Daily Telegraph | Alta Finança, Baixo Jornalismo?

crossword

Os donos do jornal Daily Telegraph conseguiram um empréstimo de £250m do HSBC para um segmento do seu império que estava dando mal, pouco antes de um episódio no qual jornalistas do jornal foram
“desencorajado” de publicar matérias crítics ao banco,
o Guardian descubriu.

O timing do empréstimo à Yodel, uma empresa deficitária de entregas dos irmãos Barclay, levanta nova questões sobre a influência do lado commercial do jornal sobre a cobertura jornalística do banco, o Guardian descobriu.

Empréstimo de £250 million

O negócio foi fechada dia 14-12-12, segundo documentos da empresa. Peter Oborne denunciou essa semana que, depois disso, houve uma transformação no que trata de cobertura do  Banco no começou de 2013.

Os documents mostram que Sir David e Sir Frederick Barclay foram obligados a fornecer uma garantia pessoal como colateral adicional para receber a linha de crédito.

O juízo jornalistico do jornal foi deixado em dúvidas por Oborne, que denunciou o jornal por “fraudeando seus leitores,” numa ácida carta de demissão.

Em particular, denuncia que a cobertura do banco HSBC mudou desabridamente dentro de apenas. “A partir do início de 2013, jornalistsas eram disuadidos a fazerem matérias críticas ao banco.

Continuar lendo

Reuters-Veja | Dupla Sertaneja

Publicado originalmente em The New World Lusophone Sousaphone:

Screenshot from 2015-01-28 18:15:01

Ante da divulgação de resultados 3T14 de Petrobras (minha tradução)

(Reuters) – Petroleiro estatal Brazilian pode sofrer uma cobrança de R$ 52 million (US$ 20 billion) nos resultados do terceiro semestre para reduzir o valor de alguns bens, disse um blog da revista Veja.

O blog Mercados não blog especificou quais areas seriam alvejado pela depreciação, e disse que o Petrobras contratou Deloitte Consulting LLP para ajudar saber o “tamanho e abrangência” dos planejamentos.

O resultados do terceiro semestre, originalmente marcados para divulgação em novembro do ano passado, foram adiados na esteira de um inquérito sobre corrupção no estatal, e após PricewaterhouseCoopers recusou certificar as contas da empresa.

O blog Mercados não blog especificou quais areas seriam alvejado pela depreciação, e disse que o Petrobras contratou Deloitte Consulting LLP para ajudar saber o “tamanho e abrangência” dos planejamentos.

O valor do enfraquecimento fica 42% do valor de mercado de…

Ver original 481 mais palavras

Amigos S.A. | The New Sheriff in Western Zone Shantytown

Publicado originalmente em The New World Lusophone Sousaphone:

FANFARRÃO 2 Col. Alexandre Fontenelle Ribeiro de Oliveira, CEO of the death-dealing COE

In September, Rio de Janeiro’s Secretary of Public Security (SSP) released something of a bombshell for Brazil crime analysts: the city’s infamous militia groups have expanded dramatically over the past decade. —Insight Crime

Source:  EL PAÍS (Brazil edition).

An item for my clipping file on the death-dealing police.

The story dates back to mid-September, with a fresh round of warrants in early November.

It has been even longer since the lads from the local battalion pumped eight bullets into a close neighbor of ours during a traffic stop gone bad. His wife has erected a simple cross, not 50m from where I type this,  but we have observed police personnel gathered around her in an intimidating manner as she tends to it. A pitiful graffiti tag, already almost washed away, declares that the police murdered a man on…

Ver original 13.636 mais palavras

Cuba | «USAID Mina o Movimento Hip Hop»

discografia los aldeanos vacilandounrap.com

Tópico: USAID Mina o Movimento Hip Hop de Protesto na Cuba.

HAVANA — No começo de 2009, um contratado do governo norteamericano mandou um servo (de Sérvia) impresário de música à Cuba e mandou ele fazer o seguinte: reclutar os rapeiros mais notórios da Havana para inflamar um movimento da juventude contra o governo.

Dentro de Cuba comunista, era um projeto que poderia levado as pessoas à prisão.

Então, quando o servo fez seu proposta ao rapeiro Aldo Rodriguez, Bozic omitiu a verdade sobre suas intenções verdadeiras — e tambem que trabalhava pelo U.S. Agency for International Development (USAID)

Continuar lendo

Bernstein & Co. | 1977, Part II

propdisss

Illustration: ULF ERLINGSSON

Eu estava trabalhando na continuação da nota

Carl Bernstein | Sobre CIA & Co.

quando AES Eletropaulo resolveu me silenciar.

Perdi a metade do artigo, portanto, justamente onde ia comentar o histórico da NED e seus satelites NDI, IRI, CIPE, e CIMA, e o papel do Broadcast Board of Governors, o braço forte de uma propaganda mista de branca, negra e cinza, e menos mal-pago do que durante a Guerra Fria.  Continuar lendo

Carl Bernstein | Sobre CIA & Co.

Joseph Pulitzer

Joseph Pulitzer

Houve uma  marolinha de um escândalo durante o caso Satiagraha que agor me faz lembrar um capítulo meio escquecido: o nervosismo inspirado por jornalistas flagrados fazendo bicos por uma clientela nem sempre de alta classe during aquela mishegaas total.

Se bem que esse mesmo comportamento da mídia persistir,  achei que seria interessante ouvir o jornalista Carl Bernstein, num ensaio de 1977, fazendo o perfil de jornalistas que faziam bico na «comunidade de inteligência» e «comunidade de propaganda» (relações públicas).

Lembre-se daquela artilharia midiática que quase nos ensurdecia?

Chegou um momento no qual o delegado Protôgenes — nosso Prometeu do PCdoB — ameaçava vazar o nome de jornalistas fazendo esse tipo de bico, além de operações psicológos mais sofisticadas.

Apesar dele and de Sanctis, porem, não foi possível dar nomes a esses traidores da profissão.

Agora, tenemos o New York Times debatendo a sua colaboração com a CIA na cobertura de práticas de tortura. É um grande assunto, tanto pelo conteúdo quanto pela opção pela transparencia.

Entre outros escândalos editoriais no Times, havia a temporada de Judith Miller, que baseaba decenas de reportagens sobre a primeira guerra no Iraque na testemunha quasi-comicamente mentirosa de um mafioso-politico, Ahmed Chalabi. Lembra as previsões de que tem mares de agua potável, em vez de WMD. Mas isso é outra história.

Pois bem. Meu pensamento é que seria legal haver um texto em Português para enriquecer a clima de leitura crítica sobre o assunto. Escolhei um texto de 1977 por Carl Bernstein sobre

A C.I.A. E A MÉDIA

Isto é:

Como os poderosos de mídia dos EUA trabalhava com mãos dadas com a C.I.A., e porque a Commission Church varreu todo embaixo da tapete.

Eu pedi permissão do autor de verter o texto em Português, para divulgá-lo como um blog — WordPress, seja o que for, se o Sr. Bernstein concorde. Por enquanto, ofereço alguns trechos.

Eu traduzirei um pouco mais cada dia segundo o tempo e trabalho permitirem. Vamos lá.

Continuar lendo

A «Dama Cinza» e a Companhia

sillyterror

Item: Relatório mostra que C.I.A. utilizou vazamentos à mídia para ganhar vantagemNYTimes.com.

Um fato talvez sem grande importância — ou será que tem? — é que o próprio New York Times  admite que cooperava, e talvez ainda coopera, com serviços clandestinos dos EUA.

Quem estuda a atuação da mídia em casos como a Satiagraha e Lava Jato, tira o relatório da gaveta, onde se discute as relações incestuosas entre politica e uma imprensa corrupta …

No meio de um curta nota, o Times confessa ter colaborado com a CIA — a ABIN deles –durante a Guerra Contra Terror.

Chomsky marca gol. Nassif também.

A Agência Central de Inteligênica vazou pautas a jornalistas na tentativa de moldar a percepção de que seu programa de prisão e interogatório era uma ferramenta útil na guerra contra o terror, segundo um relatório da commissão de inteligência do Senado, lançado na segunda-feira (547 pp.)

O relatório tambem informou de que, em 2002, uma certa publicação, mais tarde revelado como ser o próprio Times, tinha concordado em reter informações sobre uma prisão na Tailândia, exortado pela CIA e o vice-president Dick Cheney.

Além de fornecer pormenores do uso de prisões secretos e as técnicas de tortura mais agressivas antes desconhecidas — o relatório traz exemplos da relação entre a CIA e journalists após os atentados de Sept. 11, 2001.

[Continuo traduzindo brevemente.]

Segundo o relatório, em 2005 a CIA resolveu cooperar com repórter do Times, Douglas Jehl, que estava investigando o tratamento de Abu Zubaydah. Um agente, cujo nome não foi fornecido, opinou que o artigo “não ser necessariamente uma matéria constrangedora.”

Jehl, hoje editor de politica externa no Washington Post, “forneceu ao C.I.A. um esboço intensivo do seu trabalha, informando que ele ia enfatizar que as novas técnicas (de tortura) funcionavam bem. A matéria jamais foi divulgado.

Num e-mail, Jehl se disse que ele “trabalhava agressivamente  para perseguir and divulgar matérias sobre os tratamentos duros, num momento quando matérias sobre tortura pipocavam, embora esses fatos foram baseado em conversas reservadas com autoridades correntes e aposentados.

[ … ]

Kessler, entretanto, defendia seu livro e disse que ele tinha corroborado com o FBI.

“Esse relátorio não tem influência ,” dissse, acrescentando que foi  que foi editado pelos  Democratas que desistiu de conduzir entrevistas com muitos dos «players».  Pode um  State reclutar outros  para manter prisões secretos?

Repórter do Times,  James Risen disse on teirca-feira que o journal anônimo foi, de fato, The Times, e que a atividade era realizada ne Thailândis. O jornal publicou as detalhes mais tarde, em December 2003, mas en essas alturas Abu Zubaydah já tinha ido embora .

Arthur Sulzberger Jr., editor-chefe dos Times, defendia a decisão de adiar publicação da informação.

O relatório do Senate também enfocou um incidente no qual a CIA report also highlighted an incident in which the C.I.A. pressionou um jornal norteamericano até concordou em reter o pais no qual  Abu Zubaydah foi preso. A CIA preocupa-se que o artigo danificaria a tentativa da CIA de reclutar outros paises para hospedar prisioneiros especiais.

Um repórter do próprio Times, James Risen, disse na segunda-feira que o jornal tinha sido o Times mesmo e que o pais in questão era Tailândia. O journal divulgou os detalhes no decembro de 2003, mas naquelas alturas o Abu Zubaydah ja tinha levado embora.

Arthur Sulzberger Jr., editor-chefe dos Times, defendiu a decisão de adiar publicação dos dados.

“Houve um punhado de vezes quando o Times resolveu adiar a divulgação de certa matéria após ser convencido que a publicação inmediata poderia aumentar o risco a vida ou outra consequencia,” disse.

Nossa propósito sempre é a publicação assim como acreditamos que possamos fazé-lo, como fizemos nesse caso.

torturebook