim como acreditamos que possamos fazé-lo, como fizemos nesse caso.

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